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terça-feira, 30 de maio de 2017

Da fragilidade da alma

Alma , inexistência ... Tarde de outono ..
Canções ..
Da fragilidade da alma ..
Inexata manhas de cantares de bem te vi ..

Tarde , inexistente ..  dias sempre incertos ..
A poética de motores ?!

Canções ainda não criadas .. gatarujas de nossa
infância ..
Nem sabemos desenhar ?
Imagina viver .. Não tem mapas para subir
montanhas ..
Este Sol de outono ocuta minhas trevas.

Da fragilidade da alma ..
Canções , amores inexistentes ..
Como ouvi alguém dizer “ Desde a Lemúria homens e mulheres em
eterno conflito “

Alma, inexistência adentro a minha caverna com uma tocha para achar o
Deus que esta em mim.

Da fragilidade da alma ..
Não sou o mesmo que nadou naquele Rio .. quantas pontes aquela
água já passou ?
Cade a terceira margem.
Não me vejo refletido no espelho eu narciso em redes sociais.

Da fragilidade da alma .. diante de me ver sombra qual o meu real
nome ?

Da fragilidade da alma ..
Eterna inexistência ainda não alcancei a primeira montanha.
Sempre a seis passos do abismo.
Meu grito ecoa a  na doce canção do eterno inexistir .. Não vejo Sophia ..
Da fragilidade da alma ...
Insano sacerdote de tempos ancestrais .. da fragilidade da alma preciso .. achar o caminho e a saída do labirinto. Sempre a seis passos do abismo.

Joka

João Carlos Faria




 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Canção em busca da centelha de alma !

Meu corpo em chamas, sinto a solidão das trevas .. quantos inefáveis segredos nesta eternidade de fantasma.
Canso -me .. entrego-me a meditação. Minhas ilusões .. tantos fantasmas a cerca-me .. Eu multiplicidade .. diversidade .. olho - me nu no espelho e num filme um velho poeta japonês o mesmo fez.
Subo montanhas , desço ladeiras ao inferno.
108 inexistência .. morte e vida .. meu corpo em chamas. Desilusão da não existência.
Entrego-me a meditação sem nenhuma ilusão.
Diante do deus infinito .. sem fé .. E buscando a fé que ainda esta adormecida no meu coração ... Meu corpo em chamas .. demônio que não existe ..
Inúmeras existência trocas de corpo, segredos indizíveis na cansativa tentativa de alcançar o poema perfeito .. Eu imperfeição.
Meu corpo em chamas na busca de fazer nascer minha alma. Desço as escadas do inferno.
Pássaro sem asas  meu corpo em chamas tento alcançar Sophia ...

Joka
João Carlos Faria
Pina Bausch
A dança .. eternidade .. Pina

Pina
 Pina
 Pina
Dança
 Dança
Dança
Gaia gira .. Gaia ..gira ..Pina dança
Dancemos na eternidade .. no pulsar de nosso coração ..
 mutum perpétuo
Pina ..Pina ..Pina ...
 Dança ..
 O universo em diversas ..
 Sintonia ..
 Pina Pina Pina

Joka
 João Carlos Faria
Nosso pulmões não é direita e nem esquerda apena pulmões

Tenho feito vários textos colocando esta questão e a sociedade não entende esta questão de qualidade de vida na cidade. É lamentável que a sociedade não se mobilize pela questão ambiental. Também a árdua luta no dia a dia. Em ônibus lotado, transito e sem perspectiva de aposentadoria e um salario decente o cidadão acaba não tendo tempo para se defender. E o deus " mercado " entidade personificada e com humores dita a regra em tudo. Vi juntar umas duzentas pessoas e até Fórum de cultura que dizem ter dois e cade uma luta ambiental ?
E estamos divididos em esquerda e direita enquanto nossos pulmões não tem ideologia nenhuma acorda São José dos Campos a corda esta em nossos pescoços !
Não sabemos reagir e nem se organizar. E nenhum partido politico ou associação seja ONG’s e outras tem liderança para mudar este estado lamentável e esta crise que vem desde 2013.
Alguém ou um conjunto de pessoas que não seja “quadrilha “ precisa se organizar para dar
outro rumo a cidade. E a nação Brasil.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A desumanização da sociedade diante da crua realidade dos “ noia “

