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sábado, 29 de abril de 2017

Carta aos analfabetos políticos

Alguém escreveu que greve vermelha não á representava !
Pode ser rosa , azul .. cor de abobora verde e amarelo. Desde
que se lute . Se batalhe pelos poucos direitos que temos.
Silenciar nunca .. A vida é bela e curta .. a morte chega com medo
ou sem medo. Deixar algo solido para outras gerações. Deixar de
ser gado marcado.
Só nos resta a árdua luta. Contra este sistema idiotizante.
Pobre se achando elite. Pensando com a cabeça do poder é de
uma estupidez  que nos envergonha. E demonstra a falência da
educação.
Pensar, agir e viver. Deixemos de ser covardes. E reproduzir discursos
das classes dominantes.
É hora de enfrentar estes podres poderes. É hora de estar nas ruas !

Joka

João Carlos Faria

quinta-feira, 27 de abril de 2017

http://g1.globo.com/globo-news/fernando-gabeira/videos/t/fernando-gabeira/v/gabeira-roraima-e-os-exilados-da-venezuela/5821326/


Venezuela !
O socialismo do século XXI

Silencio ! Enquanto um pais inteiro esta em uma crise humanitária. Nos somos a América ?
E comovedor este silencio nas redes sociais. Sobre a questão da crise politica e econômica
na vizinha Venezuela.
Crise que começa a nos alcançar através da fronteira seca. Tão bem retratada pelo jornalista
Fernando Gabeira no seu programa na Globo News.
E estamos atônitos diante demais esta calamidade. Que joga a população Venezuelana numa
crise humanitária.
Aqui fiz uma serie de poemas numa tarde. Publicados para romper com meu silencio sobre
o tema.
Para tentar o debate nas redes sociais. E agora este texto para o Entrementes.
Lutar por mudanças e utopias não pode nos tornar cegos diante da dura realidade econômica e
politica do povo Venezuelano.
Sei que a esquerda deva buscar novas propostas para este século. Mas manter um pais numa enorme
crise ?
Não nos cabe o silencio. Nem a omissão. Nos cabe refletir debater e chegar a ações.
Mesmo que o inicio seja a arte !
Estamos no século XXI. E temos por dever com toda esta tecnologia e ciências. Com toda a historia humana na filosofia, esoterismo. Buscar uma nova forma de agir, pensar e sentir.
Mas a barbárie nos cerca em todos os cantos do planeta. Não nos cabe silencio e omissão. E sim
dentro de nossa capacidade buscar saídas. Dentro de nós e fora de nós.
O ser humano é uma construção social e pertence ao seu tempo histórico.
Nos cabe ousar.


http://g1.globocéfalo/globo-do-sol/fernando-gabeira/videos/t/fernando-gabeira/v/gabeira-roraima-e-os-exilados-da-venezuela/5821326/






Venezuela !?
Silêncio na margem esquerda do Rio !

Venezuela !?
Alma , morte em busca de Utopias.

Venezuela !?
Caminhos sem volta?!
Silêncio é conivência.

Venezuela !?
Aqui .. alma estilhaçada de desamor.

Venezuela !?
Silêncio dos que almejam utopias.

Venezuela !?
Canções ao canto de morte de uma nação !

Venezuela !?
Canção de Utopias perdidas em sangue,


Venezuela !?
Triste silêncio dos que lutam por utopias.

Venezuela !?
Silêncio covarde dos que almejam liberdade.


Joka

João Carlos Faria

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Que mundo é este !?

Estão acompanhando a tensão das Coréias ?
Somos o futuro !?

Podemos acabar com tudo num mero ataque nuclear ?!

Sobrevivente temos realmente todo tempo do mundo ?!
O consolo dá morte é que tudo fica.

Mas uma guerra nuclear é simplesmente o fim.

A vida é um instante . A morte uma passagem.

Guerra ! SOS
Que os senhores dão guerra não façam uma asneira.


Foto Joka

João Carlos Faria

Ei seu moço do disco voador !
 
Outono 
Pássaros brincam em círculos sobrevoando o banhado.

Outono
O banhado em dia de chuva !

Banhado
São José dos Campos.
A poluição do ar !
Tira o encanto dá cidade.

Silêncio !
Adormecidos no desencanto ..
A cidade se . . . ?!

