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terça-feira, 28 de abril de 2015

Adeus Abujamra

Durante muitos anos esta pessoa nos perguntava o que é a vida ?
E agora ela nos deixa e a vida segue ?
Mas cada pessoa que nos deixa ficamos mais pobres
e sós.
Nunca vi de perto nem fui em suas peças mas o velho Abu era uma
presença marcante na vida de todos nos que amamos as artes.
E agora ele Antônio Abujamra segue nas infinitas dimensões de espaço e tempo.
E o infinito nos separa o Brasil esta mais vazio.

Joka


João Carlos Faria  

domingo, 26 de abril de 2015

Meros moinhos de ventos

Temos tantas ferramentas de comunicação nos dias de hoje e no entanto parece que cada vez mais sós estamos. Anda meio difícil esbarrar com pessoas antenadas ou que almenos buscam ser menos alienadas. Lendo o texto de Paulo Vinheiro Renascentistas Atuais ou de Elizabeth Souza Era uma vez em São José dos Campos na revista Entrementes. Sentimos a falta destes encontros de gente antenada. Não digo que deveriam ser feitos em praças ou as mesmas pessoas que já convivemos. Mas coletivos deveriam nascer para trocarmos informações. Já tentei algumas vezes reunir gente nova mas de forma oficial não rola este encontros acontecem ao acaso. Em ruas, praças, bancas de revistas e quem sabe até em Shopping? No bairro onde moro eu frequentava um espaço assim era um oásis na cidade. E alguém ficou doente e dissipou-se o encontro.
Agora recomeço do zero. Pessoas assim são raras estão por ai escondidas e anonimas nas comunidades as quais pertencem são sempre discretas. Só artistas e políticos pelo fazer não o são.
Esta noite sonhei que eu tinha inventado um marketing bem sucedido que era assim QUERO TER UM MILHÃO DE AMIGOS e no sonho deu tanto certo que fui eleito deputado – federal por uma
linha bem conservadora. E chegando em Brasília queria me livrar deles e não conseguia me juntar
a bancada do PSOL ainda bem que foi um sonho prefiro a solidão sem poder para não perder a alma
com a mera ilusão de poder.
A comunidade deve sim se juntar para filosofar, fazer arte e politica tentar desvendar o inefável. Mas poder pelo poder nunca se justifica as duras penas e depois de ilusórias tentativas me dei conta
destes meros moinhos de vento.
E a vida assim vai seguindo hoje o Sol estava brilhando no parque. E sentia o silencio e ouvia com meus olhos.
As vezes dá vontade de fazer um grande barco de papel e colocar no lago do parque. Mas alguém sozinho não cria nada. Adoro aquele desenho que estou com Almirez, Solfidone, Kharistos num
fim de tarde no Parque da Cidade. Aqueles dias se passarão cada um tomou seu rumo a vida nos
leva.
Mas a amizade é eterna. Sempre acabamos nos esbarrando num canto qualquer do universo.
Quero um dia escrever um roteiro de cinema que contenha estas vidas e estas idas e vindas da
vida. Por enquanto as registro em cronicas e poemas.
Mas registralás em imagens cinematográficas ficaria de uma forma linda. A vida é emoção
hoje quase peguei um ônibus em direção a um lugar qualquer da zona norte da cidade. Mas preferi
a festa do mineiro uma fila para ganhar um biscoito e um café com leite e no caminho inúmeras
conversas sobre tudo e mais alguma coisa.
Mas a hora que voltei ao Parque da Cidade saboriei o gosto do sol e o silencio em festa. Esta cidade me encanta. São José dos Campos São Paulo Brasil.

Joka


João Carlos Faria   

sábado, 25 de abril de 2015

Não há caminho neste labirinto ?


