Seguidores

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

E o Brasil despertou ?

Roda Viva, Globo News, sites revistas Carta Capital, Folha de São Paulo
e por ai vai e esta crise moral terá solução?
Dias destes postei que não devemos mais votar no PT, PMDB, PSDB ?
Devemos aprender a fazer politicas de outras maneiras.
Coxinhas , esquerda caviar e tudo o mais na degradação diária do debate
politico no Brasil.
Sei que sobreviveremos a tudo isto mas e a corrupção continuará do mesmo
jeito ?
O prefeito Carlinhos Almeida do PT de São José dos Campos em seus dois primeiros anos
de mandato segundo o Jornal O VALE :
O número de funcionários comissionados (contratados sem concurso) na Prefeitura de São José dos Campos aumentou 77,75% em dois anos no governo Carlinhos Almeida (PT), saltando de 409 no final de 2012 para 727, em 31 de dezembro do ano passado.
E ai até quando suportaremos tantos cabides neste município e no Brasil todo ?
E a cidade silencia ?
E nos não provocamos somos sim provocados pela classe politica Brasileira e esta
classe é fruto da própria sociedade.
Até quando eles continuarão a chamar o povo de palhaço ?

Joka
João Carlos Faria



domingo, 30 de agosto de 2015

Precisamos ter fé

Boa tarde iniciada a saborosa leitura de O pretérito das horas de Jorge Pessoto.
Ouvindo Cristina Amaral A natureza das coisas e quem sabe escrever uma
cronica sobre a Vila Ema bairro tradicional de São José dos Campos.
Enquanto as utopias de esquerda viram escombros e o Brasil se transforma
num enorme caos moral, social e econômico. Entre as dores morais e os dilemas éticos. Quando veremos uma luz para a saída desta
imensa caverna ?
Já é hora de subir as escadas do inferno em direção a luz do sol.
E a realidade nos mostras que os fins não justificam os meios. E vivemos diante de um imenso
abismo.

Joka


João Carlos Faria

Cristina Amaral A natureza das Coisas

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Leituras de Petrarca , ouvindo Cicero em dia turbinado de frio e chuva.
E as emoções vazias da politica onde nada acontece.


E a vida que leve brisa a nos levar.
E as muralhas que devem ser transpostas.
Viver é ?

Cansaço, fé.
Destino?

Sobreviver nunca foi viver.
Devemos viver.

Emoção, destino
Caminhos.
Descaminhos pela
estreita estrada.

Mergulho neste eterno
ir e vir.
Afogo em minhas emoções.

Acabei de ler Basho,
riachos suas águas descem da Mantiqueira.
E o gigante ainda adormecido ?

Estradas, canto de pássaro.
Dia molhado.

A vida, leve em seculos
a terceira idade.
E nunca nunca nunca a felicidade.

Não sei a arte do soneto nem sei fazer haikai.
Mas a arte pulsa no corpo na alma.

E a derradeira libertação vem através
do entender o infinito.
E o amor mera ilusão nunca chegaremos
ao inicio das três montanhas ?
As portas do inferno estão abertas.




Joka

João Carlos Faria





Cicero um dos muitos do novo cancioneiro Brasileiro




Cicero ouça

terça-feira, 25 de agosto de 2015

A morte do automóvel
Se um dia fosse prefeito proibiria carros no centro de pessoas físicas só andaria de empresas.
E criaria bolsões de estacionamento e um bondinho gratuito. E teria tarifa zero na cidade toda.
E a fonte arrecadatória seria o IPTU.
Dalhes nesta gente egoísta Carlinhos Almeida, Fernando Hadad.
O mundo esta mudando e não terá espaços nas grandes cidades para automóveis.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Quem é este Pedro que abala o bom mocismo da poesia de hoje ?


