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quarta-feira, 25 de janeiro de 2017


Canto a liberdade

Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo.


Desumanos !
Brincam no poder .
O fascismo ri . Canta sua canção de morte.
O cinza é sua cor. Dor medo, guerra.
O império contra ataca


Quem ousa dançar ciranda.
Maracatu .. samba.
As cidades estão cheias de zumbis.
Seres sem luz. Sem utopia .. vassalo do deus mercado.
O deus consumo .. é a lei.
O cinza apaga a vida na cidade.
Mortos vivos no último suspiro do deus mercado.
Os quatro cavaleiros .. cavalgam .. pela terra.
Que bravos guerreiros irão rufar os tambores de guerra ?
Dancemos cirandas nas praças públicas para fazer renascer o amor.
Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo.

Desumanos !
Brincam no poder .
O fascismo ri . Canta sua canção de morte.
O cinza é sua cor. Dor medo, guerra.
O império contra ataca

Os bárbaros estão conquistando o poder !
Brevemente liberdade de expressão não estará no dicionário.
A civilização ocidental caminha rumo ao abismo.
Estamos de volta as idéias da década de 30 do século XX.
O fascismo não deve triunfar.
Triste destino da desumanidade.

Que liberdade temos neste capitalismo o caos e as incertezas estão desmoralizando a democracia ?

Estranho ver o fascismo e a barbárie travestidos de democracia ?

Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo.
Rufem os tambores dancemos maracatu, samba, cirandas nas praças publicas !
Celebremos o renascimento da poesia e do humanismo.

Joka

João Carlos Faria

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