Outono
A torre dá refinaria espalha.
O cheiro dá morte !
 
Como é triste ver, sentir e cheirar São José dos Campos.
Tirar ou arriscar poemas diante deste ar ! Podre ontem caminhei pela Rua Sete de Setembro e este ar o mesmo que respiramos na Vila Industrial.
Ainda o que nos salva é o Banhado que corta este Vale do Paraíba. Mas até virar bairros ?
Ontem comecei a ver o documentário Minimalism na Netflix. Tantas crises neste planeta.
Guerras e possibilidades de guerra.
Este documentário nos mostra a necessidade de cortar excessos.
Mas e nos aqui no terceiro mundo ? Ou quarto ? Que batalhamos a vida toda para conseguirmos uma aposentadoria.
Onde muitos alternam entre emprego e desemprego.
Mas o que tudo tem a ver com uma refinaria ? Ao lado da Rodovia Presidente Dutra quase no centro da cidade.
A dispersão destes poluentes nos adoece e mata muitos que não estão nas estatísticas.
Começo a pensar em saídas da cidade. Mas uma amiga me falou da contaminação dos mares.
Chegamos a uma sociedade com alta tecnologia e estamos em um suicídio civilizatório.
Não temos para onde ir ?
Buscar saídas , mas nossa inteligência e rara. Como deixar este abismo ?
Não temos naves espaciais. Nem chaves de portais. Portanto devemos encontrar saídas que não seja um acerto de contas nuclear !?
Minha aldeia tem seus ares, solos, águas contaminadas.
E o que podemos fazer para mudar. Além de publicar poemas ecológicos nas redes sociais ?
Só tenho perguntas e nenhuma resposta. Vou silenciar minha mente . Descansar o corpo e aquietar a dor humana.
Este labirinto não é só de Minotauro tem uma saída que não seja a hecatombe nuclear ?
E a poesia que nos consola Jorge Mautner , Cassiano Ricardo , Vinicius de Moraes , Raul Seixas, José Moraes Barbosa .. Estes e outros poetas não citados nos falam deste caos. Mas além deste quem nos avisou no século dezenove foi LIEV TOLSTOI.
Este caos humano de dor e desamor precisa encontrar saídas que não seja a hecatombe o fim da civilização.
 
Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 25 de abril de 2017

Se eu fosse formar uma banda. Ou um grupo de teatro e performance.
Se chamaria OS SURTADOS.
Em homenagem ao caos humano.
A sociedade está tão individualista que juntar 3 pessoas dá guerra.
Estamos apodrecidos que venham os 4 cavaleiros do Apocalipse !
Nossa desumanidade é evidente nas redes sociais. O abismo é agora .. Estamos mortos.
Aos que ainda resistem .. em buscar a luz da Sabedoria !

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Arte ! Para nascer a alma.

“Cria nossa alma; imagens arrogantes, 
Ou qual aquela, que há de riso e choro:”

Sousândrade

Entrei numa pesquisa de Sousândrade por causa de um poema de Diego El Khouri. E cheguei ao canto terceiro  dos Lusíadas .!
E o que é arte a nos dar algum sentido a vida. Hoje assisti a um show com musicas de Raul Seixas . E crianças em êxtase !
Nada se conecta e tudo se conecta. Ler um poeta contemporâneo e mergulhar no abismo da
Literatura. Descobrir ou redescobrir Annie Lennox em uma apresentação com David Bowie em meio a crises políticas em um jornal da Globo News. Debates liberais ?!
Crise de identidade nacional. Quem nos arrancará a memória e nos trará para o bom combate ?
Vivemos em um grande momento histórico. E histérico.  
Em um show para Freddie Mercury. Annie Lennox !
Em um vestido negro como em um musical  ...
Que universo de kaos. Um filme de Freud e Jung . Estudos para um concurso de professores.
Kaos , JORGE Mautner  e a arte de Edu Planchez, Diego El KHURI.
TROPECEI num amigo dos anos 90. Que leu uma revista do Entrementes em um consultório médico e pasmo de ver os amigos numa revista. Ele que tem uma coleção do LITTER.
Cidade caos ! Nação sem rumo e a arte nos conecta ao universo.
Poetas contemporâneos  do submundo das redes sociais.
Estamos pasmos ! Sem saída ousemos saltar o abismo.
Cantemos, recordemos os poetas de todos os séculos e nações !
Cantemos a canção do agora !
Aquela bela mulher ao lado do camaleão. Um cisne negro !
Alma, leve .. canção ..
Poema de   Diego El Khouri. E nos traz de novo a Sousândrade e no acaso Camões !
Jung nos diz que não existe acaso ... mergulho  no livro TARÔ E CABALA de Samael Aun Weor.
E na poesia de Jorge Mautner KAOS TOTAL ...
E o Céu visto do pátio do SESC SÃO JOSÉ DOS CAMPOS é fantástico ... E em um sonho os quatro cavaleiros do apocalipse cruzam os céus.

