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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Brasil, uma vela acesa no fim do túnel


Fila de emprego na rua XV o PAT posto de atendimento ao trabalhador esta cheio a fila dobra a esquina, três a quatro horas para um
atendimento quando se pega uma cartinha que muitas vezes é um sonho.
As pessoas conversam sobre a crise econômica e moral do Brasil que desaba a politica não dá em nada. Nestes dias tenebrosos assistimos na TV os debates no congresso um senador em alto e bom tom diz a maconha não sera legalizada.
Um homem num ônibus de uma linha popular no fundo do ônibus. Simplesmente tira seu sexo para fora e se masturba Bocage se constrange e muda de banco. Perto do mercado militantes se encontram ao acaso ela de bicicleta um jornalista um Pedagogo a beira de se formar. Papo rápido falam das mazelas Brasileiras. Falam da educação que não esta sendo bem conduzidas por governantes delinquentes. E o povo a beira ou numa enorme recessão. O velho jornalista acha que a guilhotina sera em breve mas de novo? É a neurose e a loucura de qualquer militante pós 1964 no
Brasil o medo de golpe. E uma jornalista num programa da TV paga
reflete que liberdade é esta?
E muda o assunto para esporte. Parece algo proposital não aprofundar
o debate. A algo estranho e bem podre, tramas sendo feitas. A chuva traz um pouco de esperança. Estamos numa imensa nau sem rumo. Deveríamos estar nas ruas e estamos no universo virtual. O velho partido esta moralmente abalado nas ruas clama-se o impedimento de uma presidente. Mas ai tudo desmorona. Assistimos a historia sem nada poder fazer. Qual o caminho? A barbárie se faz realidade, falta de água, emprego
perspectivas. Fazemos a lição de casa e de nada nos adianta. Precismos
achar ao menos uma vela acesa no fim de um túnel.
O desemprego atormenta todas as pessoas. Chega numa certa idade ideias
como empreendedorismo vão ruindo. As cidades são os piores lugares para se viver. Falta de água, apagão elétrico, poluição, insegurança, desemprego. Talvez o campo seja uma solução. Velhas ideias utópicas de criar comunidades para um jeito alternativo de viver.
Dizem ter uma ilha abandonada no meio de uma represa Bocage a busca
e não encontra.
O povo nunca aprende o duro oficio da politica e se faz constantemente enganado pelos eternos manipuladores da massa. Quem ousa pensar
esta escluido de tudo.
Vozes dissonantes nunca são ouvidas, sempre ridicularizadas. Estamos
numa sociedade em estado terminal.
Um parto se fará a ferro e fogo. E a velha rainha de copas diz cortem
lhes as cabeças.

Joka

João Carlos Faria



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