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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Em que pais vivemos?

Quem leu Fernando Gabeira no Estadão hoje?
Dilma foi eleita. E deve seguir seu mandato até o fim.
Mas se o povo quer algo além de PT, PSDB.
Precisa aprender a fazer politica. Só reclamar e refletir nas redes sociais é algo
que não resolve.
Sei o que são partidos políticos já passei por dois. Estamos numa crise de lideranças
e golpismo a esquerda ou a direita não se deve tolerar.
Estamos vivendo o reflexo da crise econômica de 2008.
E a única saída para o Brasil é a democracia. Não se faz politica nas redes sociais
se faz nas ruas na sociedade. As redes sociais podem servir para mobilizar, refletir.

Joka


João Carlos Faria
Jornada nas estrelas

Spok adentra ao portal
A estrela o leva além da escuridão

O silencio na tarde
O teletransporte leva Leonard Nimoy
Nunca mais canta o corvo nunca mais
E a vida segue em preto e branco
Um astro teletransportado

E nossas manhas e tardes de belas series de TV.
Que nos leva além de nossa imaginação
Numa jornada nas estrelas
Tudo se pode através da imaginação
E seguimos além da escuridão
Spok agora vê estrelas nascerem
E junto com Leonard Nimoy se funde numa
só pessoa
E o corvo canta nunca mais
nunca mais

Joka

João Carlos Faria

Livre menção ao poema O CORVO de


Edgar Alan Poe.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Além mar


Hoje zapeando a TV achei este programa do diretor Belizário França e roteiro de Hermano Vianna
de 1997.
Programa sensível e fantástico mostrando a língua Portuguesa falada em diversos países do mundo.
Esta língua que nos contagia


Navegar


Caetano Veloso passeava por Copacabana numa madrugada de insonia. Quando avistou uma Caravela vindo como uma estrela pelo céu. E ficou atônito ao lado da estatua de Carlos Drummond.
E desta estrela colorida, Caravela desceu Camoês e um bardo Inglês chamado de William Shakespeare.
Eles haviam assistido ao documentário Além Mar e queriam um dialogo sobre suas obras.
E Shakespeare meio alvoroçado querendo tirar uma satisfação dizendo se melhor que Camoês pois criara inúmeras historias. E Caetano naquela calma bem Baiana disse que era apanas uma singela
reflexão que tinha feito.
Para aquele documentário uma reunião com três caras. E Drummond não se fez de rogado e levantou-se deixando de ser estatua e voltando a ser gente.
Epa e dizia estou cansado de ficar aqui a anos. E agora eram quatro e nenhum teatro.
E um paulista metido lá das bandas do Vale do Paraíba chegou. Não me convidarão para esta
festa mas aqui estou eu Cassiano Ricardo. Atravessei o infinito com uma balsa.
E Caetano disparou e aquele poema sobre comunismo e fascismo e as ruas estão tortas.
Opa não viste a versão dos Secos e Molhados tirado dos Sobreviventes?
E a língua nossa pátria nossa mãe. E Portugal com sua escola de Sagres que conquistou o mundo.
E assim ficarão a noite toda ali em Copacabana.
E a língua Portuguesa alcança lugares que nossa vã filosofia nem imagina.
Fomos além de Trobana. E quantos mares ainda por navegar.

Joka

João Carlos Faria




https://www.youtube.com/watch?v=1ze8FN78glU
Além mar


Hoje zapeando a TV achei este programa do diretor Belizário França e roteiro de Hermano Vianna
de 1997.
Programa sensível e fantástico mostrando a língua Portuguesa falada em diversos países do mundo.
Esta língua que nos contagia

E as palavras colhida na mítica Pasárgadas


O mar, navego nas telas da TV.
Adentro as imagens de milhões de filmes.
Crio tudo dentro de sua imensa cabeça.
A língua que nos constrói e nos destrói.

Portugal por todos os mares.
Camoês, Caetano Veloso.

Navego dentro de mim dentro de
teu coração.

E as palavras colhidas no jardim.

Trevas, luz.

Anjos descem e sobem a imensa escada de Jacó.

E as caravelas Portuguesas e a escola de Sagres.

Quantos povos submissos?

Verão e por onde ANDA Camoês?

Com quantas palavras se faz nascer povos?

E nada existia no universo, era tudo trevas.

Fez se a LUZ.

