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domingo, 30 de novembro de 2014

Joka


Errâncias


Edu Gair anda em algum palco. Numa outra possibilidade de dimensão. Anda festivo
fazendo seu teatro. Criando arte.
Já não passeia pela cidade, já não faz suas criticas.
Deixou nós. A cidade mais vazia.
E outros almas, caminham pela cidade.
Viver nestes dias liberais, nestes dias de ausência de alma.
E algo desafiador. Onde arte não se faz.
Se fazem projetos. Menos arte.
Edu Gair foi embora.
E o liberalismo, reina.
O individualismo reina.
E as pessoas deixam de se humanas.
Para serem meros consumidores.
Mas deve haver um cadinho de esperança.
E a cidade se faz lembranças.
Andanças. Viver e uma enorme mutação
Estamos a espera de quem?


João Carlos Faria

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