Dentro de meu planejamento para uma segunda – feira não estava contando que escreveria
alguma coisa. Segunda -feira dia de nos concentrarmos nos problemas do dia a dia. Mas
eu com minha mania e a eterna luta contra o jeito cartesiano e certinho de navegar que nos é emposto a todo os momentos principalmente nas arte e educação. Tento nadar contra a corrente
enquanto uso um personagem de quase politicamente correto. Eu que fui editor do LITTER
nos anos noventa em que cada jornal que fazíamos tinha uma enorme provocação a caretice
daquela década. Acabei pegando a revista Língua da editora Segmento – Novembro de 2014
e nas muitas e boas matérias que já li e devo até reler como A genética define o idioma de Luiz
Costa Pereira Júnior mas no final da revista tem uma bomba que mexe com a literatura de hoje trata-se do senhor Pedro José Ferreira da Silva em um artigo de Marcílio Godói e quem é este Pedro ?
Quem entende e gosta de literatura sabe simplesmente Glauco Mattoso é este poeta que simplesmente nos provoca e traz novamente o soneto de uma forma moderna. Em um livro
que li das Cartas de Paulo Leminski a Regis Bonvicino já se falava ali de uma carta que tinha
recebido de Glauco.
Eu vi Glauco declamar muito no programa Musikaos da TV Cultura infelizmente acabou.
E Glauco esta ai sempre a nos provocar com uma poesia forte sem meias palavras, escatológicas
que nos faz refletir a arte. Mostrando que arte nem sempre é o belo mas o que nos provoca
e quem disse que viver é algo fácil se o fosse não haveria filósofos, artistas , poetas e todas as
tentativas de camisas de força que nos aprisiona nesta caótica sociedade.
Não dá para tentar entender este poeta ou qualquer um dos viscerais entre eles Leminski, Roberto Piva e muitos outros que não cabe aqui.
Mas a literatura esta ai para incomodar e não ser certinha. Com ele chegamos aos Xamas , guias
espirituais para o bem ou o mal. A palavra cria sem o verbo não há existência.
Mas resistir a tudo que nos prende neste caos que é a sociedade atual. O que faz falta é que
as cabeças que ousam pensam preferem a solidão. E navegamos sós nos barcos da vida.
E no Parque Vicentina Aranha em São José dos Campos estava lá numa estante de doação
que já levei muita coisa esta revista. E numa tarde pode acontecer de tudo e como uma música
do cancioneiro popular de Petrucio Amorim.

Se avexe não
                      B7
            Em
 B7
amanhã
pode acontecer tudo inclusive nada
         Em
se
avexe não
E o nada não se fez fiquemos com a poesia sem nenhuma definição de Glauco Matoso que
nos incomoda mexe com os demônios que estão dentro de nós e que devem aparecer para
mim decepá-los. Quero me ver livre dos demônios para ir além do bem e do mal.
Quantas montanhas devemos subir e quantas vezes devemos descer aos infernos ? A jornada
é dura o deserto esta ai a nossa frente.
Viva a poesia. Que nos incomoda e nos faz navegar.
Confiram a música na voz de Cristina Amaral.

Joka

João Carlos Faria

Alguns poemas de Glauco Matoso


Alguns poemas de Glauco Matoso

         
SONETO 274 PACIFICISTA [GR ]
 
Apelos pela paz são comoventes:
Parece até que toda a raça humana
ou quase toda, unânime, se irmana
na firme oposição aos combatentes.
 
Campanhas e cruzadas e correntes
envolvem muita mídia e muita grana,
mas nada se compara à força insana
do gênio armamentista em poucas mentes.
 
Pombinhas, flores, nada disso importa
na hora da parada militar,
se acharmos que o perigo bate à porta.
 
A fim de protegermos nosso lar,
deixamos que haja tanta gente morta,
mas não aqui: só lá, noutro lugar.



SONETO REMONTANDO A 1999
 
Me veio sem aviso: após o gozo
noturno, entre uma insônia e um pesadelo,
percebo que a memória é poderoso
recurso e que preciso conhecê-lo...
 
Sucedem-se os sonetos: volumoso
parece ser o veio... Em breve, o selo
Ciência do Acidente dum Mattoso
febril publica a praga, o berro, o apelo:
 
Entre uma "Centopéia" e uma "Geléia
de rococó", completa "Paulisséia
ilhada" a trilogia que hei criado...
 
Começa a nova fase, que não finda
nos mil, nem nos dois mil, pois muito ainda
virá calar quem quis me ver calado.






SONETO INGLÓRIO (RECRIANDO O
SONETO 192 DE PETRARCA) 1073


Revejo, a sós comigo, o meu fracasso,
que pela lei do Além tive por pena.
Amarga-me o sabor, e me envenena,
das trevas, às quais tantos versos faço.

