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sexta-feira, 18 de novembro de 2016


Que rumos a vida não toma !

Meu signo é caranguejo “ câncer “ e a vida sempre se passando
de boba e vai passando.
Um passarinho caiu do ninho numa escola. E as escolas não
são todas iguais. leio poemas de Dylam Thomas.
E vem a vontade de escrever.
Quase sai para ver a cidade … mas ainda não me decidi.
Que rumos a vida não toma. A sorte se esconde em alguma
esquina. Ou fazemos nossa sorte ?
Não tenho nenhuma carta de taro para tirar aqui para mim
mesmo.
E os poemas de Dylan Thomas são poemas incendiários.
A vida é um navegar em águas calmas e turbulentas.
Para que tanta tecnologia se estamos sós ?
Para que tanta pedagogia se a educação se faz a mesma?
Estamos falidos nestes dias que ex governadores são
presos.
Nem tenho vontade de escrever meus atentados políticos
eles nada resolvem.
Quero o meu profundo silencio. Gosto de politica mas,
nada mais de ser militante de causas sabidas perdidas.
Dar poder a corjas de corruptos.
Nosso voto não incendeia nosso voto é bem corpotado nosso voto é comodismo.
Nosso voto nunca é revolucionário.
Nossa indiguinação nada muda o mundo silencio-me ao
ler poemas.
Delicio-me lendo PITHIS SOPHIA.
Sei que sou mero cidadão comum. Mudar o mundo
sem ser Raimundo !
Não somos livres. Temos celulares inteligentes, tantas informações
nos desinformas quero voltar a Dylam Thomas enviado
por Edu Planchez numa garrafa numa rede social.
Existir a que se destina ?
Faz frio nestes trópicos. Conversas aconchegantes em salas
de professores.
Alunos tentam incendiar o planeta dentro da sala de aula.
Decididamente nada muda e estamos algemados na doce ilusão
de nos achar sábios.

Joka

João Carlos Faria


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