Cade um sarau de rua daqueles que formamos novos amigos que refletem a sociedade e as artes onde se possa debater de tudo sem restrições ?
Porque esta nossa insistente desorganização ? Desamprendemos a solidariedade de estar juntos. Quantas possibilidades em nossos fins de semana perdemos ?
Ninguém de nós esta morto ?  Mas com tudo não queremos ser massas de manobras destes nefastos lideres que não lideram nada e aumentam suas contas bancarias.
Temos ainda seculos de vida. E não conseguimos estar nestes dias frios em volta de uma fogueira. Levemos nossas crianças, filhos, sobrinhos a vida nas praças publicas.
Que os bancos de praças publicas sejam confortáveis para lermos poemas, trocarmos livros acessar a internet para mostrar algo realmente interessante.
Sei que as praças publicas estão repletas de exclusão. Que moradores de ruas estão nelas e gente doente pelo uso de drogas “ os noias “  é que a sociedade os renega e só fazem aumentar sei que nossas leis não obriga o tratamento forçado destas pessoas. Mas elas tem outro caminho que este suicídio aos poucos ?  Fantasmas nas ruas ou nas telas de TV como em Sampa ?
Devemos exigir do poder publico uma assistência a estes seres que se desumanizam.  Afinal eles tem uma família em algum canto deste imenso Brasil. O caso deles é saúde publica e não cadeia ou correr o risco de serem exterminados . Sei o quanto esta gente nos incomoda no dia a dia em semáforos , ruas e portão de nossas casas. Mas a omissão da sociedade em não exigir mudanças de lei. Ações afirmativas do poder publico. Que não jogue em baixo do tapete pois não existe tapete. Aquelas inúmeras pessoas dispersas em São Paulo vão rumar para algum lugar. Isto nossas forças publicas não conseguem enxergar ?
Armas, soldados e repressão não vai longe. Nem grupos de extermínio. São seres humanos doentes e desesperados. Na exclusão ultimas da sociedade em qualquer ponto do planeta. Nosso silencio é omissão.  Mas voltemos as praças publicas façamos o banquete dos deuses distribuindo sopa, solidariedade ao próximo. Não nos vemos refletidos na dor do próximo. Estamos tão desumanizados quanto estes seres que clamam por solidariedade e amor ?!

Joka

João Carlos Faria

segunda-feira, 22 de maio de 2017

A imperfeição do poema em dias de trevas

Manhã , gotas de chuva .
Céu azul entre nuvens
o Sol.

Manhã, ausência.
Desejos .. gotas de cio no pingo de chuva.

Outono primaveril ?

Nestes árduos dias de incerteza.
Nossas vozes diante da ausência de moral.

Silencio !

Outono silencio .. O Sol aparece .. não deixemos
as incertezas tomarem conta da vida ..

O Sol nos incentiva a caminhar.

Manhã , gotas de chuva .
Céu azul entre nuvens
o Sol.

O árduo caminho nos instiga.

Passaremos por esta noite de trevas sem sonhos
e utopias.

Joka

João Carlos Faria
Ultraje a rigor

Dias inóspitos de pós mentiras tanta desinformação.
Deveríamos desligar os celulares nos retirar das redes
sociais.
E não saber do desacontecido.
Desemprego, sem aposentadoria e sem oportunidades.
E nos mentem eternamente na bitolagem da academia
e uma velha canção dizia “ inúteis a gente somos inúteis “
e o autor desta canção “ Róger “  esbraveja na internet.
Quem somos nos Brasileiros ?
Que será deste povo que caiu do berço esplendido ?
Direita e Esquerda nos enganam diariamente e cansa nossos
dois neurônios.
Ir as ruas para colocar novos reis ? Na desacreditada
pátria. Estamos nus. Nossas ideologias desacreditadas.
O feitiço se desfez  “ Lava a Jato “ desmoralizou os trés poderes
era só para derrubar a velha esquerda e desmontou uma nação.
Não tenho resposta e os dias são assim.
Ousemos tirar nossas mascaras e repensar o Brasil não temos grana
para fugir do Brasil.
Só resta a árdua luta pela “democracia “ as elites estão ai fedendo
seu cadáveres estão a céu aberto. Acendemos os fósforos.
Fico com Darcy Ribeiro mesmo Fernando Gabeira não concordando.
Fé que seja de ação e não de inercia.
Dias felizes que mostram os bastidores do “ poder “ sem meias verdades.
Das cinzas destes dias inóspitos se erguerá uma nação.
As vezes o “caos “ é inevitável. Estamos no olho do furacão e não temos ideia
do estrago. Tudo passa menos o “ amor “ o ódio não deve prevalecer.  
Eis que o povo deve achar sua saída. Deixemos nossa cegueira. Velhas raposas não
nos levarão ao matadouro.