Artífice me torno, e meu espaço
não passa do soneto, embora a pena
dedique-se ao louvor de quem tem plena
visão e me espezinhe a cada passo.

Folhagens verdes, flores coloridas
destinam-se aos que podem, rindo, vê-las:
aqueles cujos pés, num par de Adidas,

passeiam-me na língua, enquanto pelas
surradas solas sejam as lambidas
mais ávidas que um olho a ver estrelas.

         (de As mil e uma línguas)


Pesquisa dos poemas :





domingo, 23 de agosto de 2015

Sei que sou o mais imperfeito de todos
os seres humanos ...



Sei que sou o mais imperfeito de todos
os seres humanos ...


Domingo meio dia.
O sol lá fora, todas as leituras da vida.
O quarto o sol.
A vida sem poesia seria tão inútil.
Por estes dias andei sem arriscar versos.
E acabei de ler Monteiro Lobato não aceitou os
versos de Cora Coralina.
Só me resta neste dia sair pela cidade e nada
mais.
O céu de inverno nos ilumina.
Novas canções da MPB.
E ontem a noite num mudar de canal.
Gil Caetano, Caetano Gil ..
Que riqueza é nosso cancioneiro.
E descubro aos acasos a nova canção Brasileira
estamos salvos.
A vida é a vida, caminhemos não sei se
a morte é algo realmente poético.
E um casal morre num Castelo fazendo amor
cairão no fosso.
E suas almas sairão juntas no ultimo êxtase.
Poetas para que serve a poesia ?
Nem sei mas ela esta dentro de meu coração.
Sei que sou o mais imperfeito de todos os
seres humanos.
Mas o Sol na tarde de domingo me excita
a sair só me resta caminhar.
E a cidade se enche de Sol.
A vida se faz neste exato momento não existe
passado nem futuro tudo é um eterno agora.
E as canções de Gil e Caetano são irresistíveis.
E descubro a nova MPB.
Quem sabe chego numa segunda- feira tão
imperfeita e tão cheia de vida.
Por enquanto saboreio a tarde de Domingo que
ainda não se iniciou.

Joka


João Carlos Faria

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A um AMIGO. Via e-mail.
Mas acho o Estadão intragável sou mais Folha que também li. 
Acho que faz falta um espaço para se debater noticias. 
Em espaços de cultura ou politica não é cultura?
Estamos cheios de poetas, intelectuais analfabetos políticos.
A um tempo atrás li na Folha que no Iraque ocorria só em Bagdá
mais de duzentos sarais onde se debatia politica.


Abraço.


Joka  


http://vidanacidade.ovale.com.br/mais-nosso-ou-mais-meu/


MAIS NOSSO OU MAIS MEU?


Inspirador o artigo da colunista Federica Fochesato no O VALE desta ultima sexta- feira
coloca – nos várias questões e me traz ao debate da cidade. Enquanto estamos atentos a
politica nacional e lendo o editorial de O VALE de hoje que diz que Brasília vai ferver
mais ainda. Enquanto isto a economia da uma bela travada. Mas não é hora de repensar
os rumos da economia ? Nos últimos anos a industria automotiva ganhou um peso cada
vez maior o assim chamado motor da economia ?
O Brasil carece sim de lideranças como clamou recentemente o vice -presidente Michel Temer
e Frederica encerra seu artigo falando de uma provável chance do prefeito paulistano Fernando Haddad não se reeleger então se os paulistanos não o reelegerem abre-se o caminho Haddad
2018.
Haddad hoje representa um arejamento na politica antenado as idéias mais avançadas de
como se enxerga a sociedade foi Ministro da Educação de Lula.
Pena que o debate nacional entre esquerda e direita não se aproveita quase nada. Uma mera
disputa de poder que tira a chance do pais avançar no debate de idéias e ações.
Como desenvolver um pais com menos impacto ambiental ?
O PT criou um grande mercado interno no pais. E sempre foi ligado ao empresariado ele
fez uma transformação de mercado.
O Brasil possui inume-os desafios como a questão da insegurança enfrentada no Rio com
ousadia mas em São Paulo até boatos consegue parar uma cidade.
O Brasil tem rumo e tem jeito sim devemos acreditar mas precisamos renovar os quadros
na politica a direita e a esquerda.
E Haddad é um nome que desponta e Marina como fica com seu partido que ainda não
esta registrado por duas eleições em terceiro lugar.
Existe uma massa de eleitores que esta havida por mudanças mas não se sente convencida.
Que estranho estamos mesmo encurtando o mandato de Dilma mas é a politica e os fenômenos
das redes sociais.