Mergulho dentro de minhas trevas.

Quero construir uma jangada e chegar a Africa.

Uma jangada formada de palavras.





https://www.youtube.com/watch?v=1ze8FN78glU

Crise no Centrão ‘congela’ CEI


O governo Carlinhos Almeida tem feito muitos acertos como a regularização dos chamados
loteamentos clandestino.
E ira deixar esta marca na cidade. Nestes dias ouvi Carlinhos numa rádio.
Falta uma presença dele mais ostensiva na internet . Deveria esquecer o marketing rasteiro
e se aproximar do cidadão que esta nas redes sociais.
O governo não tem bons articulistas no universo virtual.
E este centrão é uma grande ilusão que não se sustenta depois do carnaval.
Sempre fiz minhas criticas a este governo que votei não é o governo de nossas utopias
mas se formos nos atentar sem paixões pode superar o PSDB.
Se formos lembrar um pouco o governo de Eduardo Cury não estava bem cotado no fim
de seu mandato.
Mas a democracia é assim e as opiniões vão mudando.
E não dou a minha a cara a tapa por nenhum carguinho e sim para melhorar a cidade.
Terceira via em São José dos Campos é uma mera ilusão já quebrei a cara ficando
um tempo no PV.
2016 esta chegando.

Joka


João Carlos Faria  

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Joio e trigo nas redes sociais


Qual seria a língua dos Anjos? Me veio agora enquanto tomava um copo de água. Para arriscar
um escrito. Mas escrever a quem se destina?
A tarde já esta indo embora entrei na internet para dar uma olhada rápida e voltar a ler um livro. E a politica no Brasil esta em ebulição nas redes sociais são tantas as manipulações. Que ando a ir procurar jornais impressos para ler. E achar pessoas para um dialogo. Na segunda-feira na cidade encontrei duas pessoas que falavam justamente de filosofia uma delas refletindo se um atamo parece o que nos aconteceria? E neste vai e vem chegou-se a falar do velho poeta Augusto dos Anjos ouvi ali belas declamações do velho poeta. E a cidade fervilhante.
E nas redes sociais os conflitos entre militantes virtuais se espalha e se torna cansativo e desinformador da realidade Brasileira. Uma reflexão que vi é que vamos ter que aguentar este
terceiro turno eleitoral até 2018?
O duro nisto tudo é o que pais de fato não se debate ? Não vemos propostas atraentes. E sim uma
ausência de inteligencia.
E uma enorme falta de dialogo um amigo que trabalha numa portaria de prédio anda a ler todos
os jornais que chegam na madrugada e chegou a conclusão que jornais e revistas impressas nos
informam melhor que as buscas na internet.
Sei que deve existir inúmeros bom sites de noticias. Precisamos aprender a garimpar e achar
trigo neste momento é um enorme desafio.
Não sei que desfecho a atual crise moral da politica vai chegar. Que não seja a ausência de democracia.
Percebe-se uma certa manipulação nas mídias que contamina as redes sociais. De onde partem
boatos como o que falava que a poupança seria novamente confiscada?
E os contra ataques ? Hoje vi uma foto elucidativa de uma briga em frente a Petrobras.
Estes fatos lamentáveis devem parar.
Esta tentativa de desvalorizar qualquer ação de empresas estatais, Ou órgãos públicos é um
desserviço ao pais.
Cabe os agentes políticos de todas as siglas uma mudança de atitude. E como o cidadão
brasileiro pode começar realmente a participar da vida politica do Brasil?
Reclamar em redes sociais não resolve. E se os partidos políticos são considerados no
geral intituiçoes falidas e sem moral?
Como o fazer politico deve ser repensado?
Cabe nos todos estar atentos e repensar atitudes. O Brasil se transforma a onde vai
chegar já' não conseguimos prever?
Mas o bem maior a ser preservado é a democracia. Algo sempre desestabilizado em
nossa América Latina ao longo da historia deste jovem continente.
E o palco para ações e reações é a rua mas que seja com ordem e não caos.
Nos cabe filosofar e agir.

