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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Canto a materialização de Waly Salomão

Não tenho a mínima ideia do que seja poesia, VIDA , arte.
Mas quando Waly Salomão se materializa diante de mim.
A poesia urge enquanto pessoa humana.
E toda a razão cartesiana jaz morta diante de mim.
Este poeta hoje imagem se faz presente.
Num rio da Amazônia.
Em algum lugar do oriente médio.
Não sei do Waly real conheço mais o personagem de êxtase
que o poeta da escrita.
Mas sua poesia faz nascer a minha, seja prosa poesia ou como cada um queira
classificar.
Porque damos nome ao que não tem nome?
Mera abstração humana, querer dar sentido a vida.
Iremos além do inferno, céu.
Certezas temos de nossa febril existência.
Waly Salomão me joga numa infinita realidade com sua palavra
viva.
Não tenho nada. E não sou.
Ele ou Ela ou a junção É.
Que livros nos passa a realidade metafisica.
A presença de Waly Salomão diante de mim.
Me faz sentir, alma, mutação, corpo.
Não sou e sou.
Mero delírio.
Num tempo inexistente.
O poeta me dá um xeque mate.
Faz ruir minhas incertezas.
Joga-me no abismo.
O poeta muda o estabelecido
O poeta se faz.
A palavra teatralmente refletida no ator poeta.
Waly Salomão eterno. Marcante alma errante.
Num rio Amazonas.

Joka


João Carlos Faria      

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