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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Uma reflexão anexa ao poema ou tentativa de
poema : Uma tentativa concreta de
poesia para São José dos Campos !

E a poesia não nasceu concreta
abstrata e não decifra o vento
que bate em nossos rostos
após descer de um ônibus na
Avenida São José !

E a impressão de rever o Banhado !

Para não fazer uma cronica dedicando o sentimento
de amor a cidade !
E sem a concretude de um José Moraes Barbosa ou
a síntese de um Paulo Rafael.
A cidade e suas tentativas poéticas não nasci em
São José mas fui criado nela.
E todo amor a cidade !
Que a poesia chegue aos corações consumista de
seu povo.
E o amor a cidade chegue a todos nós.
Não somos só a cidade do consumo temos
uma historia e uma vida !
Estamos diante da Mantiqueira e só a Serra
já inspira a arte e a poesia !
Que a produção de cinema nasça na cidade
das palavras para ser imortalizada em
imagens além da poesia inacabada de seus
poetas incompletos !

E que poeta se faz completo !

A cidade, sua alma sua gente
diante da Mantiqueira.
E o Rio Paraíba do Sul !
Merece ser retratada pelos poetas, músicos,
atores !
E porque não nascer um movimento de cinema !
A cidade é Viva, amor, dor e fé !
Em suas praças e cantos e recantos !
Que a poesia ao alcance nossos corações consumistas.
E a cidade pulsa.
São José dos Campos !
São José nos engole nos devora !
Indecifrável cidade ! Que cidade nos esbravejar de
um Ricardo Faria.
E na poesia de suas mulheres de São José !
Cantemos a vida, dancemos uma imensa ciranda
na Praça Afonso Pena … Numa eterna Celebração
ao Renascimento da Poesia e do Humanismo
no cantar solitário de Edu Planchez.
A vida se faz livre diante da brisa do banhado !

Joka

João Carlos Faria



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