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domingo, 29 de março de 2015

A escuridão da ilusória caverna

E a escuridão se faz presente diante de nossos olhares. O coração frio dos homens destas cavernas. Que civilização?  Almas, lavadas. Distanciadas de si mesmo. As vezes sinto-me vazio e nada tem importância. É a hora que o silencio deve se fazer presente. É noite preciso apagar as tochas que ainda iluminam a caverna. Sinto-me só. E adentro dentro das imensas cavernas que tenho em minha alma. Estamos no universo e não fora dele. Sinto-me triste por viver eternamente neste sono. Ouço o barulho de chuva no telhado. E as vezes as goteiras em meu quarto. E a vida lá fora pulsa e aqui dentro também. Que silencio. A quem se destina escrever talvez a mim mesmo. Passa o tempo mesmo o tempo não existindo. E meus escritos voltam a mim. De resto tudo é sempre vaidade. Hoje vi a foto de um grande templo no Egito. E ouço inúmeras histórias do Egito. Não sei se minha velha alma lá esteve. E as praias da Bahia da velha Ilhéus de Jorge Amado. O Brasil visto por cima. E aqui estou eu. Que delicia voltar caminhando numa chuva. Dias destes o inexplicável medo da dengue. Nestes dias de turbulência política devo aprender a guarda silencio e a usar menos as redes sociais. A internet tem inúmeros sites que pode nos acrescentar e para que estar em redes sociais. Que de social não se faz. Somente caminhos de nossas eternas vaidades. Sinto não somos. E não importa não ser. E sim tornar-se a ser. A vida é breve um bom livro pode ter um imenso prazer. Devemos reaprender a ORAR e cair de joelhos diante do Infinito. E nos apegamos a matéria. Desculpe devo voltar a silenciar-me eu que sempre quis um palco. Não sei quando aprenderei a cantar e tocar um instrumento. Quem sabe compor um poema que fale da beleza dos cantos dos pássaros a política é efêmera e as crises passam. Mas o cair de uma folha de uma arvore é de uma beleza. A vida sempre breve quero um canto na Mantiqueira  onde eu possa aprender a fazer minhas próprias refeições. Eu cada vez sei menos. Quero nascer de novo.

Joka

João Carlos Faria 

sábado, 28 de março de 2015

Que nova sociedade esta nascendo?

A vida na cidade e o que é a CIDADE hoje?  Numa passagem pelas redes sociais vejo inúmeras atividades coletivas sendo organizadas e me sinto fora da TRIBO. Nestes dias estou dedicando –me a preparar-me para um concurso público. Enquanto isto troca de ministro no governo federal, greve de professores da rede pública um artigo meu no jornal O VALE foi respondido pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo ainda não li a resposta e neste momento que estudo o ECA e a Lei de Diretrizes e Bases. E a cidade e o Brasil fervilham e disputas internas pelo poder entre PT e PMDB. Não vejo mocinhos nem vilões nestas eternas disputas políticas que geralmente são de poder. E o tão chamado BEM COMUM a sociedade se reorganiza em diversas frentes nem sempre de forma institucionalizada. A educação formal está em cheque?  As artes e a cultura abrem caminhos novos? A economia criativa se fortalece. Já conheço pessoas que vivem do comercio on line. E de uma maneira independente seguem abrindo caminhos. Temos hoje várias novidades sociais sendo construídas. E como estamos no olho do furacão não percebemos tudo. Mas a festa está ai nas ruas e nas redes sociais e internet em geral. Que nova sociedade está nascendo? As vezes sou pego de surpresa e ninguém me avisa antes não temos todas as antenas. Mas a esperança se faz novamente neste ciclo parece algo como nos anos sessenta do século vinte? Esta era virtual está modificando nossa maneira de ver o mundo e de como nos inserimos nele. E tudo se transforma que imensa ciranda. Tudo rápido e devagar. As vezes devemos nos desligar. Dias destes fui numa tarde para um canto qualquer das Minas Gerais e pude ver as estrelas. E na manhã seguinte voltar a Urbanidade. Como sobreviver na Serra da Mantiqueira?  Sem sentir a ausência das grandes cidades? Não consigo imaginar como escritores saem da cidade para escrever. O ritmo da cidade está dentro de nosso jeito de viver. Como desacelerar e aprender a contar estrelas. Não mudamos nem o mundo e nem a nós mesmo mas insistir nos faz sentirmos vivos. A vida simplesmente acontece como é bão comer um pastel em Paraisópolis MG. E lembrar dos que continuaremos sempre a amar. As pessoas são eternas eles continuam a existir. Nunca passaremos eternos passarinhos. Que viva o poeta Mario Quintana.  

