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segunda-feira, 12 de outubro de 2015


Hoje ainda sendo segunda desfrutamos a
poética de Domingos Santos.


Na quase madrugada
a poesia resolve dar as caras
ela que nem sequer apareceu
durante o dia.
Nem chegou até mim em velhos livros
empoeirados
E estranhamente nem sendo sábado
numa segunda.
Transforma-se em Domingo.
Neste calor onde as baratas insistem em
não irem embora.
E os fantasmas dos dias uteis aparecem
para nos tirar o sono.
E o chuveiro pinga pinga.
E um poeta lá das bandas de Maranduba
onde na Serra encontra-se a cachoeira
da Renata.
E ondas hoje estão altas.
Vem o poeta a nos trazer algum alento.
Com suas incovinencias.
Com a amiga HOMOFONIA …
Ele nem bate a porta nem precisa ser anunciado.
Ele entra e não se apresenta já conquistou o
coração de um leitor.
E livros ?
Quando teremos um livro amarelado pelo
tempo com a poesia de Domingos.
E cade os Santos nesta historia toda
não coube nesta tentativa de poema.
Devem os Santos se fazerem presentes nas
Terras sem Males.
Na quase madrugada a poesia nos salva.
E nas terras sem males é um eterno sábado.
Sempre com a chegada de Domingos.

Joka

João Carlos Faria



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