Joka

João Carlos Faria



Os quatro como num teatro !

Outono !
Em sonho vejo os quatro cavaleiros do APOCALIPSE.
Em uma imensa cordilheira. Eram imensos em seus cavalos
voando.

Joka

João Carlos Faria

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Os cantares da alma ?

O canário em seus dias de velhice. Já não enxerga nem canta mais, quem sabe ainda alcance o verão.
Só voa em sua imaginação. Sonha com dias de pássaro livre em outra vida. Neste outono o belo canário no fundo da gaiola respira inspira -se sem sonhos e utopias apenas vive.
Nem sabe das mazelas humanas apenas vive. Não sabe do dia seguinte. Só o momento. Nem chora
por si mesmo.
Canario de inúmeras vidas , mais que de gatos. Já cantou por toda a vida. Na tristeza de uma gaiola,
canário do reino. Mas não sabe onde fica este reino.
Em seu imaginar voa. Este outono não ouvimos seu cantar. E quem sabe seus dias quase derradeiros
se estendam ao próximo verão.
Triste dias de canário. Nem águia nem galinha como uma certa fabula de Leonardo Boff.
Eu em dias de Fernando Pessoa. Eu que tenho em mãos um Carlos Drumond de Andrade A rosa do povo.
E Pessoa se faz presente. Atravessar estes dias tristes não por causa da semana santa, mas de ver a vida se esvaziar em um canário. Que não merece a eterna gaiola. Caiu de uma arvore em um verão
e veio alegrar nosso coração.
Quantas sombras em nossas vidas. Sem os cantares da alma ?
Vida sombria revela-se com seus inúmeros demônios nos sonhos dos infelizes. Almas navegantes, tristes sem canção. Só o respirar tenso do canário.
Vida, sempre breve. Sem destino ? Macabeia de Clarice Lispector. Macabeia sem futuro, sempre ausente.
Cade o velho cantar do canário ? O canário no fundo da gaiola em seus dias de velhice. E o que
é a vida ? Meu caro Antônio Abujamra hoje segunda – feira. Amanhã terça- feira e qual o sentido
do não sentido ?
Cade aquele Jesus Cristo criança de Fernando Pessoa ?
Quero forças e orações nestes triste dias de alma vazia. Eu ainda sombra sem alma. E por onde fica esta terra. Pergunta o canário ?
Canario sempre presente na vida. Triste dias de nossa desumanidade. Só nos resta o consolo dos
poetas.
Alma sempre em pranto. Só a lembrança do cantar do canário. Que importa ser ou não ser poeta. A
vida nos revela o destino de Macabeia ?
Esperança de chegar a terra sem males. E fazer nascer o cristo em nosso dilacerado coração.

Joka

João Carlos Faria

domingo, 16 de abril de 2017

Voltemos as ruas

Não estou surpreso com a revelação da possibilidade de corrupção de nossos heróis. Não posso afirmar nada de delação. Estas pessoas ainda não foram julgadas e condenadas.
Estou surpreso com a reação de que é algo novo ?
Surpreso ficarei se a sociedade do tomar uma atitude de fato.
E não caminhe para o fascismo e o populismo.
Todos nós sempre bancamos estes partidos políticos e muitos sempre foram nossos lideres.
E vamos esbravejar por dias e meses. E não temos todo este tempo em nomes de ajustes
e saídas econômicas. Querem acabar com a providencia e as leis trabalhistas.
Querem retirar nossos direitos. Mudar a constituição é hora de novas lideranças mas quem
é novo ?!
Se sempre bancamos estes políticos e estes partidos. Envergonhado todos estamos. Mas é
hora de combate. E quem de nós voltara as ruas ?


