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quinta-feira, 21 de julho de 2016


Poemas reescritos para ler em alguns sarais.
Nesta sexta-feira no sarau da Casa de Cultura Chico Triste
E outros …


Anjos dançam em volta da fogueira !
Não são meras esculturas nos cemitérios.


Cancões na manhã azul

Nos concretos da cidade a poesia pichada em
postes, muros e de repente um disco voador nos
encanta ao cruzar o céu. 

Manhã,
tarde … canções ! 

Azul,
céu enquanto o inverno
ainda não é calendário. 

A vida é pôs eterna né, uai. 
  
Atlântico, oceano , Mantiqueira , serra !
Quero uma mochila nas costas, cartão de
débito, dinheiro no bolso e cruzar a América !
Quem sabe ouvindo Ezra Pound. 

Joka


Boa noite Cinderela

Gatos, pardos ,
elefantes azuis.
Rato e gato.

Manhã doce ,
manhã
sábado !

Obvio que
não seja
obiviO

RegraS
inexistem,
resistem

Gatos, pardos,
Rato e gato.
EleFantes azuis.

A felicidade
esta dentro
por entre nós.

Joka


Quasar koan !

Se deus sempre existiu.

Então só somos partículas de Deus.
Nos sempre existimos ?
Afinal existimos sempre ?

Joka

Útero

Tudo torna-se difícil em certos
momentos ..
No horizonte sem montanhas.
Porque deixamos as cavernas ?

Joka


Desilusão diante do naufrágio humano

Silenciamos não devemos dizer
nada nesta noite sombria

Joka

Outono na avenida Bacabal


 Crianças brincam na tarde outonal,
A vida se faz breve , uma gata se diverte
no jardim de uma escola.
Crianças brincam na tarde outonal,
Quantas canções a cantar !
Atravessa-se a cidade.
Bacabal !
Crianças brincam na tarde outonal,

Joka

João Carlos Faria 

Inverno de 2016

São José dos Campos São Paulo Brasil 

 

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