Joka

João Carlos Faria









segunda-feira, 23 de março de 2015

Greve de professores no Estado de São Paulo

Lamentável é esta maneira que o governo de São Paulo trata o professorado e isto
vem de longe desde os anos setenta nos governos de Maluf. A democracia veio mas a
Educação Paulista sempre jogada em segundo até terceiro plano.
Quantos governadores já passaram pelo Estado e a educação pública no Estado
sempre sucateada.
E assim o conservadorismo impera em nosso Estado.
E nunca conseguimos reagir a altura? E cadê a população Paulista nas ruas para defender uma educação de qualidade?
Despertar para a política sim mas com justiça.
Força aos que fazem educação.
Que democracia é está no Estado de São Paulo onde não se investe de verdade e não
se tem vontade política para melhorar a educação pública no Estado.
E cadê o cumprimento da Lei de diretrizes e bases que cabe aos governos de Estado
cuidar do Ensino Médio?
E estamos vivendo o Brasil dá pátria educadora.

Joka
João Carlos Faria




Outono
As utopias e as canções na noite de Dom Quixote

Por qual estradas Cervantes caminha?
Não é a mesma estrada que caminhamos?
Este silencio de Cervantes nestes dias de canções
de tristeza.
E o Cavaleiro da triste figura.
Andaluzia anda solitária em seu escaldante
calor.
Nas noites solitárias minha alma vazia mero
fantasma caminha por aquelas terras.
Quero caminhar pelas estradas pequenas desta
Serra da Mantiqueira.
E o gigante adormecido na Serra?
Quando se levantará?
Nestes dias frios, chuvosos sem a antiga
lareira para acender.
Sem as velhas histórias contadas sobre o
Cavaleiro da Triste Figura?
A vida sempre breve, sem livros
e canções.
E mesmo na noite as estrelas nos observam.
E Cervantes conta suas historias
a uma estrela solitária.
E a vida leve sem canções e tudo sempre
breve.

Joka

João Carlos Faria



Canções de outono

1
E a chuva cai dentro da noite.
E as estrelas estão lá sorridentes
por entre as nuvens.
E a alma fria, caminha pelas ruas em meio
a chuva.
Quantas almas sem lar. Sem corpos
que as possam aquecer?

2
Outono,
Canários em silencio.
Cães ausentes.
E a vida assim acontece.

3

Nestes dias. Descobri que nunca vi uma neve.
Nem uma só montanha.
Canto para mim mesmo neste oceano de ilusões.
Outono o coração esvazia-se e alma
Livre caminha em noites frias.

4
Outono, alguém escreveu sobre as guerras
no céu.
Achando que o universo reflete a insensatez
humana.
5
Outono um pintor diz que vai pintar Dom Quixote.
E por onde anda Cervantes?
Nestes dias de ilusões.
Quantos moinhos em nossa vã ilusão já vimos.
E a alma só caminha nestes dias chuvosos.

6

Dias tristes de outono, o céu chora.
A alma alegre-se na sua eterna desilusão.
Nada novo no céu. Precisamos abrir o Eclesiastes.
Compor novas canções que falem de amor.

7

Outono
A vida breve, meu cantar interior.
Ainda não a vistos montanhas.
Na eternidade dez mil anos de jornada.
E sempre vazio.

8
Outono, vida breve.
Leve brisa.
Como num velho poema
O AMOR LAVA A ALMA,
E agora completo
E nos traz a calma.

9

Outono, fogo.
Amor, fé.
Alma livre de ilusões.
Outono, poemas.
Canções.
Enquanto os amores reais
ainda ilusória esperança.
Outono, sem fé.
Se sucumbi a ventania.

10
Canções de outono no
aguardar do inverno.
Quatro estações no caminhar da alma.
No ir e vir de vidas, almas livres.
Na eternidade existir, sentir.
A alma nos traz a calma.
Outono eterna noite no aguardar
da vida.
A brisa, leve a alma livre
Canções de outono.