Joka

João Carlos Faria

Canções !
Poema
Dedicado a Vanessa Alves
Exércitos , Deuses .. Homens.
Uma linda imagem de mulher.
Um poema .. A ninfa de sonhos reais.
Nossos Demônios em volta de nossa cama.
Entre ser, morrer .. a vida sem sonhos.
Frio glacial ..
Hilda Hilst em noite .. insanidade ..
Imagens .. sonhos ..
Morte .. canções .. Hilda Hilst ..
Não somos eternos enquanto personalidade.
Ciclos .. 108 .. existência ?!
A morte sempre a dançar ciranda.
Na eternidade ..
Joka
João Carlos Faria

A águia e seu voo entorno do Cristo de braços abertos no Rio de Janeiro


Enquadrar Edu Planchêz em alguma escola literária é uma imensa bobagem. Tem hora que tenho vontade de fazer letras mas é perigoso os teóricos nos tirarem o prazer da escrita. No fundo escrevemos e ousamos mergulhar na arte por prazer. E nunca por vaidade. Quanto a viver disso é uma imensa aventura e é possível. Mas nunca a única saída .. Edu Planchêz é livre , leve e solto pelo mundo. E sempre navega por mares bravios.
Li o ABC de EZRA POUND e cartas de Paulo LEMISNKI mas teoria literária nunca me aventurei.
Quem sabe me aventuro num curso de letras e sobrevivo para mostrar aos jovens a força da literatura e da arte. Tenho um curto e longo caminho na educação. Mas o que quero mesmo é criar
espaços para dar nomes de nossos amigos TEATRO HARLEY CAMPOS, sala de leitura Edu Planchez … anfiteatro Edu Gair.
Espaços anárquicos sem a presença de governos, educação livre leve e solta como nos fala
Ivan Illich. Criar nestes espaços editoras, gravadoras. Produtoras de cinema. Arte deve gerar grana. Gerar renda sem precisar se vender a vaca estado.
Inudemos o centro e a periferia com centros de arte, cultura e que gerem oportunidades de criação
de renda para o povo.
Partidos políticos estão falidos e nada nos dizem.
Edu Planchez não se enquandra nas camisas de força do velho establichement é uma águia
e não uma galinha.

Joka

João Carlos Faria


o professor e o aluno ( edu planchêz )
------------------- ( ao professor Lúcio Valentim )
a poesia se torna im ( precisa )
pós devorarmos o peixe
da rotina,
do andarilho sono,
das capitanias amáveis ( ? )
que o professor e o aluno
de literatura gramática
se veja me veja
na roda dos signos
que essa assertiva caminhe
pelos rodos acadêmicos
embebecida com os arcos
vindos do cortume
da mesma e única aula
que você me tache de simbolista
surreal,
mas eu não ando assim,
não cumpro rituais
que me tranque
nas algemas de um mesmo cendeiro
a poesia da praia
de minha seara,
vertiginosa está
para que anote em teus dedos cadernos
algo que a logica não toca,
não toca
( edu planchêz )

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Desobediência civil

Sejamos sinceros !?
Não tem homens e mulheres nesta nação Amarelada.
Vai ficar tudo do mesmo jeito com lista ou sem lista !
Ninguém de nossa geração quer fazer algo substancial e não tem competência e inteligencia . Que faça mudar os rumos do Brasil. Somos covardes. Roubaram tudo .. INCLUINDO nossa ousadia. Milhões de desempregados. O tráfico é a lei nas periferias.
A militância de direita e esquerda são fracas e a elite está no comando.
E a elite sempre estará no comando. Em qualquer desgoverno.
Nossos líderes foram castrados. Geração frouxa. Covarde e alienada. Gado sempre marcado. Não ousa pensar por si mesma. A academia “ UNIVERSIDADES “ nos faz pensar e agir em modelos que mantém tudo sempre do mesmo jeito. Como diria um velho fanke carioca ' ESTA DOMINADO ESTÁ TUDO DOMINADO “. Quem saberá se organizar e buscar uma nova estratégia ? Quem de fato quer fazer surgir o novo ? Continuaremos sempre em nossas lamurias nas redes infernais. E as ruas vazias de mulheres e homens que querem mudar os rumos da sociedade Brasileira.
Joka
João Carlos Faria

sexta-feira, 7 de abril de 2017


Síria


WAR
WAR
WAR …

APOCALIPSE ..

