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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Desculpe-me não sei ler sua mão

Os livros dos Mortos Tibetanos, Egípcio. Mas temos um livro da vida para
estes momentos onde o abismo se faz tão atraente ?
Somos sombras nesta imensa caverna. E um homem resolve subir a Pedra do Bau na
Serra da Mantiqueira e lá do alto se joga nú para um voo.
Não ter asas nos prende a terra. Só nos resta enquanto seres viventes fazer fluir a imaginação.
Quantos caminhar por entre espinhos e rosas. Numa estreita estrada escura e sombria.
A vida leve e a pena mais leve que o coração sei lá qual é esta dúvida.
Anúbis e seus juízes nos faz refletir diante dos abismos.
Quantos segredos nas entrelinhas de qualquer livro. Não desvendamos a lirica dos
sonhos. Em nossas jornadas de descida ao abismo.
Desculpe – me não sei ler sua mão.
Nem sei quantos passos ainda nos resta ?
Viver um imenso desafio que saudade de quando navegávamos com Camões pelo
mar.
E nada de monstro só os que habitam nosso castelo interior.

Joka

João Carlos Faria


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