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sábado, 21 de novembro de 2015

Para que falar dos que não existem !!!

Inspirado no poema FILHAS (OS) DE PORRA NENHUMA
Poema: Edu Planchêz


Na noite que se inicia o ultimo gole
de café.
Enquanto a cidade silencia no estrondoso
movimentar-se.
Leio a voracidade de poetas abissais.
Não me perco em hai kais que nada
me dizem na poesia da forma.
Versos livres , métricas , rimas.
Precisamos dizer sobre as alegrias
e as dores que estão dentro de nós.
Chega da genealogia de nomes que
não nos diz nada.
A poesia calada no silencio do século
vinte e um.
Viva em sites, redes sociais.
E o mundo explode em caos.
E respiro e fico em silencio.
Meu silencio cheio de caos onde
anjos e demônios adentram sem
bater na casa pensamento.
Quero silenciar-me alcançar
minha real existência.
Vivemos neste sonho nem borboleta
nem homem.
Fantasmas, zumbis.
Que não desvenda a ciência do
bem e do mal.   
Não ser discípulo e ousar saltar
os abismos. A vida é breve.
Tchau.

Joka

João Carlos Faria
 

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