Joka



João Carlos Faria

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Hoje tive o prazer de novamente falar de literatura na rádio do Sindicato de Ciência
e Tecnologia em São José dos Campos.
Uma bela tarde com a jornalista Shirley Marciano e Paulo Silva.
Ouvi ali velhos poemas recriados na voz de Paulo.
Em breve no yotube.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bom dia de Sol, calor.
As quartas-feiras das cinzas já foram.
O carnaval deixa saudade para quem participou
ou não da festa.
O bloco dos sozinhos arrasta multidões.
Ontem assisti ao final de um filme Argentino
no Arte 1.
A solidão ali bem retratada.
E a vida segue. Concursos. Classificados de emprego.
E a vida segue.
Enquanto nossa desestrutura se faz viva.
E a vontade de fazer se faz forte.
A vida é leve, breve.
Bom dia.
Que os Deuses nos guiem nos iluminem.
E que possamos entender as trevas que nos habitam
e não deixa chegar a luz a alma.

Joka


João Carlos Faria   

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Caminhos da escrita fast food

Acabei de encerrar um poema de maneira rápida.
A idéia foi tão original. Que pedia um corte na
hora certa.
Nada como o tempo de escrita. Já aprendi a não
insistir.
Estes tempos de Facebook esta gerando uma escrita
curta.
Para o bem ou para o mal tudo é momento.
Vamos brincando enquanto o senhor Destino não
nos colhe.
A vida é breve. Que seja ao menos prazerosa
na alegria e na dor.
O que vale é o amor.

Joka

João Carlos Faria
A deriva

A quarta - feira de cinza já se foi.
E nosso silencio permanece.
A alma andando despida pela noite.
Sem encontrar outra alma.
E a vida segue sem triunfo, sem glórias.
Já passou o tempo e a solidão sempre reinando.
Caminhamos lado a lado com ela a esperança.
Que atravessa a rua sem olhar e é atropelada
pelo senhor destino.

Joka

João Carlos Faria


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Raízes de Aninha

Cinza, chuva.
Eu é que não mergulho em cinquenta tons de cinza. Caminharia sim por um milharal
lá pras bandas de São Bento.
Dias movimentados sem abandonar a cidade. O mundo todo nas redes sociais. E a desligo
para ouvir alguém contar suas aventuras para colher cinquenta espigas de milho.
Por entre espinhos na beira do rio. Nestes fervelhantes dias molhados. As redes sociais
se encheram de militantes virtuais. E nos cansa e nos faz buscar algo novo. E as cidades
se esvaziam de boa prosa filosófica como andamos cada vez mais vazios com uma tecnologia que
em vez de nos aproximar nos separa.
Começo a mergulhar na biografia de Cora Coralina em suas Raízes de Aninha de Clóvis Carvalho
Brito e Rita Elisa Seda estava guardando este livro para quando mergulha-se em alguns de seus livros. E o retirei de meu guarda-roupa. Como conseguimos estar cada vez mais sozinhos e as tecnologia se multiplicam nos falamos? Mas somos bárbaros e nem falamos a mesma língua nesta babel.
Almas errantes, transformamos sexo em moeda de troca de poder. Casamento já não duram. Estamos enchendo os consultórios de psicólogos e psiquiatras. Temos manuais de como se viver nesta selva de pedra. E não achamos algo que nos faça alcançar a alma perdida.
E que queremos ter e não somos.
Este labirinto nos confunde. O minotauro esta dentro de nos mesmo. E nos devora.
Somos uma imensa multidão numa só pessoa.
Para que escrever?
É uma pergunta que sempre nos fazemos. E continuaremos a fazer eternamente.
Registrar nossos fracassos, ambições se fazer notado sem ao menos existir.
Devemos esvaziar a mente. Fechar os olhos e nos calar.

Joka



João Carlos Faria
O homem teclado, submisso ao sistema

O problema da politica nestes dias é que não nos cansamos de debatê-la.
E estamos nos debatendo.
E tudo sempre as moscas. E corremos para morrer na praia.
Carece-se lideranças. Carece-se atitude.
E a manipulação das massas se da através das redes sociais.
Onde não nos calamos. E as ruas esvaziadas de ação.
Partidos políticos mantém seus feudos e as hienas riem
de nossa completa falta de atitude.

