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terça-feira, 10 de janeiro de 2017









Poemas da desconstrução ou a mera inexistência !


Delírios a quase quarenta graus a vida se faz nas estacões
porque homens não usam vestidos ?
Viva a irreverencia de Flávio de Carvalho

Sem rimas,
na delicada cor do verão

Anjos
Demônios
Mal
Bem
Entre desejos
ser … celebremos o baile da vida.

Calor, desejo
amor.

Nada rima com a solidão …

Joka

João Carlos Faria


Cancões de verão

Entre ter, ser !
Desejar
Céu …
Festa de demônios …

Calor !
Sem a rima pobre, só a dor .

Joka

João Carlos Faria


Super – homem a canção

Cantemos a inutilidade
do poema.
Cantemos a gloria da poesia …
O inverso se faz versos.

Roma, China …
Vestidos quase masculino.
Porque devemos ser iguais …
se igualdade não existe ?

Joka

João Carlos Faria

Cancões de nupcias da alma

Não ser, celebra-se a vida ..
Quero decifrar a cor do verão …
Goias … Salvador … Manaus …
Porto Seguro ..
Quantos lugares …
O calor em suas tonalidades .. Brasil …
Trópicos,
Ser não ser …
Temos papeis desdefinidos em nossa
insignificância.
Um dia achamos que conquistaríamos
o mundo.
E nem a nós deciframos ?
Não sou o papel que devo decifrar ?

Joka

João Carlos Faria


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