Cidade deslocada no tempo. Anjos desavisados mergulham nas
águas sem oxigênio. A vida se esvai. Mergulhamos no futuro ainda
por se fazer.
Cidade deslocada no tempo. Albergues em noites vazias.
Estranhos dentro do próprio corpo.
Estrelas nascem neste instante e a morte dança rumba.
Cidade deslocada no tempo. Entre quatro paredes avistamos as inexistentes
fronteiras do universo.
Deus se transforma em flor. Ouvimos o apito do trem em madrugadas
delirantes. Ninguém nos avisa da chegada da meia idade.
Cidade deslocada no tempo. Não há caminho neste labirinto?

A vida se esvai. Quem nos avisará de nossa partida ?
Se partiremos chegaremos a um ponto?

Cidade deslocada no tempo.
Quantas horas e o relógio parece dizer meia noite. Horas mortas.
Todos os demônios nos atormentam.
Cidade deslocada no tempo. Dentro de nossas almas.

Olhares desfocados sem passado, futuro só o hoje.
Cidade deslocada no tempo.

Joka

João Carlos Faria


quinta-feira, 23 de abril de 2015

Por quanto tempo veremos este debate enfadonho da politica brasileira?
Já nem se da tanta atenção as pessoas estão tocando suas vidas com crise ou
sem crise a vida sempre segue.
Este coletivo é uma mera ilusão no dia a dia cada um vive sua vida com
seus dilemas, problemas e alegrias.
Este terceiro turno é um delírio. Muitos dizem que esquerda e direita é uma
grande manipulação do jogo politico.
Este desgastado jogo já não me chama tanta a atenção.
Mero delírio de masturbação mental e emocional.

Temos problemas concretos para resolver em nosso dia a dia.    

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Barbárie ou Democracia?

Ontem assistindo a um belo filme no Canal Futura daqueles que nos pegam numa zapeada que
me salvou de parar nos canais de jornalismo.
E vi a historia da fundação do estado Italiano como conhecemos nos dias de hoje.
Enfim a politica e as revoluções andam sempre juntas. O Brasil de hoje e o mundo não é diferente
de nenhuma época. Vemos tantas barbaridades mundo afora com a recente morte de mais de oitocentas pessoas tentando ir a Europa.
E o Brasil em sua crise politica vários projetos de pais sendo postos e assistimos a estas quedas de braço histórica. Como mero espectadores da conjuntura nacional e internacional?
Qual a real diferença que um cidadão faz ao impor seus pontos de vista sobre a politica?
A tempos sei que sou mero espectador do mundo no qual vivemos? Com a migração para internet
achávamos ingenuamente que transformaríamos o destino do Brasil e do mundo.
Já vimos a primavera Árabe que levou um rastro de guerras no Oriente Médio o Ocupe Wall Street
que não deu em muita coisa? As recentes manifestações de Junho de 2013 e agora duas grandes manifestações com uma linha ultra conservadora buscando derrubar uma presidenta eleita democraticamente.
E ai a minha pergunta continua o cidadão pode interferir nos rumos da historia? Ou não passamos de meras marionetes a esquerda e da direita? Um amigo jornalista insiste que direita e esquerda hoje
em dia é uma grande bobagem? Então só somos meros consumidores?
Estamos na sociedade só para a manutenção de um sistema doente?
Pois uma sociedade sem valores que não se indiguina com a morte de oitocentas pessoas? Ou a decapitação de Cristão ou Muçulmanos.
Não podemos aceitar este tanto faz. Os jornais televisivos vão nos jogando informações sem nenhuma reflexão.
Ao menos nos sites de noticias vemos as reflexões das pessoas. A vida é breve de mais para que a morte de próximos não nos atinja?
A politica e a economia sim interferem diariamente no nosso dia a dia.
Quem forma a maioria dos cidadãos é o Estado através das escolas. Estamos o tempo todo sendo
guiados por lei. E fora o Estado só tem barbárie?
Não conseguimos refletir outras formas de sociedade, economia e participação politica?
Nada que leio me dão estas pistas? Então precisamos aprender a filosofar e buscar novas saídas.
A filosofia deveria ser matéria do infantil a qualquer curso universitário.
Sem aprender a entender o mundo em todas as suas dimensões só seremos meros consumidores.
Enfim a politica e o mundo pode sim ser transformadas por indivíduos que pode se somar a um
coletivo menos bárbaro.
Esquerda ou Direita ainda pode ser um divisor de pensamentos de um ser humano?
Acredito que em nosso dia a dia temos um pouco de cada em nossa atitudes e não atitudes
politicas.
As redes sociais podem nos levar a barbárie ou a um novo marco civilizatório?
Não ter resposta é um prazer que nos instiga a pensar e a não pensar.
A vida sempre segue.

