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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Eu animal de utopias. Guerreiro cibernético.
Enquanto pássaros brincam nas ruas.
Crianças divertem-se em dia sem aula.
Acreditamos mudar. Mas mudar o que ?
Se somos sempre indiferentes ao ser humano real a nossa frente.
Precisamos voltar ao mundo real.
E viver nada mais que viver.


Estamos ai vivos. Entre o bem que nos convém e o mal sempre de alguém.
Nossas absolutas certezas. Nos faz ir atrás de utopias.
E a vida como um rio em direção ao oceano.
Mentem nos sempre e nos covardemente acreditamos.
E o homem sempre lobo do homem.

Alienar-se é só estar atento a um só foco. A vida é bem mais que nossas mesmices.


Em pleno fim da eleição a poesia resiste. Ela esta ai viva. Ao olhar atento.
A vida além das meras disputas. A vida além de nossa ausência.

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