Joka

João Carlos Faria  


Canções de outono

1
E a chuva cai dentro da noite.
E as estrelas estão lá sorridentes
por entre as nuvens.
E a alma fria, caminha pelas ruas em meio
a chuva.
Quantas almas sem lar. Sem corpos
que as possam aquecer?

2
Outono,
Canários em silencio.
Cães ausentes.
E a vida assim acontece.

3

Nestes dias. Descobri que nunca vi uma neve.
Nem uma só montanha.
Canto para mim mesmo neste oceano de ilusões.
Outono o coração esvazia-se e alma
Livre caminha em noites frias.

4
Outono, alguém escreveu sobre as guerras
no céu.
Achando que o universo reflete a insensatez
humana.
5
Outono um pintor diz que vai pintar Dom Quixote.
E por onde anda Cervantes?
Nestes dias de ilusões.
Quantos moinhos em nossa vã ilusão já vimos.
E a alma só caminha nestes dias chuvosos.

6

Dias tristes de outono, o céu chora.
A alma alegre-se na sua eterna desilusão.
Nada novo no céu. Precisamos abrir o Eclesiastes.
Compor novas canções que falem de amor.

7

Outono
A vida breve, meu cantar interior.
Ainda não a vistos montanhas.
Na eternidade dez mil anos de jornada.
E sempre vazio.

8
Outono, vida breve.
Leve brisa.
Como num velho poema
O AMOR LAVA A ALMA,
E agora completo
E nos traz a calma.

9

Outono, fogo.
Amor, fé.
Alma livre de ilusões.
Outono, poemas.
Canções.
Enquanto os amores reais
ainda ilusória esperança.
Outono, sem fé.
Se sucumbi a ventania.

10
Canções de outono no
aguardar do inverno.
Quatro estações no caminhar da alma.
No ir e vir de vidas, almas livres.
Na eternidade existir, sentir.
A alma nos traz a calma.
Outono eterna noite no aguardar
da vida.
A brisa, leve a alma livre
Canções de outono.

Joka

João Carlos Faria  








 















 








terça-feira, 17 de março de 2015

Banhado resiste até quando?

Nos enganam sempre em nome do respeito a natureza querem tirar uma comunidade que está ali a mais de cem anos.
Tem famílias com chácaras, casas com grandes quintais e a prefeitura não quer
Indeniza-las a altura. Quer colocá-las em pequenos apartamentos sem indenização.
Na Vila Industrial vimos retirar uma comunidade inteira para depois vir CARREFUR, ATACADÃO. HAVAN e não importa se é PT, PSDB o capital sempre manda. E a prefeitura quer fazer passar ali a via Cambuí para transformar São José dos Campos numa nova São Paulo
cidade sem nenhum respeito ao meio ambiente.
Que ao menos deem dignidade as famílias do Banhado ​ o parque poderia conviver com estas famílias?
Mas isto acontece no Brasil de Fernando Henrique, Lula, Dilma.
O que manda nestes pais é o poder do DINHEIRO e nós do povo nos matamos nestes debates infrutíferos.
Que estes atos a partir de Junho de 2013 e os agora do dia 15 de Março mesmo organizado pela direita. Sirvam para a população Brasileira de todas as matizes ideológicas a aprender a fazer política. Os partidos políticos estão sim podres por dentro. Mas precisamos de soluções dentro da ordem democrática e do direito à liberdade.
Acho que até possa ter interferências de fora nestes acontecimentos a chamada Revolução Colorida mas a jovem democracia Brasileira precisa alcançar ideias do século vinte e um.
Este modelo de partidos políticos está saturado e não agrada as várias correntes de pensamentos que vem surgindo. Precisamos parar pensar e nos transformarmos com velhas ideias do século dezenove não enfrentaremos o desafio de uma nova democracia neste século
vinte e um.  Nem KARL MAX nem  ADAM SMITH.
Financiamento público de campanha só não basta.
Enquanto isto não só o Banhado mas inúmeras comunidades Brasil aforam sofrem as pressões do capital que tomou conta das decisões do poder público no Brasil.
Estar nas ruas, fazer panelaço é apenas um começo.
O Brasileiro médio começa a acordar.    
E saberemos passar por estes imensos desafios. O cidadão Brasileiro já não é tão gado marcado assim.  