Joka



João Carlos Faria
E por onde passeia Shophia ?

Adentro a um castelo que esta dentro de mim. Para chegar a este Castelo desço uma imensa caverna. E avisto minha alma em fragmentos diante de uma infinidade de espelhos. Desço a caverna e o Castelo esta lá sombrio. Vou as masmorras onde vários de mim estão presos. E quero descer cada vez mais. E no castelo toca-se a trombeta é um inicio de um baile de pessoas estranhas, personalidades que já julgava desaparecidas. Como me vejo em tantas pessoas e inúmeros seres.
Vejo me como cão, barata, morcegos e seres das velhas mitologias.
Preciso desfazer se de mim. Fazer com que tudo isto se finde nas noites dentro da caverna. Algemas
que me prendem dentro desta eternidade. E olho ao céu e vejo uma fresta de luz.
E por onde passeia Shophia?
Ver se refletido em mal. E suplicar aos céus o caminho para se chegar ao infinito?
E enquanto isto caminho pela cidade. Ouço o cantar dos pássaros. E as crianças em sua jornada as escolas. A vida sempre segue. Ir e vir a luxuriosa caverna. Desistir de si mesmo. Nunca sabemos se estamos caminhando em direção ao fundo do abismo? Ou na busca do caminho que levou de volta Shophia ao infinito. Como entender a cabala? O taro?
Seguir sempre adiante e se ver refletido no lago e não mergulhar. Desvendar-se é algo estranho. Quantas dores em busca da alma.

Joka


João Carlos Faria

domingo, 19 de abril de 2015

Desliguem-se da vaidade ao dirigir
Recado a Beatriz Galvão
Cor vermelha, esmalte e asas ... voa Beatriz ... as asas de borboleta ... imaginação .. palco ... mas concentre-se na direção? A vida esta ai preste atenção a direção ... deixe voar a imaginação. Mas volte sempre com suas aventuras e desventura a vida é breve mas que não seja tão breve assim se ligue na direção. Que seu anjo da guarda conduza seu carro deixe a vaidade para outro momento. Vá e sempre volte.

Joka
João Carlos Faria
Olha Beatriz me fez cometer rima eu poeta seguidor dos modernista. Deixe os parnasianos que se
enterrem.
Foto Beatriz Galvão

sábado, 18 de abril de 2015

Fazendo samba para viver


Sábado, manhã
Sol e calor
Feira livre
Conversas, joelho de porco
Cancões de Sérgio Sampaio
Imagens estranhas.
Destino da cidade do pais.

E caminhamos sem destino.

A vida rola, um samba.
A pamonha que nos engorda
E a vida na balança entre mal e bem

Destino que nos leva por caminhos
tortuosos.
Quem sabe uma feijoada num bar.

E a cidade se enche de vida
neste outono.
Vida breve, leve sem rumo?
Que tal uma Harley Davdson …
Nas estradas da Mantiqueira.
Ou um par de tênis, um caminho lá
pras bandas do Guirra.