Joka


João Carlos Faria

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Eles mentem descaradamente
impeachment, na Globo?
Eles são os donos da mídia.
Inventaram esta de confisco.
A GLOBO acaba com o Brasil.
Ou o Brasil acaba com a Globo?
Que gente estúpida.
JOKA
João Carlos Faria
Mangueira
Estava com um escrito na cabeça sobre a Mangueira o documentário O samba que mora
em mim.
E desapareceu. Iria entrar Darcy Ribeiro, Brasilidade.
Transformação social.
A beleza da comunidade carioca e a força do povo. Ingredientes do documentário
e da vida real deste povo carioca brasileiro.
No Brasil de hoje que tenta-se sabotar.
E resiste, insiste.
É carnaval e a chuva silenciosamente caie no Vale do Paraíba.
Precisamos nos reinventar o tempo todo.
O Rio de Janeiro reflete o Brasil.
Precisamos enquanto povo. Enquanto Brasil refazer a politica. Reconstruir valores.
E nada como uma parte da realidade de uma comunidade para nos mostrar que a criatividade
move este pais.

Joka

João Carlos Faria

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Bom dia , sábado de Carnaval.
Aqui ainda lendo poetas, profetas.
A vida esta lá fora.
O palco.
Bom carnaval.

Joka

Carnaval

Baco ..
Dança ciranda ..
Adentra sua casa e te tira para dançar.

Dia e noite mera ilusão.
O sol nos convida a viver.

Baco ..
Dança nas ruas ..
É carnaval …
Viver se faz prazeroso ...

Joka


João Carlos Faria  

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015


Calor ,verão temos a trágica compania das baratas


Estava a ler Ricardo Reis mas a dor é tão grande que não me bastou.
Tem hora que se dilacera. Tudo para o vento silencia.
Só este barulho do ventilador dentro desta maquina de endoidar ou renascer?
Só depende de como usamos?
A fé se esvai. O corpo insiste em permanecer acordado.
Nem sei se é de fato Ricardo Reis, Fernando Pessoa não sou tão especialista
mas a dor nos poemas era real.
Falava-se dos Deuses que não nos percebem.
Calor, verão temos a trágica compania das baratas.
O dia ficou mais dia quando ouvi sobre o Abraxa.
Nem me ligava. Caminhar eternamente em circulo nos faz sermos desligados.
Num domingo a tarde diante das pessoas que saiam de uma igreja.
Me vi novamente a cultuar Deuses já mortos.
Repetir-me em outra vida. Tentando achar uma fresta uma pequena
fresta para sair do labirinto.
Desespero-me ante a possibilidade de voltar a este vale de lagrimas.
Eterno destino dos que não ousam saltar o abismo.

Joka

João Carlos Faria




Navegar

Viver, nestes dias sombrios.
Na ausência de luz.
E como navegar e saber que não existem portos.

Se navegar era preciso. E não viver.
Como se faz a vã esperança?
Almas a deriva.

Descer quarenta e nove degraus dentro de si mesmo.
Sem sentir esperança.
Sem um porto ao menos seguro.

Sempre com a possibilidade de se ver
refletido no minotauro.

Joka

João Carlos Faria


Inferno

Verão, calor, carnaval.
Almas dilaceradas.
Na mais atordoante certeza da não existência do tempo.

Baratas, expulsas da casa.
Caminhos sem volta.
Perdemos o sentido.

Esculpir em areia, mera ilusão.
Vida breve, alma dilacerada.
Não existir.
Dez mil anos de ranger de dente.

Joka

João Carlos Faria

Abismo

Cães, noite, inexistência.
Tempestades, navegação.
Bebemos da taça da desilusão.
Almas a deriva.

Inocência, ego, fresta de luz no porão.
Quimeras.
Delírios, espelhos refletem o nada.
A morte do ego. Reflexo de pureza.

Cortar a carne, dilacerar a calma.
Silencio diante do nada.
Morrer, em silencio contemplando o abismo.

Viver a morrer.
Caminhos em círculos.
Diante do nada.

Joka

João Carlos Faria



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Ficção mera ficção

Ficção será que somos uma mera criação de ficção?
E quem nos conta ? Quem será que nos faz personagens.
Existir, as vezes parece que não existimos.
O marasmo das tardes é tão interessante. Distribuir currículos
em agencias de empregos.
Procurar sempre algo que não achamos.
E alguém me contou que uma arvore resolve sair pela noite. No caso
seu elemental.
Várias vezes desci aos infernos.
Voltar sempre a este mundo. Parece-me cansativo mas descer aos
infernos novamente por uns dez mil anos não me satisfaz.
Tem hora que somos um fracasso. Em outra vencedores.
Que estranho os sentimentos mudam a todos os instantes.
Olho-me no espelho e contemplo meus demônios..
Nestes dias que antecedem o carnaval. Os meus demônios se divertem.
E por onde anda meu lado bom? Se os tenho.
Meu lado sombrio se faz mais presente.
Navego cotidianamente pele rede virtual.
Desespero eterno desespero.
Neste labirinto esta quase impossível reencontrar minha alma.
Danço nas noites entre cães. E acordo com barulhos estranhos na
madrugada.
Ficção sera que sou mera ficção.
Não existo. Resisto.