Joka

João Carlos Faria




quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Nestes dias conturbados na politica na economia.
Onde quase ninguém se entende O Pequeno príncipe é um alivio
ao corpo e a alma.
Mostrando que devemos ousar e buscar outros caminhos enquanto
indivíduos e sociedade é preciso sonhar.
Ir além de utopias e buscar o novo e a arte , filosofia nos mostram
estas possibilidades.
Estou me esforçando muito para não escrever sobre nossa vida
politica. O sol reina no céu.
 Antoine de Saint-Exupéry nos deixa a lição que viver é bom.
Em qualquer idade.

Joka


João Carlos Faria  

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Primeiro Sarau Assombroso na Casa de Cultura Chico Triste


A velha banda Made in Brasil iniciada nos anos setenta tem uma música assim A MORTE NÃO TARDA VOCE TAMBÉM VAI MORRER .. E ontem uma segunda – feira a noite cheguei ao
CHICO Triste e deparo -me com alguns mortos em suas tumbas entre eles Charles Bukowski, Fernando Pessoa , Oscar Wide e para minha tristeza estava lá entre os mortos que fomos celebrar
o poeta e colunista do Entrementes o senhor Dalto Fidêncio e eu não sabia só me restou mesmo nunca bebendo pegar uma velha garrafa ao lado do tumulo de Bukowski. Dalto já entre os mortos ?
Chorei por saber que nunca mais leria suas cronicas nem mais seus poemas e por saber que ainda
não temos uma editora na cidade para publicá-lo e agora Dalto acompanhado no além de José Omar de Carvalho, Paulo Núbile, Helena Calil e tantos outros numa genealogia de bons escritores que
passaram por São José dos Campos só nos cabe agora fazer uma revista que entre os escritores vivos e mortos desta Cidade das Palavras.
E assim caminhamos ontem uma bela experiencia de jovens poetas e escritores da cidade estavam lá
alunos das oficinas de literatura ministradas nas Casas de Cultura da cidade.
Numa demonstração que Ação Cultural realmente acontece quando se dá espaço e liberdade a comunidade e isto muda um pais.
E os poetas Poliana Camargo, Erick Fernandes, Fábio Camargo conseguiram dar um passo
a mais na idéia de sarais que acontecem na cidade a muitos séculos.
Entre os que foram lidos uma historia do escritor e ator Ruberval Rodolfo de seu livro Um grito no Vale junto com Donizete, Ricardo.
Então esperamos que este sarau aconteça de novos nos vários espaços de arte que existem pela
cidade.
Foi uma experiencia entre a vida e a morte e Dalto passa muito bem já esta entre nós até quando
nenhum de nós o sabe ?
Que iniciativas como estas continuem acontecendo em nossa cidade.
Que Alexandra continue a estimular estes novos artistas. E a vida ainda segue para nós que ainda
estamos vivos só os céus o sabem atá quando até quando até quando …
Que tal um curta com este belo elenco?

Joka

João Carlos Faria

PS : Desculpem os que não foram citados a memoria afetiva não fotográfica continuemos continue-os a eternidade é hoje.


Parabéns a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O analfabetismo politico e a covardia entre os que se acham intelectuais
é de dar dó.
Enquanto o Brasil pega fogo uma boa parte sempre se acovarda irão

morrer de caganeira. Eita muro.  
Brasil a direita perde seus direitos

O problema maior destas manifestações a direita é que os interesses do
povo que protesta e não protesta esta sendo atingindo segundo alguns
colunistas que ando lendo.
Estes acordoes que estão sendo feito estão prestes a tirar muitos direitos
garantidos no Brasil.
Enfim a elite Brasileira esta vencendo de 7 X O.
Porque a maioria esta soltando os cachorros em cima do PT e de Dilma.
O povo é que esta indo a nocaute e não um governo. Como somos
otários.
Dilma virou uma mera judas sendo malhada assim como Lula precisamos
aprender a reagir.
Enquanto isto José Serra nada de braçada. E um sombrio 2018 se prepara.
Brasil acordai-vos deixemos de ser inocentes uteis. A esquerda esta em
frangalhos.

