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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Semana Cassiano Ricardo

Finalmente esta obra OS SOBREVIVENTES volta a ser lançada gosto
do Cassiano Ricardo nesta fase.
A literatura Brasileira fica enriquecida com este livro que volta a ser editado quem sabe em breve
Jeremias sem chorar?
Quando eramos da extinta comissão de literatura a poeta Dirce Araujo apresentou a idéia de uma edição de luxo da obra do poeta por inúmeras razoes o projeto não saiu mas quem sabe hoje em dia?
E por ai vai. Viva a literatura. 
Nos cabe  enquanto amantes da literatura  e escritores e produtores culturais vencendo nossas dificuldades pessoais montar uma editora que lance os valores de hoje
independente de suas condições financeiras, opções politica e ideais.
Ainda bem que se fortalece na sociedade os modelos de financiamentos onde o cidadão apoia
os projetos que acha importante.
A arte e a cultura tem que ter sua independência de poderes públicos.
Nem um governo é isento todos tem suas orientações ideológicas.
Que vimos aflorar durante as eleições.
Parabéns a atual diretoria da Fundação Cultural Cassiano Ricardo
por este lançamento da obra de um grande poeta que se faz poeta
não porque nasceu em São José dos Campos.
Mas que esta região com sua Mantiqueira da uma ajudinha isto é fato.
Que as artes floresçam neste Brasil.

Joka

João Carlos Faria  

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Deixemos de pensar?

Ufa que bom terminou a eleição e este debate tosco de esquerda x direita em pleno século vinte e um.
Sera que a Academia a politica e os livres pensadores não PENSAM?
Será que nós realmente não pensamos?
Este modelo já esta esgotado. Vide a falta de água, empregos de qualidade e por ai vai. Como o interminável debate de esquerda e direita no século vinte e um.
Este modelo ultrapassado de organização via partido politico e por ai vai. E a academia não reflete nada novo?
Ou este novo não nos chega? Não sabemos pesquisar.
Temos pistas como o processo que o Linux, Ongues como Médicos sem fronteiras.
E pessoas que buscam agir politicamente sem estar em PARTIDO algum.
Nosso egoismo e a ruína da civilização humana.
Temos que pensar, refletir e agir.
De forma que o novo se faça real.


Joka

João Carlos Faria
A crise hídrica no estado de São Paulo é uma questão da ordem do dia precisa-se soluções de bom senso. Sem a guerra politica do PT X PSDB.
Imaginem uma cidade uma megalópole como São Paulo sem água?
Precisa-se pensar em medidas urgentes a curto prazo e a longo prazo.
Cabe a Dilma e Geraldo entrar em acordo. E agir.
Porque não um processo de dessalinização?
A longo prazo reflorestamento das margens ciliares.
Preservação da Amazônia.
E por ai vai. Só não pode é uma briga idiota entre lideranças politica.
Nesta hora o povo deve ir as ruas e exigir politicas ousadas e que solucionem o problema.


João Carlos Faria   

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Militantes de PT e PSDB iniciam ‘terceiro turno’ nas redes sociais

Tem algo bom desta briga alienada entre militantes. Estamos descobrindo que não precisamos tanto navegar nas redes sociais. E vemos nossa miséria em quanto seres humanos. E os preconceitos contra negros, nordestinos aflorarem. Aqui no Brasil o preconceito é algo bem disfarçado sem que a pessoa ao menos perceba.
Já vi isto acontecer muito. E geralmente não há como a pessoa se defender. E não adianta jogar a culpa na educação formal isto vem de dentro de casa.
É um pena ver que as redes sociais já não propõem novas formas de organização da vida em sociedade.
Ou estas novas formas não estão aparecendo. Espero que manifestações como as do ano passado volte as ruas de maneira pacifica.
Pois as bandeiras estão ai reforma politica, avanço na educação. Mobilidade urbana.
É uma pena a eleição parlamentar acontecer junto com a do executivo. E tirada da vista do cidadão a importância do voto no legislativo e concerta-se nos
cargos para executivo.
Estas ideias deveriam ser debatidas entre PT,PSDB.
Mas os militantes querem? As lideranças politicas querem estas mudanças?
Acho todo debate saudável que não vá para o pessoal todos que participamos dos movimentos sociais muitas vezes nos excedemos
em defender nossas pretensas verdades.
Espero que passe este momento e os debates comecem a ser a partir de ideias.

João Carlos Faria   

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Gata velha ainda mia

  • Um filme de Rafael Primot com Regina Duarte, Bárbara Paz : Glória Polk ( 


    1

    E a madrugada avança os seres que dormem em vida estão no sétimo sono.
    Em algum lugar do inferno. Amanhã talvez nos chegue. Mas quando será o amanhã?
    Nestes dias sombrios. Em que toda nossa maldade salta ao nossos olhos.
    Nem sabemos mais o que são valores, ética bom mocismo.
    A sociedade politicamente correta sempre falsa em seu sorriso amarelo se desfaz.
    Nosso lado lobo mau se revela. A falsa cortesia esta sendo desmentida.
    Os dentes da nação se revela. Lobos devorando Lobos.

