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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Cotidiano

Ao cair da tarde

De mansinho a tarde vai dando seu adeus. E eu absorto
em uma leitura percebo o iniciar de uma noite de inverno.
A tarde se vai e a noite com um friozinho. E as estrelas
por onde passeiam ? Ainda não hás vi.
Mas é a vida entre as noites e os dias. Entre trevas e luz.
E tudo se transmuta dia em noite, noite em dia.
E nos eternos ?
Versos na diversidade da vida.
Retorno ao velho livro.


O velho escritor

Estrelas, galaxias e eu aqui e nada
decifro ?
E a vida entre invernos e primaveras.
E na manhã vejo um velho escritor
mostrando seu mundo.
Henry Müller já passado dos oitenta
anos.
Sempre nos provocando.
Em um velho documentário sem áudio num
canal de TV.

PS : Canal Curta

Brevidade


Tudo se esvai na ampulheta de um tempo
inexistente e para a crianças só o hoje é real.
Breve longa vida.
Para que jogar cartas, o destino é uma mera
fantasia.


Abismo

Profecias, caminhos.
Desejos.
Mera fantasia humanas.
Quais caminhos seguir nesta sequencia
de descida aos abismos.
Retorno a leitura de um velho livro.


Joka
João Carlos Faria




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