Joka


João Carlos Faria
Muda a pauta

Será a Dilma a culpada por não ter chuva ? Será a Dilma culpada por tantas e tantas
sinusites no Sudeste.
E um médico muito anos anos atrás disse que a única solução é morar no Sul da Bahia
quem derá.
E o pais com tantas pautas mais importantes para se mobilizar e ir para a rua escolhe
tirar uma presidenta eleita democraticamente.
Mas com tantas coxinhas e agora batizada a esquerda por Zé Simão de mandioca poderíamos
fazer um grande sopão na Avenida Paulista.
E convocar uma dança da chuva.
Acorda Brasil muda a pauta.
Precisamos sim de mobilizações para que mudem os rumos do pais. Mas tirar uma presidenta
é de uma enorme inutilidade o sistema é que é podre.

Joka


João Carlos Faria

sábado, 15 de agosto de 2015

Reflexões ao ler Carta Capital


Chacina
Corpos cravejados de bala.


Noite
Silencio diante de nossa inconsciência.
Somos predadores de nós mesmos.


E ao longo de séculos. Seremos sufocados pelo ar irrespirável.
E a terra não dará frutos.
E nossa inconsciência nos faz matar rios, destruir florestas.
E a VIDA é um mero detalhe.

Nossa pressa em chegar a destino nos mata.

Noite
Almas vagam em bicicletas
colhendo os restos nos lixos alheios.

E a vida mero números nas contas bancarias.
Deixamos de ser cidadãos.
O papel de consumidores nos torna felizes.

Chacina
Corpos cravejados de bala.

Vida apenas para consumir.
Enquanto o Sol se põem.

Joka

João Carlos Faria  

Ela desapareceu nas curvas da vida

Bom dia para vocês nesta manhã mas para mim alma errante.
Buscador das respostas universais não me sobra nada na
feira de todos os sábados.
Simplesmente a moça que vendia deliciosas pamonhas já
não esta mais na barraca.
Nunca nunca mais como no poema de Edgar Allan Poe.
E assim tantas perguntas que nunca temos respostas
o que é Deus ? Quem é Deus ?
Se o universo se expande para onde ?
Ó triste sina é a solidão humana.
Rondamos pelo universo quem sabe num universo paralelo
ela esta lá a vender suas pamonhas.
É a vida irei me recuperar pois como cantou Vinícius hoje
é sábado.
Bom dia ...

Joka


João Carlos Faria

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O mundo de contos de fadas virtuais

Coxinhas, caviar …
O uísque da tarde.
Charutos Cubanos.
Nas periferias mais um chacina.
Seja Rio, São Paulo.
Ou perto de nossa casa.
E a guerra – civil real se faz pronta
as vezes em atacado no varejo.
E nos esquecemos que as vezes seremos nós.
Que vai levar uma facada no pescoço.
Perder o emprego.
Enquanto isto as brigas estereis entre coxinhas
e amantes do caviar.
E na esquina a morte e a prostituição infantil
enquanto a um estéril debate sobre a menor idade.
Para quem não vai ter idade nenhuma.
A senzala não cabe no poema. Continua a não
caber Ferreira Gular.

Joka


João Carlos Faria

A técnica para se plantar arvores


E a luz da tarde se esvai não há como ler um haikay.