Joka


João Carlos Faria       

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Carta ao vivos


Eu gostaria de fazer um poema, escrever um conto quem sabe um roteiro mas um disco
de Sérgio Sampaio esta chamando a atenção. Depois de um dia estudando Português para
concurso e como um curso com um professor pessoalmente faz falta. Nada contra caminhar
com as próprias pernas. Mas a língua é fantástica com suas regras e agora na noite redescubro um talento de nossa música Brasileira. E na noite que fico sabendo da perda de Pipol do site Cronópios
um agitador das letras Paulistana que se espalhou pela cena Brasileira das artes e escritas. Em um dia que recebo a segunda Revista Entrementes a vida é assim cheia de novidades e um dia estamos aqui a ler os poemas de Domingos FÁBIO ouvindo Sérgio Sampaio enquanto aguardamos o momento de parar e calar a mente neste precioso outono.
Que música acredito que algo entre a canção e o samba bem longe do velho rock in rol. Uma letra
inteligente uma melodia maravilhosa que pena não ter o dom da música mas Vygotsky o filosofo da Rússia sempre disse que tudo podemos aprender. Nem tanto meu caro Vygotsky. Mas nos esforçamos.
Eu comecei nas artes fazendo canções populares com um amigo Marcelo Ribeiro tio do White Magoo que hoje anda lá pras bandas de Minas Gerais São Tomé das Letras. Marcelo morreu e as canções foram juntas só ficaram em minha cabeça.
Mas o mundo não ganhou um poeta, roteirista e tudo o mais a gente tenta até que Deus nos chame
para uma festa.
Epa sou um Mineiro não muito afoito a festa Deus pode chamar outro. Quero é completar minhas cento e vinte horas complementares do meu curso de Pedagogia e pensar dez vezes numa nova
aventura Acadêmica a academia cansa nossa criatividade. Eles precisam se repensar com suas
normas burocráticas.
Mas sem ela não conheceria o pensamento de Vygostky e nosso Paulo Freire é meio jogado
a escanteio nos cursos de Pedagogia.
É a academia que valoriza a teoria e deixa a pratica para o campo de trabalho e assim é a
educação neste Brasil.
Se você quer aprender Português e Matemática vai descobrir por si só. Seja autodidata.
E a vida segue hoje começa o feriado. E Sérgio Sampaio me encanta com sua poesia cantada.
Viver sem arte deve ser de uma grande pobreza e como escreveu Solfidone num poema visual : Para quem ama nada é impossível nada.
Felizmente relançado na Revista Entrementes. Solfidone já passa da hora de lançar sua obra
ao mundo. Mas artistas são artistas.
E cada um sabe de sua trajetória. A vida é breve leve e Pipol sai de cena. Fez sua parte adorei
seu video com aviões de maquete.
Vamos seguindo entrementes seguimos eu vou é ler e reler meu poema impresso.

