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segunda-feira, 13 de abril de 2015




A poesia que retorna as vísceras

Marcuz Groza é para ser lido e não por causa da frágil convivência.
O poeta e a figura humana se juntam. Figura as vezes difícil de entender
daquele que usamos a melhor diplomacia ele parece que sempre vai explodir.
E tem uma escrita interessante e viva. Quando conheci achei que era um cara de teatro
com a ideia de Estival. E que dali em diante a cidade retornaria as ousadas vanguardas
mas parece que o ultra conservadorismo sempre sufoca as novidades mesmo que não sejam
tão novidades assim.
E depois faz se rasgar um poema em seu estilo de declamar um sujeito meio estranho a hoje
provinciana São José dos Campos desascutumada em seu cenário cultural as ousadas
tentativas de Vanguarda.
Mas Marcuz vai além da cidade é sujeito que caie nas estradas e nos oferece uma poesia seca
e dura como sua personalidade.
E assim nos deliciamos ao ler seus versos. Já me leu um conto que ficou gravado na
memoria.
Marcuz não é afoito ao bom mocismo que impera na literatura Brasil afora ele é as vezes
contundente indigesto.
Nos tira de nossa comodidade enfim o cara é poeta. E daqui a pouco pode se fixar aqui novamente para ousar na imaginaria cena de cinema que nunca acontece nesta cidade.

Joka


João Carlos Faria



/http://www.germinaliteratura.com.br/2015/marcus_groza.htm2015/marcus_groza.htm

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