Joka

João Carlos Faria

domingo, 15 de março de 2015

Sarau na sala Reginaldo Poeta Gomes no Parque Vicentina Aranha

Nestes dias conturbados onde não se olha-se nos olhos das pessoas e não sentimos
o próximo.
Um sarau um simples sarau numa sala de leitura num Parque nos faz sentir o real
sentido da vida. Preparei um poema só para registrar minha presença nele.
Já fui a muitos e muitos sarais cada um com sua importância em minha memoria
afetiva que tornaram-se crônica, poemas.
Mas este era especial algo como um retorno de alma, corpo e fé na humanidade.
Eu estava lá de corpo e alma me entreguei a cada canção e palavras.
Na minha vez não conseguia ler as luzes refletiam no papel. Estes óculos multifocais
atrapalham a leitura.
Mas mesmo assim valeu a cantora Daniela La Salva era maravilhosa com sua voz as vezes
a capela.
Várias e várias leituras emocionantes. Enfim uma comunhão humana.
E não foi o primeiro já fui nestes sarais várias vezes.
Caberia uma ousadia por parte da organização e lançá-lo semanalmente nestes dias
frios de alma carem-se encontros reais.
A vida as vezes pode ser leve e prazerosa em sua simplicidade.
Que venham outros e mais outros.
Talvez os encontros reais e harmônicos nos façam falta para nossos entraves políticos
e sociais. Sou dos que acreditam que as artes salvam a alma.
E nos traz a calma em meio a inúmeras tempestades.
Quem sabe num próximo termina com uma ciranda de Lia de Itamaracá.

Joka

João Carlos Faria

PS : Estou sem meu desktop e improvisando.
Parabéns a Fundação Cultural Cassiano Ricardo por organizar este sarau com
produção da cantadora, poeta Mirian Cris.   

    

Rumos da nação
E ai tirar Dilma resolve num sistema todo comprometido?
Onde se organizar-se por partidos? Se Dilma cair entra Temer do PMDB.
O congresso Brasileiro tem moral para modificar as regras?
Vai convocar plebiscito?
Estamos numa enorme enrascada e chamar parte da população brasileira
de COXINHA é uma afronta a inteligência.
A esquerda Brasileira precisa estar atenta para não perder o bonde da
hstória. E ainda achar uma maneira legitima e inteligente de salvar este
Governo. Parte do povo não quer Dilma?
E ai cidadãos Brasileiros quais as soluções?
Ou queremos nos divertir numa guerra – civil?
Joka
João Carlos Faria

quarta-feira, 11 de março de 2015

Saramago Platão ...o Mito da Caverna..


Adentrar a caverna e nos vermos diante de uma imensa televisão como em 1984 de George Orwell
a ampulheta do tempo se vai as areias caem caem caem …
Saramago nos faz sentir e ver a vida neste video. E reflito para que realmente nos serve estarmos conectados vinte e quatro horas por dia ao mundo?
E não adentrarmos em nossa própria caverna? Tentar desvendar nossa alma.
E esta lama humana não é mera ficção. Nosso mundo virtual é bem distante de nossa realidade diária.
Realidade de sol e chuva. E quando ligamos o rádio, TV e internet se faz jorrar uma inundação de
informação em nossos cinco sentidos?
E para que nos serve saber da cotação da bolsa de valores?
Para que me serviu estudar equação? Ou todas as informações que se passa nas escolas tradicionais?
Conhecer um a um os elementos da tabela periódica?
E a filosofia se faz longe nas escolas sucateadas num ensino médio sem função?
Gostaria além de arriscar versos ou adentrar a literatura de saber fazer doces como Cora Coralina doces são uteis ao paladar assim como seus poemas. A voz de Saramago é poética em seu sotaque
Português.
A escola não ensina o básico da vida em seus amontoados de carteiras nossas crianças, adolescentes estão sendo ensinados a competir e não compartilhar conhecimentos.
Adentram a batalha de se adquirir conhecimentos que pouco serão importantes no dia a dia.
Nestes dias conturbados onde a politica nos mostra uma nau perdida no oceano sem rumo sem
vento.
Não saber olhar no olho e nos vermos no próximo. O ódio reina e alma se esvazia temos sede de
amor.
Este sistema politico, econômico, educacional esta falido. Nos estamos insolvidos. E a poesia, filosofia e artes pode achar os caminhos as saídas para o labirinto.
E a caverna se adentra e o labirinto desce desce desce.
Precisamos de alma, calma.