Joka


João Carlos Faria       
A santa mídia de cada dia

Falta nos ousadia de pensar por nós mesmos.
A saída para a crise politica não esta nem a esquerda nem a direita.
Ele depende de TODOS NÓS.
É que realmente não ousamos pensar.
Muito menos agir.
Eles pensam e agem por nós.
Agora é carnal vamos parar de pensar.

Joka


João Carlos Faria 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Literatura em São José dos Campos

Existe literatura , universal até Brasileira.
Mas uma cidade localizada na Via Dutra caminho que liga São Paulo ao
Rio de Janeiro.
Nos encanta com a proliferação de escritores, poetas e amantes da escrita até um tempo
atrás dava para se fazer um mapa da produção local. Agora confesso não tenho mais
esta noção. Vejo inúmeras matérias no Entrementes, O Vale, TV Vanguarda e na radio ueb do Sindicato de Ciência e Tecnologia e até no Facebook.
Conheço uma gente variada pessoalmente. E os novos estes aos poucos ouço falar deles.
Sarais acontecem de várias maneiras em vários lugares espaços públicos, privados e até em Castelos. Os meus prediletos são sempre os de rua mas não ouço falar deles tem alguns em bares.
Faz um tempo que não me envolvo nas produções deles. E que tem hora que nos recolhermos me dedico mais a escrita.
Hoje com a intenção de arrumar meu guarda -roupa encontrei diversos livros da produção local que coleciono e leio é claro.
Gente muito talentosa grandes lembranças o saudosismo vem a tona. As fotos estão ai.
Sempre questionei o poder público hoje em dia me distanciei me reservo ao direito de ser público.
Sei de nosso papel enquanto cidadãos. Quero cumprir o meu e confesso nem sei por onde começar que é montar uma editora e produzir cinema. Minha trajetória me fez chegar a estas iniciativas
e não me desvio destes objetivos mas por ora quero organizar minha vida pessoal e profissional.
Ai sim voltar a produzir. Mas deixar de registrar parte desta produção com as fotos que fiz não
deixo.
Cabe ao poder público e não a nós escritores, ativistas culturais e comunidade criar espaços
e estantes que destaquem esta produção que existe ao longo de décadas. E passa gestões e mais
gestões públicas e não acontece.
Na Biblioteca Cassiano Ricardo, Casas de Cultura e Salas de Leitura não tem estantes com
estas produções.
Foi criado o Fundo de Cultura para quem gosta de participar deveria ter editais para a produção
literária local mais o Fundo esta se estruturando.
A Câmara de Vereadores da cidade poderia repensar a criação de similares as comissões que existiram na Fundação Cultural Cassiano Ricardo.
Hoje pelo que se sabe o único grupo formalmente organizado é Academia Joseense de Letras mas
não sei se ali gesta-se uma proposta de gestão publica da literatura na cidade?
Se se interage com a Secretaria de Educação e Fundação Cultural Cassiano Ricardo?
Outras iniciativas também deveriam nascer no plano formal e até informal sei de muitas.
Enfim vivemos numa cidade industrial onde as industrias estão indo embora. E a arte aqui tem campo fértil. E a arte não pode contribuir para o tão almejado desenvolvimento econômico
da cidade?
Mas para isto as intituiçoes publicas devem se abrir para debates. Estamos construindo uma cidade e isto vai além de partidos políticos, governos a cidade é nossa.
E cabe a ela cuidar da memória de seus escritores , artistas e fomentar o novo. Que retratem as
inquietações da sociedade de hoje. E nada como a memoria de ontem para sabermos que coleciono e temos tantas historias.
E as fotos destes livros estão ai que mandem mais muito mais para o Entrementes nos cidadãos
fazemos a história.
São José dos Campos contribui com a literatura universal somos todos frutos dela.
Este artigo esta matéria continua de varias maneiras escreva a sua.