O sarin na pele
do próximo.

Corpos secos de insanidade,
Guerras War ..
E a vida passa !
E nos meros espectadores dos
jogos de guerras.
Interferimos na historia ?
Meros telespectadores assistindo
aos senhores da guerra.

Corpos secos da insanidade,
War guerra ..
E a morte nos espreita nas
balas perdidas de nossas
esquinas.

Nossa ausência, corpos secos
de insanidade.
Zumbis …
Morte , sorte .. E deixamos
a esperança ser enforcada e asfixiada
na pele no corpo de sarin.

Mutantes na desilusão da paz.

WAR
WAR
WAR …

APOCALIPSE ..

E não sabemos nos defender
dos senhores da guerra !?

Joka

João Carlos Faria

Síria War

Atônitos elefantes,
enquanto misseis cruzam céus !
É o fim ?
E a carnificina humana sempre acontece desde que
vivianos em cavernas.
Uns gritam APOCALIPSE …
E a dor humana sempre dor .. O que realmente
mudamos de nossas atitudes, desde a segunda – guerra mundial ?
Atônitos elefantes,
A morte sempre ronda nossos dias. E não existe
jogo de xadrez.

Atônitos elefantes.
Guerra War
Jogos,
Atônitos elefantes.

Morte

Histeria coletiva ..
Não fazemos historias somos bárbaros
atores na cena do APOCALIPSE ..

Atônitos elefantes.
Síria Síria Síria e na
nossa cidade se morre de balas perdidas …
E no jogo cênico do espetáculo televisivo não
temos nenhuma emoção.
Zumbis zumbis zumbis,
corpos secos de insanidade.


Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 4 de abril de 2017

Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve !

Deter/gente
Deter/gente
Deter/gente

Antes do almoço um poema de Ricola de Paula … Deter/gente ... o titulo nos vem os temas do poeta Moraes.
Soco no estomago ..
Vísceras o poema !
É uma outra desventura poética.

Que vontade de anunciar ao mundo um poeta !
Em meio a Mantiqueira um poeta !
Da Vila Maria nos Campos de São José dos Campos um poeta !

Mantiqueira

Poema profundo ..
Canção, nada a dizer sobre o poema !
Respiro leio releio.

Entre o nada e o ser.

Nestes dias urubus , dificeis.
Cade nossas utopias ?

Para que nos serve a poesia ?
Respiro ante o Sol.

Deter/gente

Cancões para a alma..

Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve !

Deter/gente


Ricola autor de Canoa de Ossos !
Poesia mergulhada em abismos ..
Canção a nós QUASE mortos em vida na insistência de
ausentes UTOPIAS .
E amanhã nada se resolve .. nesta torta
vida de gado.

Não quero um tumulo na Mantiqueira
quero uma casa !
Queremos liberdade ..
Viver .. Tudo se faz possível.

Tomo meu caldo de cana no mercado.
Vida, breve
leve .. Um poema nos dá esperança
em sobreviver a estes dias nefastos.
E o sol sempre a nos iluminar.

Deter/gente


Joka

João Carlos Faria  

Joka

Falemos aos mortos que amanhã tudo se resolve !

domingo, 2 de abril de 2017

Beatriz Galvão
Esta linda mão. Com as unhas pintadas de um vermelho que incendeia, corpos almas. E Baco no vinho. Será Beatriz a dama de vermelho em sonhos incendiários !
Joka

sábado, 1 de abril de 2017


Canção ao povo !
Deus , Diabo ..
Dançam até o dia amanhecer !
É a hora de fazer nascer utopias , eles não venceram.
Liberdade, igualdade, fraternidade .
É hora. Do povo Brasileiro ocupar as ruas !
Não voltaremos a escravidão.
As ruas , as ruas , as ruas !
Joka
João Carlos Faria

 
Liberdade em busca de existir !
Quem defende a inexistência de gênero se diz feminista ?
Masculino e Feminino é da natureza de todos seres viventes.
Divergir do natural é insano.
Ter opções sexuais diferente é um exercício de liberdade.
Más impôr o fim dos sexos é insanidade.
Está hipermodernidade nos faz gerar inúmeras reflexões.
Será que existimos.!? !? !? ...
Joka
João Carlos Faria