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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Nos labirintos do inferno

Durante uma caminhada entre a reflexão das estratégias profissionais para chegar ao mercado geralmente de gados marcados e ônibus lotados nas grandes cidades onde ter uma carteira registrada
já dá para ter o cartão de crédito ou um mera posição de funcionário público bem comportado. Sempre estamos nos encaminhando para o matadouro sem perceptiva de luta.
E a arte e a politica sem opções revolucionárias ? Nem falo da economia.
Por onde anda a inventiva humana nestes dias inglórios. A arte não se renova tentando enxergar
movimentos vemos as velhas revoluções de hoje sempre reinventores da roda ?
Que geração é esta que não se reinventa o facebook não nos trás novidades no dia de hoje.
O cinema Brasileiro não passa de uma cópia mal feita das comédia americanas. Deve ter a até suas excessoes ? Mas não me vem no momento. Assisti dias deste Lucy de Luc Besson ai sim algo
para nos prender a atenção. Mas tem mais e nas artes plásticas ouvimos falar de quem ? Ou algum
coletivo ?
Precisamos respirar nos reinventarmos enquanto indivíduos e enquanto coletividade. Mas queremos
deixar nossa zona de conforto ?
A esquerda deliciou-se no poder por anos a fio e agora esta posta em cheque ? Pela direita coxinha.
A vida da imensas voltas e a massa sempre massa. Agora sem chances os empregos se escasseiam
e a roda do consumo gira ao contrário.
Mas nossa economia se baseia em consumir ? Em adquirir tudo ?
Mas o pobre planeta Terra nossa Mãe Gaia suporta tanto ?
E novas ideias de junção humana para criar cooperativas ? Coletivos de trabalhadores ?
Nada vejo nas redes sociais ou nas buscas pelo já velho Google talvez eu nem saiba os
caminhos da pesquisa ?
A vida é muito breve. Entender de fato e vivenciar os ensinamentos esotéricos é um imenso
desafio e diante do abismo não criamos asas ?
O século vinte um deve se renovar. Novidades devem ir além da capacidade tecnológica
e acabo me empolgando com a idéia do Windows 10 e esqueço-me da coletividade do Ubuntu na verdade preciso dos dois sistemas. Nos dividimos tanto e somos unidade.
E entre entrar no absoluto ou ser tragado pelo abismo entramos em uma imensa entropia. Devemos
sair de nossa miséria humana. Mas como ?
Se somos cegos a guiar cegos. E arte pode realmente nos salvar ?

Joka



João Carlos Faria

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