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domingo, 24 de janeiro de 2016

Poemas quase solares enquanto a lua nos habita

Sol
A tarde se inicia,
vento …
O tempo inexistente da
suas voltas em torno da terra !


Sol
A cabeça gira,
ontem não estive dentro
de mim !


Sol
Não me decifro,
alma vagante
desde tempos imemoriais !

Sol
O amor pela flor
nunca se concretiza !
A solidão é uma fera sem
identidade.

Sol
O canto do pássaro,
esta distante !
Assim como o decifrar
do animal que me habita !

Sol
Tarde longa de verão,
preciso acostumar-me ao
meu silencio.

Sol

Não sou eu nem eus
sou minha essência,
a ser decifrada.

Poemas numa quase tarde enquanto
a solidão se faz presente.
E a perspectiva do amar não se realiza !
Ainda aprenderei a conviver comigo mesmo
para compreender o próximo !

Joka



João Carlos Faria

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