Joka

E assim veio uma inspiração para traduzir este hai kay de minha autoria. O artista Alberto Marsicano faz um belo ensaio
sobre Haikay em seu livro ou pós Basho em Trilha Estreita ao confim pela editora
Iluminuras.
O ensaio que acabei de ler e bem esclarecedor sobre este gênero que acompanho de maneira
meio distante em minha aventura pela arte da escrita. As vezes acabamos nos dedicamos as
formas e esquecemos do discurso a estética nos leva a estes estudos pois a escrita depende
de forma e conteúdo. Pois sem estudo seja de qualquer coisa que fazemos nos perdemos.
Ontem com um amigo perguntei da técnica para se plantar arvores ?
E eles com uma ação quase cavernosa de sua sensibilidade meio desumana me respondeu
faça uma cova. Plante a arvore e agoe. E eu nas minhas eternas teorias me perdi.
Que livro que veio parar em minhas mãos via Gustavo Terra.
E a arte nos engana o tempo todo nestes caminhos leberintincos de amor e dor. E ai fui
no google tradutor e traduzi meu recém poema para o Japonês e descobri lá a tradução
também oral e brinquei e brinquei e brinquei em várias línguas.
Cara estas tecnologias nos permitem avançar nas pesquisas de linguagem. Preciso é achar
umas parcerias para meus próximos cds. Arte é brincar nada mais.
Experimentar é o único caminho se nossa arte se perder por ai não fará nenhuma falta
o prazer e a dor já foram saboreados. Não devemos ter medo do esquecimento minha
sua alma deve-se reconhecer tudo o mais é vaidade.
Lembrando que este amigo meu adentrou os caminhos das pinturas esotéricas e navega
sozinho por este mar. Davi F. F. Gosta da solidão artística não é meu caso.
A vida é fogo e água. Cada horas somos uma pessoa diferente. E a noite chegou para
mim na leitura de um livro. Basho esta agora registrado e gravado em meu coração.
Alberto Marsicano é um nome impar em nossa arte fazia de tudo. Tive o prazer de
assistir a um show dele.
Eu sei que sou mera limitação por isto não gosto muito de estar fora de coletivos de
arte, politica e filosofia.
Tudo ao meu ver se mistura. Devemos nos lançar a voos. Confiram este livro e este ensaio de
Marsicano : A trilha errante do Haikai
Vou presenteá-los com alguns deles aqui.

Joka

João Carlos Faria

Oscar Wilde : > - O céu negro
Os narizes rubros
E a neve

Ezdra Paund … Tão fresca quanto pétalas e umidas
do lirio do Vale
Ela deita a meu lado na aurora




Joka


E a luz da tarde se esvai … não há como ler haikai
Joka


アフタヌーン光がなくなって...俳句を読むための方法はありません


  




 Afutanūn
 hikari ga nakunatte... Haiku o yomu tame no hōhō wa arimasen


而下午的陽光不見了......有沒有辦法讀俳句


  




 Ér
 xiàwǔ de yángguāng bùjiànle...... Yǒu méiyǒu bànfǎ dú
 páijù


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

E um dia Deus depois de uma soneca e meio descansado.
Resolveu criar o universo.


Joka  

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Elefantes no quintal de Copacabana

Eu aqui no quarto enquanto as armas nos desarmam.
Enquanto policiais morrem nas ruas.
E são entulhados em quarteis.
A vida na nação brasilês.
É dura e fora da realidade.
Tudo sempre por vir e nada nos acontece.
Enquanto crianças indígenas morrem de diabetes
por beber refrigerante e comer doces.
E já não cabe nada na mente deleto tudo.
Ouço Caetano … e adentro nas margens dos rios.
Na calma que nos salve a alma.
E a fé …
Andai-vos a pé.
E nestes dias nem um livro …
nada leio …
E não tenho medo.
E nada entendo em meus sonhos.
Sou analfabeto não entendo a fala dos anjos.
Dimensões sutis …
Elefantes no quintal de Copacabana.
E minha alma mora num casebre no Complexo do Alemão.
Ela saie a buscar as almas que se desprendem de seus corpos.
Caminha pelo Rio, Brasília vê tudo e não diz nada.
E a vida segue enquanto aprendo a matemática elementar.
E me desarmo do temor de ter medo.
Tudo mera ilusão.
Num piscar de olho de um Jacaré no Pantanal.
Não mais estaremos aqui e tudo sempre segue.
De corpo em corpo e nenhum copo na mão.

Joka

João Carlos Faria






Caetano Veloso decifra o Brasil a letra é atual.
E estamos sempre algemados ? Diante de nossas
misérias ?
O que nos falta para as utopias. Se mal damos conta
dos incendios. Que Brasilia provoca na nação. 
Devemos decretar o fim de Brasilia ?


https://www.youtube.com/watch?v=nSJHrHrBkPIhttps://www.youtube.com/watch?v=nSJHrHrBkPI