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domingo, 15 de março de 2015

Sarau na sala Reginaldo Poeta Gomes no Parque Vicentina Aranha

Nestes dias conturbados onde não se olha-se nos olhos das pessoas e não sentimos
o próximo.
Um sarau um simples sarau numa sala de leitura num Parque nos faz sentir o real
sentido da vida. Preparei um poema só para registrar minha presença nele.
Já fui a muitos e muitos sarais cada um com sua importância em minha memoria
afetiva que tornaram-se crônica, poemas.
Mas este era especial algo como um retorno de alma, corpo e fé na humanidade.
Eu estava lá de corpo e alma me entreguei a cada canção e palavras.
Na minha vez não conseguia ler as luzes refletiam no papel. Estes óculos multifocais
atrapalham a leitura.
Mas mesmo assim valeu a cantora Daniela La Salva era maravilhosa com sua voz as vezes
a capela.
Várias e várias leituras emocionantes. Enfim uma comunhão humana.
E não foi o primeiro já fui nestes sarais várias vezes.
Caberia uma ousadia por parte da organização e lançá-lo semanalmente nestes dias
frios de alma carem-se encontros reais.
A vida as vezes pode ser leve e prazerosa em sua simplicidade.
Que venham outros e mais outros.
Talvez os encontros reais e harmônicos nos façam falta para nossos entraves políticos
e sociais. Sou dos que acreditam que as artes salvam a alma.
E nos traz a calma em meio a inúmeras tempestades.
Quem sabe num próximo termina com uma ciranda de Lia de Itamaracá.

Joka

João Carlos Faria

PS : Estou sem meu desktop e improvisando.
Parabéns a Fundação Cultural Cassiano Ricardo por organizar este sarau com
produção da cantadora, poeta Mirian Cris.   

    

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