Joka

João Carlos Faria


terça-feira, 10 de março de 2015

Guerra Civil?

Derrubar governo é bobagem. Difícil é governar depois.
Estamos correndo um real risco de uma guerra civil?
A história do Brasil não é tão amena assim não somos tão
cordeirinhos em nossa historia foram mortos e exterminados indígenas, negros
foram escravizados.
A vida democrática sempre foi por poucos períodos o primeiro presidente eleito
democraticamente depois do golpe militar em 1964 foi Fernando Collor em 1989.
Esta evidente que tem interesses externos ao Brasil nesta guerra ainda virtual.
Esperamos que a partir do dia 13 não tenha derramamento de sangue.
Já não é mais uma questão ideológica de direita ou esquerda e sim esta em jogo
a manutenção da democracia.

Joka


João Carlos Faria

domingo, 8 de março de 2015

Democracia um direito que deve ser mantido

Vivemos dias conturbados onde se ameaça a democracia. Sei que não é um dos melhores sistemas
mas enquanto não temos novas ideias sociais vamos manter esta democracia ocidental.
Que dias estranhos nesta frágil América Latina ficar em silencio é um desafio. Nunca a politica
me provocou tanta aversão.
Talvez seja isto que muitos querem que o povo se ausente do debate discordo de Marcelo Freixo no
programa Dialogo com Mario Sérgio Conti as pessoas estão começando a acordar para a politica
via as redes sociais. Minha leitura de junho de 2013 é que foi o inicio de uma mudança.
A um descredito da vida partidária Brasileira seja em partidos de esquerda até a direita.
No Brasil se debate politica como nunca. A uma corrente de pensamento que diz que esta desestabilização
vem de fora por causa do fortalecimento dos Brics grupo politico de cooperação formado
A policia federal, Ministério Publico trabalha como nunca se trabalhou e vemos ai o escândalo da Petrobras.
E as mudanças estão acontecendo e o povo se manifesta nas redes e acabará chegando as
ruas.
Palco real de transformações sociais. Mas que as ruas estejam afim de democracia, justiça social, Reforma politica.
Novas formas de organização politica irão acontecer. Precisamos pensar e agir, refletir.
Mas que a paz prevaleça e não caminhemos para uma guerra civil.
Não devemos perder o que o Brasil já avançou precisamos de uma maturidade politica
e social e o aperfeiçoamento e a criação de novas formas de participação social do
cidadão seja virtual e real.
Quem constrói e faz a historia acontecer somos nos cidadão brasileiros.

Joka

João Carlos Faria



Republicando este que faz parte do cd O destino da chuva de 2008.


Mulheres vão ao banheiro?

Joca Faria

Tudo já se falou do poder de sedução feminina mas nem
tudo e sempre dito. Elas são seres além da compreensão
para nos homens são mistérios encarnados no mundo real
são Deusas.
E a nos homens cabe a imperfeição somos partes dela e
não elas partem de nos.
Vivemos numa região onde a Deusa é cultuada sobre o
nome de Nossa Senhora Aparecida tão bem cantada por
Renato Teixeira.
O marianismo faz parte de nossa cultura. Hoje vindo
para este espaço Chico Triste deparei me com duas
belas irmãs uma com um vestido esvoaçante sendo
tocada pelo vento e outra a empurrar um carrinho de
bebe.
Não e a toa que nossos mestres Vinícius de Moraes e
Tom Jobim compuseram garota de Ipanema nosso sexo
feminino que é cantado em verso e prosas e a mais pura
perfeição do Grande Arquiteto nosso pai.
Este ser feminino que nos inebria faz nos homens
gemermos sem sentir dor. Como bem canta Amelinha.
Mulher alma, mãe natureza, somos todos filhos de Gaia
cantemos louvores a elas. Nossas eternas mães.
Nascemos do útero e voltamos a terra.
O que seria de nos sem seu amor sem seu suor sem seu
calor.
Sem a beleza desta flor que nos acaricia e nos ama nas
alcovas.
Mulher sou teu filho teu esposo e teu pai.
Venho de ti senhora da magia.

