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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Não somos arvores

Escrever sobre politica nestes dias desconfortáveis e inúmeras incertezas. Procurar empregos
nos classificados virtuais e nada.
A vida, sonho e nenhuma Utopia. O livro Utopia é um dos poucos que desisti de ler.
Noites e noites e as portas abertas, inumeráveis fantasmas a adentrar ao quarto. A vida é feita de
incertezas e mais incertezas. E nada novo sobre o céu de verão. E a chuva resolve voltar. Prenúncios
de dias mais conservadores. A liberdade anda sozinha. Ninguém ousa pensar fora da manada. Lugares comuns nos escritos e revoltas. Tenho vontade de andar por Brasília. Como é Brasília?
Não desvendamos aquela cidade. Já estive lá numa manifestação e ainda não retornei.
De lá rumaria para o norte do Brasil, apenas com uma mochila nas costas. E um maço de dinheiro, cartão de debito ao lado de uma mulher que quero amar.
Alto Paraíso? Esta ali no centro oeste parece que tenho raízes neste Vale do Paraíba.
Não somos arvores. Tentam asfixiar as esquerdas. Sempre tentam nos anos noventa quase conseguiram. A uma insistente ausência de ética na politica. Precisamos plantar arvores.
Despoluir os córregos e andar de bicicleta nos parques das cidades.
A educação esta um caos. Quase grudei na jugular de um pastor que colocava a mulher como ser inferior ao homem. Pensamentos assim geraram a escravidão no ocidente e este sistema perverso.
Quantas pessoas perdem a cabeça nestes conflitos no Oriente. E pensar que a civilização nasceu
onde é hoje o Iraque?
Temos tantas possibilidades de transformar a humanidade e continuamos cada vez mais intolerantes.
Assisti um documentário onde pessoas se isolam de tudo. Mas ser humano não nasceu para viver
só.
Liberdade é alguma coisa a se conquistar. Não entendemos nada do mundo nem da vida.
Temos tudo por mudar e alguém me disse que já fui desvairado. E hoje comportado. Será que
sou um grande ator?
A vida, breve leve. Temos uma alma por conquistar.

Joka


João Carlos Faria       

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