Joka


João Carlos Faria
 
O homem que se auto intitula gênio

Edu Planchez

É um poeta visceral, sem limites insano.
E vai muito além de ser Beat.
Sua escrita muita vezes nos constrange em nossa
moral.
Mas Brasilês onde a imoralidade anda fechada em
quatro paredes.
E o mal se faz nas ruas, em desgovernos, corrupções.
E um poeta caminha pelo Rio.
Gritando sou gênio.
Edu esta além, homem comum.
Que retrata uma sociedade que inutiliza os que ousam não
se enquadrar num sistema doentio.
Edu Planchez vai além do que supõem o universo Beat.
Ou qualquer vanguarda.
Ele nos enquadra em sua ousada loucura.
Vai além de nossa normalidade.
Viva Edu.

Joka

João Carlos Faria    

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Democracia bem maior

Nunca vi o pais numa crise tão grande como esta em que estamos hoje.
A desconstrução do PT. A insistente tentativa de derrubar Dilma Rousseff.
A falta de água em São Paulo possibilidade de estado de sitio?
Assistindo Diálogos de Mário Sérgio Conte na Globo News vi uma jovem
socióloga ligada ao movimento passe livre.
Ela falava como se fosse novidade a idéia de Núcleos de Base.
O PT nasceu com este projeto se tivesse mantido não teria tantos problemas
quanto tem hoje.
Querem a todo custo incriminar LULA e DILMA.
E acabar de vez com o PT já tinha lido isto numa revista a uns três anos a
atrás ninguém prestou atenção.
Mas base aqui em São Paulo é algo difícil temos uma população cada
vez mais conservadora.
Corrupção é algo do Capitalismo e não de um partido que governa o pais
a doze anos.
Quem for culpado que vá preso. Agora tentar derrubar uma presidente
é golpe.
Ela tem feito todos os ajustes econômicos. A Grécia também fez e esta
quebrada?
O capitalismo é um sistema que não deu certo. Beneficia uma minoria
a Utopia Socialista também não.
Não ousamos ir buscar o novo. A socióloga mais me parecia algum personagem
de As Meninas do livro de Lygia Fagundes Telles com ideias dos anos setenta só
faltou estar com uma camiseta de Chê Guevara.
A academia tem que se repensar tantos doutores com ideias velhas e ultrapassadas.

Joka



João Carlos Faria
Brasil, uma vela acesa no fim do túnel


Fila de emprego na rua XV o PAT posto de atendimento ao trabalhador esta cheio a fila dobra a esquina, três a quatro horas para um
atendimento quando se pega uma cartinha que muitas vezes é um sonho.
As pessoas conversam sobre a crise econômica e moral do Brasil que desaba a politica não dá em nada. Nestes dias tenebrosos assistimos na TV os debates no congresso um senador em alto e bom tom diz a maconha não sera legalizada.
Um homem num ônibus de uma linha popular no fundo do ônibus. Simplesmente tira seu sexo para fora e se masturba Bocage se constrange e muda de banco. Perto do mercado militantes se encontram ao acaso ela de bicicleta um jornalista um Pedagogo a beira de se formar. Papo rápido falam das mazelas Brasileiras. Falam da educação que não esta sendo bem conduzidas por governantes delinquentes. E o povo a beira ou numa enorme recessão. O velho jornalista acha que a guilhotina sera em breve mas de novo? É a neurose e a loucura de qualquer militante pós 1964 no
Brasil o medo de golpe. E uma jornalista num programa da TV paga
reflete que liberdade é esta?
E muda o assunto para esporte. Parece algo proposital não aprofundar
o debate. A algo estranho e bem podre, tramas sendo feitas. A chuva traz um pouco de esperança. Estamos numa imensa nau sem rumo. Deveríamos estar nas ruas e estamos no universo virtual. O velho partido esta moralmente abalado nas ruas clama-se o impedimento de uma presidente. Mas ai tudo desmorona. Assistimos a historia sem nada poder fazer. Qual o caminho? A barbárie se faz realidade, falta de água, emprego
perspectivas. Fazemos a lição de casa e de nada nos adianta. Precismos
achar ao menos uma vela acesa no fim de um túnel.
O desemprego atormenta todas as pessoas. Chega numa certa idade ideias
como empreendedorismo vão ruindo. As cidades são os piores lugares para se viver. Falta de água, apagão elétrico, poluição, insegurança, desemprego. Talvez o campo seja uma solução. Velhas ideias utópicas de criar comunidades para um jeito alternativo de viver.
Dizem ter uma ilha abandonada no meio de uma represa Bocage a busca
e não encontra.
O povo nunca aprende o duro oficio da politica e se faz constantemente enganado pelos eternos manipuladores da massa. Quem ousa pensar
esta escluido de tudo.
Vozes dissonantes nunca são ouvidas, sempre ridicularizadas. Estamos
numa sociedade em estado terminal.
Um parto se fará a ferro e fogo. E a velha rainha de copas diz cortem
lhes as cabeças.