João Carlos Faria 

Video com poema no cd O destino da chuva

quinta-feira, 5 de março de 2015

Gárgulas sobrevoavam Gotam City


Sob o olhar de Atlantes ela caminha, as nuvens eram vagas.
O deserto era longo. E os caminhantes estavam sedentos de sede.
Enquanto isto eu lia contos debaixo de uma nuvem de cara de águia.
E a saudade fazia calar e silenciar-se.
Para onde era o caminho que Matusalém indicara?
Todos com seus grandes corpos haviam estado num jangada.
As naves os haviam deixados para trás.
Só caminhavam. Por estes dias o deserto era longo.
E as belas cidades haviam afundado. Jamais seriam lembrados.
Gárgulas sobrevoavam Gotam City.
E o homem -morcego que leva o nome de Batman jazia morto
por entre os escombros.
E eu indiferente a ler uma coletânea de contos.
E tudo se seguia arrevessar um deserto, atravessar mares bravios até
chegar ao Egito.
E o corpo de Batman jazia a espera de abutres em sua ultima luta.
E a criança sonolenta dorme por entre escombros.
Gaza sem água, sem liberdade.
E as memorias de um tempo são destruídas em nome de uma fé morta.
Ó senhor porque nos abandonastes.
E eu folheando aquelas paginas aquelas antologias que sobrevivem em
minha memória.

Joka

João Carlos Faria

Uma singela lembrança da Antologia de Contos Alberto Renart editados pela
Fundação Cultural Cassiano Ricardo nos anos 80,90 do século vinte.
Ali tem -se material suficiente para gerar grandes longas metragens.
E por onde andas estes autores contemporâneos?
Que para quem leu nunca mais esquece.
Vivemos numa cidade que pode ser mais e insiste em ser menos.
É hora de voar e sonhar.

São José dos Campos São Paulo Brasil.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Brincando com a semiótica
Analisando esta imagem abaixo como a esquerda no Brasil esta antiquada,
ressuscitar a luta de classes?
Dá mentalidade da direita esperamos de tudo, ódio e tudo mais.
Mas de quem se diz antenado? Ligado no mundo?
Nesta luta de braços o povo brasileiro leva a pior.
E quem anda por traz disto?
Deixemos de ser otários.
Estamos transformando junho 2013 num fiasco.
Joka
João Carlos Faria
É só deixarmos de sermos trabalhadores e montarmos nossas empresas, cooperativas e por ai vai.
O mal da luta de classes é a luta.
Joka


Mutantes a divina comédia

Eu não entendo muito esta linha retro de ter disco em casa?
Mesmo sendo 80,90 prefiro o yotube que se vai descobrindo um som na intuição.
Não gosto muito de ler livros no computador prefiro em papel.
Mas a quantidade de poetas bons que descubro no Facebook e sites é incrível.
Enfim curto nossos dias de hoje o eterno agora.
Tá difícil é achar uma turma para fazer filmes, criar músicas mas até isto
se supera.
E acaba se descobrindo e desvendando os caminhos das pedras.
Afinal ainda estamos vivos. Por enquanto né.
Que tal um sarau para celebrar o outono?
Por onde anda Solfidone?

Joka

João Carlos Faria




terça-feira, 3 de março de 2015

Outono
Um rabisco de sol

Joka


João Carlos Faria
Noturno

Me veio na cabeça e cantei cantei cantei só para mim.
Em meu silencio. Cantei e quem pode deixar de cantar?

Joka


https://www.youtube.com/watch?v=0xZqBAHFRhg

https://www.youtube.com/watch?v=0xZqBAHFRhg
A lista do Janot

E o que tem na lista?
A imoralidade e a perversidade brasileira.
A corrupção de cada dia na nação brasilês.
E por ai vai.
Enquanto a educação é só prioridade mas de quem ? De qual governo?
O desemprego aumenta.
E as ruas esvaziadas.

Na lista de Janot vai ter marmelada?
Vai ter pizza?

Queremos ver a lista ? Saber da lista.
E depois tudo voltará ao normal.
E passaremos para outras listas.

E o que falar de partidos se partem num jogo
sempre jogado de cara de pau.
E o Brasil naufraga.

A lista do Janot.
Mudará uma nação?

Joka


João Carlos Faria