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sábado, 27 de fevereiro de 2016


É tanta a desinformação em redes sociais e sites que não
ouso mais escrever uma linha se quer sobre politica.
Prefiro silenciar -me e ler ler ler …
Este caos nos traga e já não quero ser tragado.
Politica não deve ser feita com emoção.
Na politica se trata de uma nação uma cidade da vida em
comum.
Ando estudando leis para concurso e é um imenso
labirinto.
A vida aqui fora das redes sociais vai bem não tenho
mais de dez amigos reais.
Não tenho tanto contanto com tanta gente.
Passo por uma feira sem ser popular ninguém vai
me clicar ou dar um oi.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016


Uma canção um poema e a vida


Dias e dias sem a delicadeza da inspiração. Concentrado em mudar hábitos nada de ficar muito
tempo nas redes sociais. Mas sem canção ? Ai não dá não devemos exagerar nas medidas de austeridade. Precisamos de um pouco de melado para encarar as realidades da vida.
Viver é sempre desafiador especialmente para a maioria da população. Mas sem perceber a
poesia é muito triste. Tem diferença entre poesia e poemas o poema é um registro desta
realidade metafisica. Nem sei se já consegui chegar a um poema na vida.Sou dado a imperfeição.
Transmitir as sutis dimensões da vida é um imenso desafio. E as dimensões que aqui falo é um
canto de um pássaro. O sorriso das crianças e adolescentes. E porque não de vez em quando dar
uma passeada fora do corpo. Chegar a lugares que minhas pernas nunca alcançarão.
Mas fazer uma caminhada avistando a Serra da Mantiqueira que parece que nunca farei um poema
a altura de representá-la mas Ricola já os fez. E seu poema Canoa de Ossos onde nos conta de
um Rio Paraíba nunca imaginado por nós. Hoje o helicóptero da TV Vanguarda fez um sobrevoo
em cima do Rio em Caçapava que imagem de nosso Rio que talvez seja difícil eu ver lá de cima no
céu.
Mas a vida sempre se faz surpresas nunca me imaginei professor alfabetizador e agora tenho este
imenso desafio. Entender este universo de sala de aula é algo magico. Sei dos desafios da educação
no Brasil. Mas um professor e uma sala de aula é uma aventura comparada a que Camões nos descreveu nos Lusíadas. Esta semana assisti a um filme da vida de Confucio um sábio Chines e acho que ele não sonhou se era uma borboleta ou um sábio chines conto musicado por Raul Seixas
e que um jovem professor levou a uma terceira serie primaria. É algo filosófico chegando a
crianças de oito anos.
Mas viver é assim mesmo sempre nos surpreendemos com o cotidiano esta é a magia da
vida e cabe aos cronistas registrarem esta metafisica diária. Que saudade de uma revista como a
Planeta dos anos sessenta e setenta.
Faço este escrito ouvindo Musa Hibrida que musicou um poema de Arnaut Daniel o poema Aura Amara canção e grupo que nunca me canso de ouvir.
E viver se faz vida. E quem sabe ainda escreva um poema que retrate a minha metafisica e se faz
noite e meu coração quer que eu silencie a mente.
A vida é breve. Mas o verão nos incendeia.

Joka

João Carlos Faria

aURA AMARA

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016


Performance 

 Inspirado nas imagens de Marcelo Denny


 Ser ou não ser estranho ! 
Enquanto a cidade sempre caminha em passos.
 Intervenções públicas 
Mostram outras realidades possíveis.
 Artistas ! 
E a cidade, as vilas e vida monótoma uma performance abre sempre o olhar. Nem tudo é cotidiano. 
Imagens, imagens, imagens … 

Joka 

João Carlos Faria

Qual é a deixa para o palco da vida ?

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016


Almirez, Reinaldo Prado, João Carlos Faria - Joka - Kharisto
em algum lugar de São José dos Campos no século XX.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016


E o calor do verão não nos aquece o coração !
E o próximo não é próximo se não temos algum
interesse …
A vida e mais que nossas emoções baratas, o
amor sempre resiste a nossas indiferenças.

