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domingo, 2 de novembro de 2014


O diáfano munda das ilusões

O que é um domingo quente numa tarde sem chuva. Algo fundamental para se achar uma boa leitura. Em tempos que amigos não irão ligar e nada novo irá aparecer. Uma boa receita. Desliga-se a TV a cabo a internet.
E procure algo para ler é achei a revista Laboratório de poética lá de Diadema número 1 , Inverno de 2007.
Em poucos textos que já li ou nem sei se estou relendo vi autores marcantes como nas antologias de Contos da Fundação Cultural Cassiano Ricardo infilismente encerradas.
Coisas das descontinuidades das politica públicas de cultura no Brasil como
um todo.
Por isto que não quero me envolver mais com instituições publicas de cultura
a frustração é grande.
Mas vamos a poesia e as artes literárias li Sete Histórias sem carochinha de Ricardo Gomes Pereira ótimas resoluções do autor nada como descobrir gente
talentosa espero achá-lo no Facebook.
O que é escrever se não provocar reflexões e emoções. Acho que estou meio clichê não sei se termino este texto a tempo para assistir ao Gabeira.
Mas vamos lá. Também tem na revista uma matéria sobre Literatura de Cordel de
Moreira de Acopiara que ressalta a importância do cordel em nossa cultura.
Enfim a revista é muito boa bem diagramada. E voo avançando.
Aqui pras bandas de São José tem o Paulo Barja que faz um bom trabalho de resgate do cordel que causa até estranheza para muita gente um Paulista de Santos metido a cordelista?
A arte esta ai e se alguém resolver escrever em Russo? O cordel é uma arte vinda da Europa. Numa destas criticas falaram porque não escreve quadras.
Eu não saberia escrever nestas formas. Tive uma boa influencia da literatura moderna.
E agora posso me abrir para todos os sons. Inclusive a rima.
Enfim uma tarde de domingo. Tirando uma folga dos assuntos de politica para
arriscar um poema para desespero de alguns.
A arte nos contagia e o distanciamento cada vez maior das politica publicas de cultura me fazem um bem danado. Vejo que não me faz falta alguma.
Por isto a identificação com a historia O DIAFANO ALARMINO de Ricardo Gomes Moreira.
Quero mais é meu canto em Caraguatatuba bem distante desta selva de pedras chamada São José dos Campos.
Lá quem sabe novos círculos de amizade e a realizações de projetos que não nos saie da cabeça.
A vida é circulo. Quem sabe um circo.

Joka


João Carlos Faria     

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