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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Os braços de quem constrói um pais sempre os braços do povo.

Abraçado com a Lua o Sol se põem.
Em seu rosto o suor do dia vencido.
Como um trabalhador da construção civil.
Que ouve o mesmo ruido o dia todo aquele som.
Aquele velho som da areia,cimento as vezes pedra.
E as casas vão nascendo.
Diante de minhas retinas.
Enquanto isto todos se matam com suas viscerais razoes na
certeza Brancanleonica de defender o certo. Que muitas vezes em linhas retas se fazem duvidosos.
E os reis sempre no poder.

Abraçado com a lua o Sol se põem.
Em seu rosto o suor do dia vencido.

Joka


João Carlos Faria

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