Joka

As heranças da civilização pré colombiana


Nestes dias ando me dedicando a mais um concurso. E já estou me acostumando a minha rotina
e ler nunca deixa de ser um prazer seja uma apostila de concurso ou um livro esotérico ou poemas.
Mas viver é isto sempre se aventurar, sempre se jogar e por mais que tenhamos uma rotina nenhum
dia é igual ao anterior e estou vendo que nenhuma apostila é igual a outra.
E as redes sociais as reduzo a alguns poucos minutos que já dá tempo suficiente para saber o que
acontece na comunidade a qual pertencemos.
É preciso saber usar as redes sociais pois através de uma via uma pessoa amiga consegui o link
para fazer a inscrição.
Desculpem não tenho pressa para passar e gosto mesmo é de aprender. E aprender não esta
só em livros esta nas trocas com a vida com o ser humano.
Não acredito que sucesso seja grandes bens materiais. Mas também nunca rasguei dinheiro.
Mas estamos em uma sociedade que não se valoriza o empreendedorismo.
Calma acredito -me de esquerda mas a inúmeras esquerdas. Esta questão de partidos políticos
e somente eleições para se chegar a um vazio poder já não me agrada. Acho que enquanto
civilização podemos avançar muito mais do que avançamos hoje. As tecnologias do pensamento
estão defasadas diante das inovações tecnológicas.
As ciências humanas precisam se repensar. Mas para nos repensarmos devemos buscar os
pensadores e as obras classsicas afinal nossa civilização ocidental e oriental tem um acumulo de
saber. Mas é a herança das civilizaçoes pré colombianas ?
Tão bem colocadas por escritores como Samael Aun Weor, Carlos Castanheda ?
Estas civilizações nos podem trazer novidades ?
E aquela profecia de Caetano Veloso em sua música Índio nos faz refletir. Em que terras
estamos pisando o que era O Vale do Paraíba anres da chegada dos Europeus ?
O que restou da cultura do povo Puri ? Teve outros povos antes ?
Estes trópicos nos encanta. Este calor estas chuvas no verão. Talvez meus próximos cursos
universitários será as ciências sociais. Nunca pretendo parar de estudar. Se adequar as normas
acadêmicas TCC e outras coisinhas e um imenso desafio. Mas só são regras e sem leituras,
reflexões e bancos de escolas não avançamos.
E o Túnel da Igreja São Benedito em São José dos Campos tem gerado varias inquietações ?
Mal sabemos das historias de nossa cidade e um passado mais distante. Portanto compreender
o presente acaba sendo um desafio.
Nossa sociedade deve descobrir novos modelos educacionais, econômicos e políticos.
Devemos avançar para não cairmos numa entropia e um nivelamento por baixos e
na perda de valores humanos.
Os desafios estão sempre ai vamos seguindo.

Joka

João Carlos Faria

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016


Pirata eu ainda não

Dias imperfeitos na perfeição do tempo.
Existir em meio a tempestades.
Leio vorazmente poetas.
E mergulho dentro de mim.
Pirata eu ainda não. Já rasguei bandeiras
já carreguei inúmeras ilusões e muitas
ainda carrego.
Preciso me despir de pesos que não devemos
carregar.
Inúmeros desejos irrealizáveis.
A vida é a vida e se faz agora !
Poetas ensinam-me a simplicidade da
vida.
O destino é um senhor que anda pela
rua com uma mala na mão e sem lugar
para dormir.
E alma dança sua dança enquanto
o tempo passa.
Mergulho na poesia de um poeta nascido
em Ubatuba !
E descubro um litoral impensado pelos
turistas !
A poesia de Domingos dos Santos nos
faz mergulhar e ir visitar a Terra sem
males.