Joka

João Carlos Faria

sábado, 20 de maio de 2017

Somos analfabetos não entendemos o que cantam os pássaros.

Joka

domingo, 14 de maio de 2017

O pecado é uma invenção ocidental !?

Este caos esta guerra. Incertas são as utopias. E sonhos sonhados.
Estamos cansados destes desgastes. Vida a poesia em redes
sociais.
Não existimos e resistimos a que ? Mas quem disse que resistimos
neste jogo de rato e gato.
Poesia que nos lava a alma em nossas guerras internas. O apocalipse
acontece dentro de mim e dentro de você ?
Caos não o Kaos de Jorge Mautner. Guerra incendia -se bandeiras rasga-se
o contrato social de uma nação.
Quem tem deveres e direitos ? Numa nação partida ?
Sem lutas reais , mas em redes sociais. Miseria em nossa despolitzação
nosso não saber pensar. Nosso egoismo que não junta e esbravejamos no silencio das
redes sociais. Quem irá acender uma fogueira em praça pública para irmanados dançarmos
maracatu e ciranda e recitar poemas. Falar e pensar filosofia ?
Politica sem raciocinio sem reflexão. ‘ O rato
roeu a roupa do rei de roma “ Estamos nús. Eu sem vergonha de estar nú. Mas a velha
moral não nos deixa nus. O pecado é uma invenção ocidental ?
Nossa desmoral se retrata em nosso vomitar sem reflexão. É que
refletir causa dor. Quebre -se os muros imaginarios de nossas ideologias. Pensar, sentir
e amar na solidão da pós modernidade.
Estamos presos a velhas utopias enquanto os cofres do estado são assaltados. E o eterno deus capital compra a conciencia de tolos. Sem lideres, sem alma quantas moedas de prata nos compra ?
Judas de nossa inconciencia. Zumbis , fantasma que não tem alma.
O apocalipse dentro de nós. Outono cançoes a ninguém . O desdem pela senhorita poesia moça de 18 anos que grita a plenos pulmoes liberdade, amor. Pudores de almas cansadas.
Chega de morte em vida .. Queremos vida em vida as praças estão ai cheias da dor da alma. O veneno nas veias e nas narinas entopem o cerebro. Estamos ai gritemos em cançoes estamos vivos
só resta o tambor de guerra !
Quiça surja a naçao de sonhos de Darcy Ribeiro ?!
Qual Brasil queremos ? Chega desta perpetua exclusão. Só nos resta ir as ruas !


Joka

João Carlos Faria

domingo, 7 de maio de 2017

As Manhãs de domingo no Vicentina Aranha

Os shows de domingo no Parque Vicentina Aranha são a salvação
dos domingos. Sempre estou acompanhando estes shows. Ainda não escrevi e até já escrevi algo acho que no ano passado. Estes shows são imperdíveis. Bela curadoria da equipe do Parque.
Lembra o Bem Brasil da TV cultura. Bem que a missa poderia começar mais tarde. Nada contra missas e igrejas em espaços públicos ? Afinal o Estado não é laico ? Tem leis que não pega ! E a sociedade finge não enxergar o obvio.
A cidade esta devendo na questão de uma curadoria para sabermos quem esta produzindo cinema e vídeo. E a equipe da AFAC tem competência para tal. Também o SESC.
É uma pena o Parque não ter uma infraestrutura adequada de sanitários e vestiário.
Imaginem shows assim na Feira do Colonial. Afinal as periferias também pagam impostos.
O  cantor Rafael Alves com o projeto MJ Experience “michael Jackson “ fez um show memorável. Mas ao contrario do que foi falado
tenho vistos grandes apresentações aos domingos. É         que quase não escrevo sobre elas. Porque não consigo simplesmente fazer uma critica
de arte sem descrever a questão da política cultural do município ou da nação. Arte e reflexão e cidadania andam juntas. E porque não algo em outro dia e horário dedicado ao teatro de rua.
Nossa cidade tem condições mesmo neste momento de crise econômica. Afinal arte e cultura não é gasto é investimento. E precisa
ter a mesma importância da educação.
Queira ou não a gestão do Parque mostra uma eficiência de gestão que
não vemos na Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Também pudera quando extinguirão as comissões  de arte e cultura com a lei Jorley em 1988. A Fundação virou é uma secretaria.
Sem ligação com suas raízes democráticas. Pena que os ativistas de arte da cidade não enxerguem esta importância.
Arte e cultura devem ser prioridade de qualquer governo. Mas vamos
curtir as manhãs de domingo é uma política de arte que dá certo. E estamos lá. Que se espalhe shows assim nas Casas de Cultura da cidade.
Indigesta é toda gestão publica que sempre inicia tudo de novo a cada
governo. E não mantém políticas publicas bem sucedida como esta.
No mais nos vemos aos domingos. A cidade hoje tem dois Fóruns de ARTE E CULTURA e no momento não estou participando de nenhum. Eu gostaria de achar um grupo ligado ao terceiro setor e empreendedorismo artístico e cultural na cidade e região. Minha participação no setor publico já se esgotou. Quero independência para descobrir inovações para fazer nascer novas conquistas para nossa região no caso O Vale do Paraiba, Litoral Norte até o Sul de Minas Gerais .
Enquanto isto saboreamos as atividades do Parque Vicentina Aranha e do SESC São José dos Campos.
No mais estamos ai vivos. E recriando nossas utopias. Que o fazer arte
seja o respirar e o agir de nossa imensa comunidade Valeparaibana. Afinal Ditinho Joana lá de São Bento nos falou que cultura e arte são nossas raízes. Ele com sua sabedoria lá da Serra da Mantiqueira.

