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sábado, 6 de fevereiro de 2016


Não

Republica dos mortos roedores de unhas,
cimento, calor e o mosquito o pequeno
mosquito nos causa calafrio.
Aguá contaminada , Paraíba … a ilusão
da civilidade.
Nestes dias queremos um lugar mais
perto do sol.
Embora as nuvens não prenunciam
chuva. Quero a chave para abrir meu cofre
que só me joga ao vazio.
Não ter medo nestes dias
cotidianos de calor de verão.
Castelos, sítios cercado de
arvores …
E a nação e a mesma
no desfazer de pequenas
utopias. Chuva torrencial na tarde
de carnaval
Tento silenciar- me inutilmente.
Dias sem redes sociais.
Não tremi nem babei.
Apenas vivi.
Não sei mas sei.
Criar ideias, performances,
filmes que nunca serão escritos.
Cinema sem filme, arte sem
obra. Cimento !
Não sei. Não faço.
Existo desisto.
Republica dos mortos roedores de unhas,

Joka

João Carlos Faria

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