Joka

João Carlos Faria

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016


O túnel que liga a Igreja São Benedito ao Banhado

Tarde sonolenta em meio a leituras de jornais, de repente um cansaço e as leituras
não prosseguem ! Uma revista com um tema sobre a inclusão algo sempre inconcluso
nas escolas será que nos falta amor enquanto educadores ?
Mas os temas são outros aqui neste texto uma caminhada pelo velho Parque Santos Dumont e seu imensos jardins onde casais namoram e nos dias de hoje são casais de todos os gêneros ! Ou opções sexuais como escrevo é uma nova sociedade as vezes nem tão nova assim.
Consigamos entender ou não sãos as imensas transformações de nossa sociedade.
Enfim meio cansado casa, café um certo cuidado com os animais domésticos e cama. Nada
que um comprimido de diclofenaco não consiga resolver.
Depois mergulhei na leitura do livro de poemas Coração a bombordo sementes liricas de Domingos
Santos.
Mergulhei na vida dos caiçaras bem longe de meu olhar de turista e descortinei outros universos.
Mas quero chegar a historia do túnel que dizem existir entre a Igreja São Benedito e o banhado
com uma ligação ao Banhado e ontem numa conversa ao telefone com o jornalista Ricardo Faria
alguém que conhece a historia da cidade e contou – me que ele sabe da existência deste túnel.
Segundo ele na Igreja São Benedito igreja construída no século dezenove e recentemente
restaurada tem lá um porão onde alunos do Olimpyo Catão no começo do seculo vinte estudaram
por um certo tempo enquanto a escola estava fechada.
E o túnel faz a ligação da Igreja com o Banhado era usado como rota de fuga e para se esconder
armas e outros produtos. Antes das represas segundo Ricardo Faria o Rio Paraíba inundava o banhado. E antes de construírem a Avenida São José casas faziam divisas com o banhado portanto segundo Ricardo Faria este túnel não é uma lenda e sim algo que existe ou se perdeu em ruínas.
Mas que a cidade hoje e nossos historiadores, universidades e o poder público precisa esclarecer
a comunidade.
Pois faz parte da historia da cidade. Lenda ou uma realidade ?
Um morador do banhado contou-me que sabe onde fica a possível entrada deste túnel pelo
banhado.
No mais lanço estas perguntas que ainda não temos resposta ? E porque o silencio ?

Joka

João Carlos Faria

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016


Quarta-feira de cinza !

Para não se esquecer os amigos Edu Gair, Harley Campos, José
Omar de Carvalho, Reginaldo Poeta Gomes … eles vivem ...

Por onde anda aquele Balseiro aquele que conversava com
Hermann Hesse em Sidarta.
Procuramos sempre atravessar um rio ?
Viver desventura, aventura.
E tudo em círculos, chuvas de verão.
E eis que o carnaval passa a quarta-feira de cinza chega.
E tudo se faz memoria.
Enquanto a mídia nos engole com seu dragão da maldade.
E quem pode nos fazer agir e refletir.
Dizem que Nietzche matou deus ? E que nas regras
do velho Português aquele que vende pães não se
pode escrever deus em maiúscula.
Mas qual deus ele matou o que mora dentro de mim
anda bem vivo.
E Fernando Pessoa dizia que seu Jesus Cristo vive
em sua aldeia.
Talvez minha verdadeira religião seja a sabedoria
dos escritores que li. E os que ainda lerei.
Sem eles não arriscaria escrever.
A alma resiste as tempestades que nos mesmos
provocamos.
E por onde anda aquele dono de banca de revista
que para mim era o balseiro a sua maneira ?
A vida não é ilusão e os que passarão por nos
estão presentes em nossas vidas.

Joka

João Carlos Faria

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Índios se vestem de mata nas aldeias,
o dia em que se tatuou a casa.