Joka

João Carlos Faria


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Nossa pequena fração de consciência

Redes Sociais estamos acorrentados a elas ?  Qual é a relação de sanidade que devemos ter com redes sociais ? Para que usamos internet qual a maneira é a correta ?
Esta semana encerrei minha conta no Facebook, mas ainda não me sinto livre. Acabei de ler Liberdade de Pedro Paiva aqui no Entrementes. Estamos acorrentados as redes sociais ?
Acreditamos que poderíamos mudar o mundo e nossas vidas através dela. Meu face  era para abrilhantar minha carreira de escritor e o  ativismo. E ai vejo um texto de Barata Chicheto sobre o tema. Profundo silencio !
Mas que ativismo ?  Enquanto o mundo se explode. E a corrupção tomou conta do estado em partidos de todas as linhas ideológicas da direita a esquerda . Partidos são cheio de discursos pela ética e somos tolos enganados por seus discursos.
E o individualismo toma conta do mundo. E a Venezuela ?
Este planeta. Escravidão seja nas redes sociais ou fora delas. Meus caros estamos sendo vigiados. Ou acham que empresas não verificam nossas redes sociais , para nos contratar. Os velhos anarquistas tinham seus próprios pequenos negócios. Mas hoje tudo é monitorado. Temos liberdade civis ? Mas temos liberdade econômica ? E a Venezuela e o silencio das esquerdas ?
Posso eu me ausentar de minha cidade ir a outro pais a hora que bem entenda ? Solfidone nos dizia isto em nossa mesa num shoping.
Estamos presos a economia. Um cartão de credito com 500 por cento de juros.
Estamos sufocados pelas algemas Prometeus !
Consumidos no fast food da vida. Busquemos sentido além das series da Net Flix .. Abandonamos nossos Deuses. Esquecemos de criar alma. Como nos conta Samael Aun Weor.
Negar a si mesmo e pegar a cruz. Almas a deriva  nesta era de desunião. A sabedoria dos filósofos da televisão nos faz ser livres ?
Liberdade não é dizer nossas inverdades nas redes sociais. Precisamos renascer. Viver nestes dias de guerras. Guerras dentro e fora de nós.
A deriva nas redes sociais. Escravizados pela desinformação e a dor da existência alcança nossa
pequena fração de consciência .
Nossas vidas  sempre esta entre a infelicidade e a felicidade. Este dia de chuva nos acalenta. Dias de outono. E a Venezuela ?
E confessamos nossos deslizes nas redes sociais. E hora de encontros em mesas de bares, é hora de encontros em casas de cultura. Criar espaços de calor humano. As redes  sociais criam um frio glacial em nosso coração. O ódio não deve reinar. Comunicamos-nos tanto e estamos vazios.
E hora de solidariedade, fraternidade  e nos vermos iguais . A dor do povo Venezuelano ou do morador de rua é nossa dor. Todos nos estamos  conectados.
E quando realmente me sentirei livre ? E tu também ?
Silenciemos !
Almas desconectada de nosso ser.

Joka

João Carlos Faria