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segunda-feira, 19 de setembro de 2016


Como sairemos da barbárie ?

O Brasil é um dos países onde a hipocrisia reina absoluta. As drogas são proibidas
mas você sai para trancar o portão de sua casa as oito da noite. E passam cinco
pessoas usando maconha.
Nas esquinas então ! E nas periferias mais distantes fazem fila em ruas para se comprar drogas mais pesadas. E a policia nada pode fazer enquanto não se debater profundamente o estatuto das crianças
e adolescentes uma lei que protege a infância e a adolescência. Mas não prevê
limites e regras. Não se educa sem regras e sem limites.
Enquanto a esquerda de gabinetes que esta bem longe das realidades de nossas
periferias não reage a estas barbáries.
Os ideias fascistas de certos políticos vão se enraizando na população que sente-se
abandonadas nas periferias.
Estamos em plena eleição municipal e não vemos um debate bem construídos e propostas
com a relação a violência nas periferias das cidades. E não adianta a sociedade de
classe média e alta se fechar em condomínios e shopping. A barbárie chegará até ela
da mesma forma. Já trabalhei em condomínios fechados e ouvi muitas historias
de uso de entorpecentes pelos jovens.
Que politico tem ousadia para propor e debater o tema. Deveria ter algo semelhante
ao SUS na segurança a responsabilidade deve ser de municípios, estado e a união.
É preciso levar segurança publica em todos os lugares acompanhada de ações que
gere renda, empregos, saúde, arte e cultura para as comunidades.
As escolas devem abrir em finais de semana e feriado com segurança. As praças
publicas devem ter policiamento para que a comunidade usufrua delas.
A forças policiais sem respaldo da sociedade não consegue resolver sozinhas
estas mazelas.
Quando veremos passeatas e protesto por mais segurança?
É preciso que a sociedade brasileira se movimente para que ideias e lideres de
linha fascista não se fortaleçam e ganhem legitimidade nas urnas.
Que Brasil é este onde nos fazemos de surdo, mudos e cegos diante da barbárie
que esta diante de nossas casas ?

Joka

João Carlos Faria

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