    2

    E como cães vagantes destilamos nossas maldades pelas redes sociais.
    Cade toda a religiosidade do povo Brasileiro?

    3

    Hoje vi um filme uma cruel dramaturgia Barbara Paz, Regina Duarte.
    Mentiras, ilusões. Sufocadas num encontro tenso entre duas mulheres o som da TV baixo
    só via as imagens e criava minhas historias para estes personagens. Afinal recriamos tudo que
    vemos. E sentimos.

    4

    Poesia, dramaturgia, televisão, cinema, teatro.
    Tudo pode e deve-se misturar.
    Linguagem nada mais que linguagens.
    Para se refletir nossa adorável não existência.

    5

    O cotidiano se repete e nos dentro do espelho.

    6

    Nossas algemas, dilemas, realidades paralelas.
    Na mera ilusão de existência.
    Resistir ? Persistir?
    Fogo, num abismo, diante de uma imensa parede.
    Uma bala certeira na cabeça.

    7

    Imagens, deslocadas, multifocadas.
    Um vento de primavera.
    Invade a sala sempre escura.
    Enquanto almas navegam.
    E o corpo fatigado sem desejos.
    Sem alma.

    8

    O medo, fantasia do irreal.
    Ela olha do céu.
    Mergulha no fundo do abismo.
    Reflexo de sua luz.


    9

    No abismo, descobre a mera ilusão.
    Via-se refletida no abismo.

    10

    Descer, cair. Cade a escada que nos leva ao infinito?
    Caminhos, labirintos, suor,resistir.
    Nunca ceder a vontade de sentar-se a beira da calçada.
    Chorar, chorar, chorar.
    Cair de joelhos em busca de luz.

    11

    Elas, numa sala de um apartamento qualquer.
    E a vida ali diante de imensas possibilidades.
    E tudo não se faz existir.
    Resistir. É necessário morrer para se fazer nascer.

Para estes dias de mau humor na rede. E a imbecilidade de defender atentados a democracia uma canção de Odair José.
Vivemos num pais com problemas estruturais como educação, saudê e falta de bons pensadores justamente porque tivemos um golpe em 31 de Março de 1964.
E hoje vi o documentário : Quando sinto que já sei.
Que nos provoca em relação a uma educação que avance e nos tire desta miséria intelectual.
Alguns tentam tirar a cortesia e a elegância do povo Brasileiro mas nãoconseguirão estão sozinhos.
Cabe uma manifestação no pais todo pela paz.
Precisamos de reformas na educação. Na saudê e tantas e tantas pautas. Não iremos cair no retrocesso.
A liberdade tem um valor imenso. E só com ela achamos as melhores soluções econômicas, sociais.
Problemas sempre existem fazem parte da vida.
A democracia é a maior vitoria deste pais.

domingo, 26 de outubro de 2014

Os caras da Globo News que se dizem grandes jornalistas desafiam a inteligencia de qualquer bom leitor,assinante de TV acabo sem muita opção de canais de jornalismo. ou que se esforce para entender politica.
O PT sai forte destas eleições. Sei que politicas as vezes é chato para debater mas é necessário.
Cabe a todos nós o destino do pais. E não de um grupo organizado que se chama Globo, Grupo Abril.
E nesta eleição jogaram o povo contra o povo. Fizeram gerar uma grande briga
mas a Democracia sai forte acho que se deve separar a eleição de executivo da de legislativo para o povo ter mais clareza de quais são as funções de executivo e legislativo.
Porque não prefeito, governador e presidente numa eleição e vereadores, deputados estaduais, federal, senador em outra?
O Brasil sai fortalecido mesmo entre tapas e beijos.


Parabéns a Aécio, Dilma.
Coitado do Mato Grosso vai ficar sem nenhum mato agora que entra o PSDB pela primeira vez.
Daqui a pouco teremos o resultado da eleição presidencial. E que cara sai o Brasil?
Deveríamos refundar o modo de fazer politica construir movimentos horizontais e não que lendo uma matéria na revista Planeta descobri que Leonardo Boff já fala em horizontariedade é um povo que produz mate junto a comunidades indígenas.
Enfim temos muito o que fazer para mim partido politico representa o atraso mas Aécio é mais atraso que Dilma. Vamos mudar o pais a partir das bases?
Ou as redes sociais continuarão a nivelar a politica pelo porão. É no porão que muitos foram mortos.
Acredito num Brasil libertário.
Chove silenciosamente em minha aldeia.
Cantemos a sagrada chuva.
Vinda da terra além maris.

Chove silenciosamente em minha aldeia.
Cantemos.