A casa e era uma casa e alguém resolveu
transformar a casa. E começou a tatuar a casa. Sim tatuar a
casa. Umas tintas, grafite e desenhos. Mas pode-se tatuar a casa ?
E o que não se pode ? Tatua- se o corpo eu gosto das
pinturas indígenas. Não suportaria ter o corpo tatuado
não da para se enjoar do próprio corpo.
Não sei desenhar talvez algumas
garatujas. Mas tatuar a casa. Brincar com as cores,
palavras e imagens. Não ser é um imenso desafio e tenho
duvidas se somos quem somos ?
Não ser. O que é que não é ?    
E a arte, não se revela nestes incertos dias é difícil
achar Salvador Dali.
Hélio Oiticica e seus parangolés chegam ao meu olhar
de uma outra maneira.
Performances a casa tatuada. Nosso corpo revestido
e vestido.
E a nudez não se perdoa na sociedade ocidental.
Quando deixaremos de ver o pecado no corpo desde
que Eva comeu do fruto proibido a nudez é pecado.
E a casa tatuada ! Performances, nudez e o homem
anda de saia pelas madrugadas da cidade.      
Índios se vestem de mata nas aldeias.
E a natureza se faz perfeita e o ser humano se
veste. A moda nunca é a mesma vestir-se é
uma arte.
Como sair do olhar comum !
Carnaval, liberdade mas sem libertinagem.
Senzala, casa grande não somos mutantes.
Nestes dia inglórios vamos mudar a rotina,
criar criar criar ao menos nossa cabeça se
rebela.
Tudo passa e a casa tatuada.
Como deixaremos de viver dias comuns.
Quiça um dia uma libertaria sociedade.
Uma tribo pós moderna !
Montar uma tribo em um canto qualquer do
Brasil.
E Raul Seixas pensou em comprar uma
fazenda para sua sociedade alternativa.
E Colonia Cecilia desapareceu em meio
aos desejos utópicas.
E por onde devemos caminhar, criar novos modelos
econômicos e sociais.
Tantas e tantas utopias exóticas … Ubuntu se
faz real.
A casa tatuada !
Não ser se faz mentira estamos presos as velhas
convenções sociais.
Não existe um paraíso para os subversivos,
hippie, utopia … Entre Marx e Andam Smith
como deixaremos de ser cartesianos.
As portas da percepção leio vorazmente
Samael Aun Weor para achar uma vaga
num disco voador.
A casa tatuada agora se faz real.
Quem vai cristaliza -la ?
Que sociedade nova pode ser criada se não
desistirmos ao menos em sermos livres
num escrito.
Deixemos o medo vamos nos vestir
de seres humanos faz tempo que
saímos do paraíso.
A casa tatuada, tatuagem uma nova
moda.
A vida é um imenso carnaval … 
       

Joka

João Carlos Faria        

Escrito mergulhado ao sentir e ouvir a
sonoridade de Rogério Skalab,

sábado, 6 de fevereiro de 2016


ABATE 1
E a cidade em sábado

Mais uma boa iniciativa a revista ABATE acabei de ver a digital
mas este negocio de digital para certas leituras nos faz nos perder.
Resultado alguns escritos e poemas enviados ao Entrementes
meios quase sem conexão.
E tudo acontece e ai uma nova geração nas artes da cidade
que vai além da cidade ! E o mundo não nos percebe mas percebemos
o mundo ?
E cinema ? Criar roteiros ? Fazer filmes nada novo
na cidade ?
Tentei ler a entrevista de Rogério Skylab. E li em fragmentos.
Um texto de Marco Antônio Crispim Machado mas
uma revista merece ser lida em paz.
Tenho a nova edição de Verão da Entrementes aguardando
a leitura mas estou no meio de um livro.
E o cinema na cidade ?
Preciso é criar um roteiro, mesmo que eu filme, edite
e publique ..
Experimentar é o caminho mesmo que as academias
digam ao contrario elas dizem ?
Sei que liberdade é algo quase impensado somos
meros cotidianos.
E o mundo real é insólito e nada de mais acontece
quando não sabemos enxergar !
Saramandaia esta diante de nossos olhares …
E o Maracatu cortou meu cotidiano com sua
sonoridade …
Ganhei a revista impressa do Sesc palavra
Ano 7 , numero 6, 2015 .
E a cidade em sábado ou em um sábado e nada aconteceu nenhuma
mente transformadora encontrei ?
Só gente cotidiana se esquecendo que a vida
é bem mais que trabalhar, comer, reproduzir-se e estudar.
As academias prendem o humano ser. As religiões
oprimem.
E quem pode nos libertar ?
Somente nos mesmos e mais ninguém estamos
sós em nossas jornadas internas.
E ai o cinema de Ingmar Bergman me assaltou ao
meio dia. Deu uma baita vontade de ver todos
seus filmes.
É a arte que nos faz viver em meio a todo este
cotidiano.
Tenho de volta meu movie maker e vou experimentar
e não perdi meu Ubuntu fiz um dual boot.
Cade minha velha câmera Sony este emprestada
vou buscá-la.
Sem nenhuma ideia na cabeça. Mas elas veem
em fuga.
A vida esta ai afinal cade a chuva ?
Parabéns pela revista meus caros
editores : Bruno Yukio Ishiaki,
Marco Antomio Machado, Marcuz Groza.
A cidade agradece a reflexão ! Ou não ?
E importa ?


Joka

João Carlos Faria 

Revista Abate 1 

https://www.academia.edu/20289072/ABATE_1

Estamos aqui na árdua tarefa de tentar existir !