 Ouça o disco de   Sérgio Sampaio

Joka


João Carlos Faria           

quinta-feira, 16 de abril de 2015

O teatro na vida de nossa comunidade

O teatro o cinema e a televisão na bela visão da diretora Amaura Mautner num programa da
Globo News e hoje mais cedo havia lido uma bela matéria na coluna do Jornal O VALE sobre os vinte e cinco anos do grupo Teatro da Cidade a maioria destes trabalhos deste grupo eu vi. Enfim segundo Amaura Mautner o teatro, cinema e novela se misturam mas os puristas do teatro não devem gostar nem um pouco. Já participei nos anos noventa de uma tentativa de se fazer cinema na cidade o Núcleo Ethos de Cinema que tinha nascido dentro da Fundação Cultural Cassiano Ricardo na marcante gestão de André Freire a democracia na cultura imperava a Fundação havia sido fundada nos anos oitenta no começo da redemocratização do pais lá tinha as comissões setoriais de várias áreas teatro, música e literatura, dança, cinema e video e assim a comunidade tinha o direito e o dever de acertar e errar na condução da politica cultural da cidade mas isto foi sepultado numa lei do vereador Jorley Amaral.
Enfim politica, arte e cultura se misturam sim na vida de uma comunidade e um grupo de teatro resistir a vinte e cinco anos vivendo e fazendo teatro é algo que todos nós devemos comemorar o grupo tem até sede própria.
Seguindo minhas reflexões hoje a tarde vi um espaço que poderia ser usado para arte de uma empresa no bairro onde moro. E ai pensei a dedução de imposto fiscal ou uma forma de incentivo as
pequenas e média empresas investirem em arte, cultura?
Só sei da lei Ruanet e não estou muito inteirado nos mecanismo do Fundo de Cultura da Cidade até por uma opção politica em não participar da Fundação enquanto não se reabra os mecanismos democráticos de participação da comunidade.
Geralmente vemos as campanhas sociais que sem educação não se faz uma nação mas a arte e a cultura devem andar juntas com a educação. Dou aqui um destaque para as escolas da família nas rede estadual de educação e porque as escolas municipais não abrem no fim de semana para este tipo de atividade?
Sei das dificuldades da atual gestão da Fundação com um quadro de funcionários menor que de uma
escola. Não vejo muitos debates do chamado movimento cultural da cidade se é que temos um movimento cultural no atual momento?
Se  tivéssemos   um movimento ia propor ao movimento fazer um debate com o deputado federal Eduardo Cury para propor a criação de um projeto de lei para gerar este incentivo as artes no Brasil.
Acredito na força de nossa comunidade mas sei o quanto a cultura é carente no quesito pensar e agir
politicamente para aprimorar os mecanismos da participação cultural da sociedade.
Sei que as Casas de Cultura estão firmes e fortes mas sei que elas tem um quadro pequeno de funcionários fazendo que se fechem aos domingos e feriados e não se avance além das oficinas
culturais.
Como diria Raul Seixas nunca se vence uma guerra lutando sozinho então lanço aqui estas
pequenas reflexões.
Reintero meus parabéns ao grupo Teatro da Cidade e também desejo sucesso na empreitada do
novo grupo que se forma de ex integrantes do Teatro da Cidade.
Pois movimentos assim não dão força para sonhar e visualizar São José dos Campos como
num importante polo de cultura.
E fazer cinema na cidade não é utopia mas um sonho possível.

Joka


João Carlos Faria   

segunda-feira, 13 de abril de 2015




A poesia que retorna as vísceras

Marcuz Groza é para ser lido e não por causa da frágil convivência.
O poeta e a figura humana se juntam. Figura as vezes difícil de entender
daquele que usamos a melhor diplomacia ele parece que sempre vai explodir.
E tem uma escrita interessante e viva. Quando conheci achei que era um cara de teatro
com a ideia de Estival. E que dali em diante a cidade retornaria as ousadas vanguardas
mas parece que o ultra conservadorismo sempre sufoca as novidades mesmo que não sejam
tão novidades assim.
E depois faz se rasgar um poema em seu estilo de declamar um sujeito meio estranho a hoje
provinciana São José dos Campos desascutumada em seu cenário cultural as ousadas
tentativas de Vanguarda.
Mas Marcuz vai além da cidade é sujeito que caie nas estradas e nos oferece uma poesia seca
e dura como sua personalidade.
E assim nos deliciamos ao ler seus versos. Já me leu um conto que ficou gravado na
memoria.
Marcuz não é afoito ao bom mocismo que impera na literatura Brasil afora ele é as vezes
contundente indigesto.
Nos tira de nossa comodidade enfim o cara é poeta. E daqui a pouco pode se fixar aqui novamente para ousar na imaginaria cena de cinema que nunca acontece nesta cidade.

Joka


João Carlos Faria



/http://www.germinaliteratura.com.br/2015/marcus_groza.htm2015/marcus_groza.htm
Estamos sobrevivendo a barbárie?
Ou somos nós os bárbaros?

Utopias ..  
Sem medo de ser feliz

Estou assistindo a uma palestra para ter minhas horas complementares não passa
de uma formação de COXINHAS.
Com toda a PNL básica. Os caras se acham.
E ainda as pessoas se horrorizam- se diante de tantos coxinhas. A formação deles é em inúmeras
faculdades e na Globo News.
Afinal este povo assistiria o canal Curta, Arte 1 ?
A lavagem cerebral e a alienação começa nas escolas?
São poucos que buscam pensar por si mesmo.
Não devemos ter medo de enfrentar este sistema alienante e massacrante.
A vida é breve.

