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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Um grito pela liberdade

Fico impressionado quando um poeta dos mais marginais que conheço faz uma defesa do que esta meramente estabelecido.
Poetas que tem a tônica da contracultura.
Numa eterna luta com o que esta estabelecido nesta sociedade apodrecida da qual fazemos partes.
Como diria mestre Renato Russo vivemos num mundo doente.
Os valores quase se perde. Encontrar valores na nação do jeitinho brasileiro não é fácil. Somos uma nação que escravizou povos. Dizia-se que Índios e Negros não tinham alma. E se diziam Cristãos com suas catequeses. Tentam nos enquadrar da maneira mais vil. Acho importante esta eleição mostrou nos a cara de um Brasil grosseiro gente infeliz que dissemina o ódio. Não devemos nos levar pelo ódio. Da idiotice de pobres contra ricos. Família contra família.
Será que o inicio do apocalipse Cristãos.
Que nação sairá domingo. O Brasil muda que não seja pelo fascismo e pelo ódio.
Quantos imbecis defendendo uma ditadura militar e truculento que ceifou a democracia nos anos sessenta. Quantas vidas ceifadas nos quarteis e porões da ditadura.
Ditaduras articuladas na América Latina pela nação mais bélica do mundo.
O Brasil e a América Latina devem decidir seus caminhos.
A liberdade e a democracia andam juntas. Autoridades existem mas que se façam pela capacidade de liderar. Que mundo doente como cantou Renato Russo.
A vida é breve mas que seja livre. Fico com o mestre Leonardo Boff que nos fala da horizontariedade. Chega de um poder vertical.
O ser humano é livre e chegar a liberdade é duro caminho. Árduo.
Que o Cristo nasça em nossos corações para nos fazermos homens de verdade.

Joka


João Carlos Faria        

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