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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

CANTIGA

Je n’était que son ombre

Tristan Tzara

Penso em você eroticamente.
Até a fabulação
de outra margem,
na estranha habitação onde os números,
pares e ímpares, enlouquecem.

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Um minúsculo leão branco habita a sua fenda.

***

a ferocidade
no limiar da noite,
quando a pele —
desmedida, irremissível,
se projeta em outra pele:
nenhum destino além do nervo tumultuário.


http://www.revistazunai.com/traducoes/tristan_tzara.htm


Transformações das impressões que não existem

Canção sufi Poema erótico encantador .
E a noite nua atravessa meu olhar.
 Como não encantar-se com a foto da mulher indo ao banho.
Cancões, sonhos … Vida !
Nos perdemos nas ilusões diárias.
E as fendas nos absorvem.
E tudo recomeça nas dimensões de alcovas indecifráveis.
E a ilusão se desfaz.
Na frustração de desejos não realizados.
Apenas um poema, uma canção sufi e uma foto.
 Transformar impressões que fazem nascer o dragão das maldades.
Universo desejo. Criação.
Preciso reler Samael Aun Weor. A esfinge nos devora ?

Joka

João Carlos Faria

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