Joka


João Carlos Faria

domingo, 12 de abril de 2015

Tecnologia do céu ao inferno em alguns segundos
Estou refletindo para escrever sobre o excesso de tecnologia em nossa vida diária
e esta falsa dependência de tanta mídia, rede sociais.
Precisamos aprender a usar com moderação estava com dois computadores ligados
ao mesmo tempo.
Para fazer um curso para as horas complementares da faculdade sobre este tema
qualquer dica de sites e atividades na cidade de São José dos Campos será bem
vinda. Só me falta cento e cinquenta horas para pegar meu canudo de Pedagogia.
Agora vou desligar só ligo para escrever alguma coisa. Um poema, conto quem
sabe iniciar um romance. Um roteiro de um filme. Tecnologia em excesso é um
mal desnecessário.
A vida é breve.
Joka
João Carlos Faria

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Reflexão

A esquerda não deve ser contra o CAPITAL e sim adquirir Capital.
Precisamos repensar a economia dentro de uma sociedade democrática.
Se as empresas tem ações porque não se cria empresas onde o trabalhador seja 
o dono do Capital.
A burrice impera nos debates nas redes sociais.
Todos nós patinamos.
Empreendedorismo não é crime.
Crime é não avançarmos no debate de novas propostas econômicas.
E não buscar uma nova visão de economia.
Dilma esta sendo atacado por ajudar a criar o Bando dos Brincs.
E uma classe média conservadora se lança numa guerra ideológica estupida.

João Carlos Faria

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Sobre a brevidade da vida


A vida é breve , leve.
Como o voar de um pirilampo.
A noite escura. E as luzes acesas.
Quero desligar-me e contar estrelas.
As horas passam, dias e noites.
Nem tudo se faz ouro.
Será que alcançaremos o fim do arco-íris?

Joka


João Carlos Faria
Querem privatizar até a água?

Bem fundamental seria a Sociedade buscar outras alternativas sócio econômicas
além do Capitalismo.
E no Brasil o conservadorismo esta cada vez mais forte no Congresso e acho que no momento
convocar a população é correr o risco de ela dar apoio a este nosso Congresso.
Afinal estes senhores deputados e senadores foram eleitos com os votos da população.
A sociedade Brasileira esta dando trela A VEJA, ISTO É, Organizações Globo e por ai
vai o liberalismo é o ideal dos jornalistas de hoje eles seguem a cartilha ideológicas dos
donos do Capital.
E a esquerda perde forças na rua CUT, MST e por ai vai já não aglutinam também seus
dirigentes devem ter cabeças das esquerdas do século dezenove?
O que fazer? Diante de tanta ignorância?
O Brasil necessita de novas lideranças e o Governo Dilma esta comendo na mão do PMDB.
Diante deste caos devem surgir novas alternativas. E ai juventude ?
Tanta gente com mestrado, doutorado e não achamos boas soluções será que a tão badalada ACADEMIA não reflete o mundo atual? Ou age para manter este sistema como esta?

Joka

João Carlos Faria

segunda-feira, 6 de abril de 2015


Uma foto que nos faz sentir a cidade
Poemas a partir da foto de Andréa Mourão do Banhado


Outono
tarde de ventos
O som que vem das estrelas
alcança nossos sentidos

Outono
banhado em nuvens
E os portais abrem-se diante de um despertar

Outono
Vida breve a praça
O correr e o banhado
Nem ai com a vida moderna

Outono
sentido entre nuvens

Outono
a vida breve no correr de nossos dias
enquanto canários começam a cantar

Outono
cade o mar o lago

Outono
e a Vila do Banhado em vida

Outono
o cartão postal a identidade joseense
lá em baixo transformando vidas

Outono
São José dos Campos desperta
e a vida lá em cima no asfalto
se esquece da mãe natureza

Outono
aves brincam em voos por entre as
nuvens
Sem perceber a vida perdida na cidade


Outono
no Banhado um galo canta
E Zé Omar de Carvalho assiste de
uma pequena nuvem

