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domingo, 4 de janeiro de 2015

Não tenho a sinfonia dos canários



Zé Ramalho
Adentra aos meus sentidos.
Noite, almas vazias.
Sentidos , ausentes.
Mortos.
Zé Ramalho
Passeia, alheio nas ruas do Rio de Janeiro.
Como alma, vagante de sonhos.
O Rio cidade.
Lapa, Almas utópicas.
Zé Ramalho.
Alcança, meus ouvidos.
Alma calada.
Não tenho a sinfonia dos canários
Zé Ramalho.
Adentramos as portas do inferno.
Dancemos sobre os túmulos dos que já nasceram
mortos.
Zé Ramalho.



Joka

João Carlos Faria


https://www.youtube.com/watch?v=17Hql7PX7Rw

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