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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016


Civilização apodrecida no lodo do mercado, para
que servem bibliotecas ?

Redes sociais o lixo escorre pelas bocas sedentas de desejo.
Chorumes de lixo,
Esbravejam -se em ódios sem sentido.
Ja nem sabe o que dizem só o prazer de vomitar palavras
sem sentido.
Leio Dailor Varella em bibliotecas em chamas.
Biblioteca esquecidas … sem vidas …
tantos livros de escritores locais perdidos em vitrines
sem leitura … E jaz la meu “ Retina “ sem olhar
sem leitor.
Todos nós já mortos ?
Em vida …
Vejo a presença de Edu Gair na rua XV de novembro.
Um portal meio desajeitado no banhado.
Vidas decadentes .. enquanto o Brasil vomita sua
imcoprensão nas redes sociais !
Quem vota ?
Quem elege aquela gente ?
Injustiças na hora do almoço.
Maltrapilhos indigentes banham – se nas bibliotecas
brasileiras …
Pássaros fúnebres diante de nós.
O saber ali jogado as traças !
Jornais com velhas noticias …
Enquanto nos deliciamos em nossos celulares inteligentes.
A boçalidade da desinformação.
Enquanto nas escolas se aprende que não se aprende.
Nada sabemos da arte da guerra …
Civilização apodrecida no lodo do mercado, para
que servem bibliotecas ?
Jack Keruac se faz presença dança valsa na
noite de Nova Yorque.
Calígula, Nero incendeiam bibliotecas …
A de Alexandria queimada …
As bibliotecas brasileiras as moscas !
E o vazio das redes sóciais no vomito diário
e bossais. Nada temos a dizer … fiquemos
em silencio.
Redes sociais o lixo escorre pelas bocas sedentas de desejo.
Chorumes de lixo,
Esbravejam -se em ódios sem sentido.
Nada temos a dizer … fiquemos
em silencio.

Joka

João Carlos Faria

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