Joka

João Carlos Faria



Brasil o pais dos P

O pais vivendo uma enorme crise financeira. Sem nada novo.
Quase sem vagas nos postos de empregos os famosos PAT.
E ninguém nem ai. Nas ruas ouço um caça as bruxas ao PT.
E pessoas com medo de que se cortem as cabeças como na revolução
Francesa.
E o Deus mercado mandando neste pais em que o PMDB toma conta
de tudo.
O PT não é Bolivariano ele serve ao mercado. Ele acalenta ao mercado.
E o povo que se dane. E em São Paulo o PSDB sucateia a educação, não resolve a crise
hídrica.
Estamos sim numa ditarura da imbecilidade e na falta de ação de nós o povo ludibriados
pelos P de putas.
Que nada fazem de verdadeiro para mudar o Brasil.
E estes jovens querendo protestar por quarenta centavos a mais na passagem. Temos inúmeros
outros desafios que motivam estar nas ruas.
E o povo desolado nas ruas. São Paulo correndo risco de ficar sem água num desgoverno de vinte
anos do PSDB.
Estamos adormecidos. Vamos acordar
A corda esta em nossos pescoços o povo brasileiro.

Joka



João Carlos Faria

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Não somos arvores

Escrever sobre politica nestes dias desconfortáveis e inúmeras incertezas. Procurar empregos
nos classificados virtuais e nada.
A vida, sonho e nenhuma Utopia. O livro Utopia é um dos poucos que desisti de ler.
Noites e noites e as portas abertas, inumeráveis fantasmas a adentrar ao quarto. A vida é feita de
incertezas e mais incertezas. E nada novo sobre o céu de verão. E a chuva resolve voltar. Prenúncios
de dias mais conservadores. A liberdade anda sozinha. Ninguém ousa pensar fora da manada. Lugares comuns nos escritos e revoltas. Tenho vontade de andar por Brasília. Como é Brasília?
Não desvendamos aquela cidade. Já estive lá numa manifestação e ainda não retornei.
De lá rumaria para o norte do Brasil, apenas com uma mochila nas costas. E um maço de dinheiro, cartão de debito ao lado de uma mulher que quero amar.
Alto Paraíso? Esta ali no centro oeste parece que tenho raízes neste Vale do Paraíba.
Não somos arvores. Tentam asfixiar as esquerdas. Sempre tentam nos anos noventa quase conseguiram. A uma insistente ausência de ética na politica. Precisamos plantar arvores.
Despoluir os córregos e andar de bicicleta nos parques das cidades.
A educação esta um caos. Quase grudei na jugular de um pastor que colocava a mulher como ser inferior ao homem. Pensamentos assim geraram a escravidão no ocidente e este sistema perverso.
Quantas pessoas perdem a cabeça nestes conflitos no Oriente. E pensar que a civilização nasceu
onde é hoje o Iraque?
Temos tantas possibilidades de transformar a humanidade e continuamos cada vez mais intolerantes.
Assisti um documentário onde pessoas se isolam de tudo. Mas ser humano não nasceu para viver
só.
Liberdade é alguma coisa a se conquistar. Não entendemos nada do mundo nem da vida.
Temos tudo por mudar e alguém me disse que já fui desvairado. E hoje comportado. Será que
sou um grande ator?
A vida, breve leve. Temos uma alma por conquistar.

Joka


João Carlos Faria       

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Piadas sem graça por Joka

Um disco voador pousou no quintal de uma casa.
E perguntou ao dono da casa posso ir ao banheiro?
E dono era um Alemão vá mais sente.

Nada de urinar em pé.