E assim nossos dias as vezes nos apercebemos deste presente da natureza e as vezes as ilusões e
a mecanicidade da vida nos tira este presente.
E a cidade em seu rtmo e uma fotografa de Andréa Mourão artista nos tira para refletir a diversidade da cidade.
E como nos diz sempre o poeta José Moraes Barbosa nunca devemos esquecer os poetas que pela cidade passaram aqui um poema lembrando o poeta José Omar de Carvalho que além de vários livros nos deixou uma bela estatua escondida numa rua próximo ao hospital Antoninho da Rocha Marmo uma bela estatuá aos poetas da cidade.
Não devo me esquecer aqui do poeta José Maurício morador do Banhado que de lá faz suas rimas
para a cidade suas trovas e seu canto.
E a Vila do BANHADO resistirá até quando?

Joka

João Carlos Faria




sábado, 4 de abril de 2015

Diante do abismo

Colecionar estrelas, enquanto a ilusória cidade
se desfaz no deserto.
A vida breve no bater de asas do cavalo alado.
Mergulho dentro de mim mesmo.
Navego por dentro de meus abismos.
O colar de buda ainda é pouco para minha ilusão.
Tem hora que ouso não querer o reto caminho.
E almejo tirar umas férias na mítica cidade de Shambala.
Não quero saber dos abismos.
Por mais que tente entender a Kabala.
Nunca compreendo.
Resta -se a decisão do Ser. E nunca a minha.
Por mim se me salvasse do abismo já me bastaria.
Mero caminhante que coleciona estrelas.
O caminho se faz traiçoeiro. Cheio de labirintos.
As vezes sinto ser o próprio minotauro que persegue-me.
Eu mera ilusão no jogo zodiacal.
Escravo de meus desejos.

Joka


João Carlos Faria
Enquanto uns se encontram no Parque Santos Dumont para simplesmente fazer música

Domingo, leio poemas no sábado.
E uma lembrança do poeta Domingos.
Que lembra de nós que amamos a vida através da poesia.
Nestes dias conturbados meio sem computador, internet.
E para que precisamos de tanto?
Só quero um momento de folga para caminhar por minha sua
Mantiqueira.
Leio vorazmente os poetas Gustavo Terra, Edu Planchez .. Nydia Bonety.
E assim vai enquanto estudo para concurso. Nada como adentrar as regras da nossa
língua Portuguesa.
Que confesso não ter todo este domínio e sempre tem uns que atiram
a pedra. E quantas pedradas já levei que tenho até um galo na cabeça.
Nunca é tarde e sempre fácil. Para cair nos livros e descobrir as regras de nosso velho Português.
E assim por entre o Sol e a Lua. Enquanto uns se encontram no Parque Santos Dumont para simplesmente fazer música.
Tem hora que me encho de escrever sobre politica. Mas se faz realmente necessário escrever sobre
a velha politica Brasileira?
Atirarmos nossas pedras? Enquanto a velha tecnologia me tira a calma, passo madrugadas consertando computador. Dias esperando o técnico da net. E assim vai.
Enquanto o mundo gira, pessoas morrem Crianças são mortas nas periferias Brasil afora.
E as ideias barbaras tomam conta da rede assim como os poetas de hoje utilizam para nos mostrar sua arte.
Fotos inúmeras fotos e uma que me tocou de São José dos Campos e seu banhado de Andreia Mourão.
E a vida assim vai e meu velho Raul Seixas só não aprendemos as maneiras de ganhar dinheiro como
canta em sua canção. Nunca é fácil.
Adolescentes querem morar em Nova Yorque que vão. Eles tem toda a vida para se descobrir.
E confesso ainda não nos descobrimos a vida é leve, rápida e o tempo mesmo não existindo
se mostra implacável.
Quero é fazer meus poemas mergulhar no Oceano Atlântico, caminhar na Mantiqueira e enfrentar
o desafio afinal diante de nós a três montanhas.

Joka


João Carlos Faria