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domingo, 12 de outubro de 2014

Recordações da eternidade

Dedicado a Josefina Neves Mello

A noite caie sorrateiramente chega ao meu quarto. Como na leitura de um poema de Oswaldo Jr.
O sonho branco de Lilith a poesia se faz percebida. Esqueço-me da vida da politica, vejo a noite adentrar imagino o doce por do sol. E uma lua cheia que nascia em Trancoso numa recordação
de um tempo que não volta.
E o tempo não existe. O canário silencia-se as crianças dançam e cantam.
É hora de desligar-me do mundo e procurar minha alma. Encontrar a calma e me ver andando no calçadão de Copacabana.
Ou em alguma casa de varanda na Mantiqueira. Eu na Vila Industrial e aqui pertinho a vista
da Mantiqueira.
A poesia se faz presente junto com a noite. Os problemas deixam de existir busco silenciar a mente
não a deixo mentir sinto o universo no fim da tarde.
Já estive em tantos lugares abro as paginas de um livro de poesia ou procuro ler Nydia Bonetti no face a vida se esvai e alma prepara-se para a liberdade.
Só os poetas transmitem a vontade de viver a metafisica nos cerca cabe nos sentir.
Viva a poesia senhorita vida. Senhorita música como na Canção de Edu Planchez.
Os poetas nos libertam.

Joka


João Carlos Faria  

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