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quinta-feira, 16 de março de 2017


Poemas indigestos
O politicamente correto que assassina a diversidade humana



Canção a mulher

A politica esta um tédio. A poesia fotografa a alma.
Não me canso de voar embora não tenha asas.
Sei que jamais estarei nas estantes das livrarias.
Bolso quase vazio. Contas a pagar.
Desejos inconfessáveis.
Inexisto diante do tempo.
Troco de corpos como de roupas.
Tenho a idade de diamantes.

Joka

João Carlos Faria


Fêmea e Macho

Sei que caminho divagar no sol de verão.
Sei que não entendo muitos dos livros que
já li.
Nem deste papo da não existência de sexo.
Desde que a humanidade existe a homens
e mulheres.
Fêmea e Macho.
Agora a cor da roupa. O sexo é indiferente
a cultura.
Sou contra a indecência do pré conceito.
Mas e o pós conceito ?!
Fêmea e Macho
Querem assassinar a diversidade de pensar em
nome de um pensamento único.

Joka

João Carlos Faria

Em nome do deus mercado

Esta pôs modernidade onde se impõe o impensável
esta criando neuroses.
Temos direito a tudo. E acabamos sem nada.
Quem dá mais ?
Trinta moedas nos compra da infelicidade.
Esta pôs modernidade.
Mata a diversidade em nome do consumo.
Cade o direito a diferença ?
Que nos torna indiferente.

Joka

João Carlos Faria

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