Joka

Cotidiano ou porque estou ouvindo Rogério Skylab

Acordar, dormir !
Comer e ai camarada ?
Somos agora somente
animais ?
E para que raciocinar .
Se todos pensam por nós ?
Tudo já tem um enredo.
Consumir até seu ultimo
dia e nada mais ?
Pensar não pode.
Mudar a si mesmo nem pensar
o mundo muito menos.
Você é mero consumidor.
É tanta dor, mas TV, internet,
igrejas, escolas, trabalho querem
que siga o roteiro.
Ai de ti que ousas ser você mesmo.
Não tente recriar a língua. Criar
palavras novas.
Ou criar seu próprio modo de vida.
Não ouse pensar por si mesmo.
Sua única obrigação e ter um cartão
de credito e nada mais você é só
consumidor.

Joka

João Carlos Faria

https://www.youtube.com/watch?v=bArFanTWQGk
https://www.youtube.com/watch?v=bArFanTWQGk

Não

Republica dos mortos roedores de unhas,
cimento, calor e o mosquito o pequeno
mosquito nos causa calafrio.
Aguá contaminada , Paraíba … a ilusão
da civilidade.
Nestes dias queremos um lugar mais
perto do sol.
Embora as nuvens não prenunciam
chuva. Quero a chave para abrir meu cofre
que só me joga ao vazio.
Não ter medo nestes dias
cotidianos de calor de verão.
Castelos, sítios cercado de
arvores …
E a nação e a mesma
no desfazer de pequenas
utopias. Chuva torrencial na tarde
de carnaval
Tento silenciar- me inutilmente.
Dias sem redes sociais.
Não tremi nem babei.
Apenas vivi.
Não sei mas sei.
Criar ideias, performances,
filmes que nunca serão escritos.
Cinema sem filme, arte sem
obra. Cimento !
Não sei. Não faço.
Existo desisto.
Republica dos mortos roedores de unhas,

Joka

João Carlos Faria

SESC leituras de Caros Amigos !
Crianças brincam carnaval com velhas marchinhas.
Como hoje não foi frutífero para achar algumas criaturas estranhas que ousam tentar pensar além
da manada. Alguns na sala de leitura lendo Veja, Época.
Passo distante destas leituras nos dias de hoje.
Nada contra afinal ler Caros Amigos é soco no estomago para se rever.
Embora já saiba por experiencia própria que não se transforma nada além de nós mesmos.
Mas é papo de esoteristas e ninguém quer mergulhar em si mesmo é que dói e muito.
Na saída quase frustrante um batuque uma banda era MARACATU !
E vi o carnaval diante de mim na emoção de um MARACATU !
Que som para meus ouvidos acostumado ao nosso samba , moda de viola e o MARACATU !
Com sua energia nos contagia !
A vida é cheia de novidades e entendi o conceito de performances na pratica com a ruptura
do cotidiano.
A arte pode até não mudar uma sociedade mas nos tira da mesmice !
E nos abre sempre novas possibilidades de ver e mudar a nos e o mundo enfim a contradição
em tudo e que explica a vida ?

Joka

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016


Shambala

Para que o poema ? Nestes dias de carnaval.
Onde as pessoas se saltam no vazio do abismo
e nos aqui lendo o poema.
Nestes dias que jovens fazem festas as seis da
manhã para sair da realidade.
E nos aqui lendo poemas ?
Uma ilustração de Blake.
Um retiro no Pandavas.
Subir uma montanha.
E as portas não se abrem ?
Lobsang Rampa aos sete anos ficou de fora
de um templo por três dias para conseguir seguir seu caminho,
e entrar no templo.
Para que poemas ?
Se temos que ganhar o pão de cada dia !
Não há outra alternativa a não ser seguir o caminho,
superar nossas dificuldades.
O poema fala da alma e da terra. Fala da vida.
Para que meditar com hora marcada ?
Afinal assistir a um jornal com suas meias verdades
não vai me fazer subir a escada de Jacó.
Sentir o universo de outras maneiras.
Nem tudo esta perdido mesmo que ainda nossa
alma seja pequena.
Ir além de nossas impossibilidades.
É carnaval e não vou a Shambala !


Joka

João Carlos Faria

Refletindo dois poemas de Elizabeth Souza