Joka    
Juras a Juracy

Que sua poesia nos inunde. Que nos traga o mar bravio.
Que nos traga paz. Em meio ao ódio.
Juras a Juracy flor poema.
Na Mantiqueira.

Saudade presença

Caminhos tão longe e perto.

Presença juras a Juracy.

Joka



João Carlos Faria
Hoje assisti a um daqueles filmes americanos bem comuns.
Não achei nenhum de arte. Enquanto falava de politica. Já foi o meu tempo de militante aguerrido. Que achava que mudaria o mundo. Nem dei conta da minha vida nem do mundo. Mas não me sinto frustrado e sim realizado.
A vida nem sempre caminha da maneira que queremos ela simplesmente esta ai posta.
Mal sei andar de bicicleta mas a ideia de uma mochila na costa e lugares para visitar não é ruim.
Para que nos servem estes filmes americanos?
Já viagei de caminhão a trabalho não se tinha tempo. Mas ver as estradas e o povo brasileiro em suas diversas culturas sem ser turista foi um imenso prazer. Quem sabe um dia dirigir um caminhão.
E retratar o Brasil em causos.



Joca
A tarde esta indo embora montou numa moto e foi andar
pelo mundo sem hora para chegar.
A tarde se faz presente em nossas vidas.

Joka 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A esquerda não pode copiar a violência que foi feita durante a ditadura militar não podemos nos igualar aos bossais.
Ao menos os que lutam para ser libertários.
Já os Stalinista que querem o retrocesso que se percam no fundo do inferno.


Joka
Eu animal de utopias. Guerreiro cibernético.
Enquanto pássaros brincam nas ruas.
Crianças divertem-se em dia sem aula.
Acreditamos mudar. Mas mudar o que ?
Se somos sempre indiferentes ao ser humano real a nossa frente.
Precisamos voltar ao mundo real.
E viver nada mais que viver.


Estamos ai vivos. Entre o bem que nos convém e o mal sempre de alguém.
Nossas absolutas certezas. Nos faz ir atrás de utopias.
E a vida como um rio em direção ao oceano.
Mentem nos sempre e nos covardemente acreditamos.
E o homem sempre lobo do homem.

Alienar-se é só estar atento a um só foco. A vida é bem mais que nossas mesmices.


Em pleno fim da eleição a poesia resiste. Ela esta ai viva. Ao olhar atento.
A vida além das meras disputas. A vida além de nossa ausência.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Um grito pela liberdade

Fico impressionado quando um poeta dos mais marginais que conheço faz uma defesa do que esta meramente estabelecido.
Poetas que tem a tônica da contracultura.
Numa eterna luta com o que esta estabelecido nesta sociedade apodrecida da qual fazemos partes.
Como diria mestre Renato Russo vivemos num mundo doente.
Os valores quase se perde. Encontrar valores na nação do jeitinho brasileiro não é fácil. Somos uma nação que escravizou povos. Dizia-se que Índios e Negros não tinham alma. E se diziam Cristãos com suas catequeses. Tentam nos enquadrar da maneira mais vil. Acho importante esta eleição mostrou nos a cara de um Brasil grosseiro gente infeliz que dissemina o ódio. Não devemos nos levar pelo ódio. Da idiotice de pobres contra ricos. Família contra família.
Será que o inicio do apocalipse Cristãos.
Que nação sairá domingo. O Brasil muda que não seja pelo fascismo e pelo ódio.
Quantos imbecis defendendo uma ditadura militar e truculento que ceifou a democracia nos anos sessenta. Quantas vidas ceifadas nos quarteis e porões da ditadura.
Ditaduras articuladas na América Latina pela nação mais bélica do mundo.
O Brasil e a América Latina devem decidir seus caminhos.
A liberdade e a democracia andam juntas. Autoridades existem mas que se façam pela capacidade de liderar. Que mundo doente como cantou Renato Russo.
A vida é breve mas que seja livre. Fico com o mestre Leonardo Boff que nos fala da horizontariedade. Chega de um poder vertical.
O ser humano é livre e chegar a liberdade é duro caminho. Árduo.
Que o Cristo nasça em nossos corações para nos fazermos homens de verdade.

Joka


João Carlos Faria        

domingo, 19 de outubro de 2014

Quando o ódio e o desamor se espalha por uma nação.
É sinal que o mal que anda nos corações de pedra esta vencendo.
Devemos despertar deste pesadelo.
O Brasil merece bem mais. E nos cidadãos temos o destino deste pais
nas mãos.

E vai além de uma mera eleição. Quem constrói um pais é seu povo.    
Nossa que bom para a Nação Brasilês minha conexão hoje
estava ruim.
Quase não consegui expor meus pontos de vista que dada toda a
imbecilidade que esta nas redes eu não faria nenhuma diferença
felizmente nos resta uma semana.
Tenho hoje minhas duvidas se convencemos as pessoas em alguma coisa e temos que convencer?
Não é uma atitude fascista da sociedade atual?
Nos sentirmos senhores de nossas opiniões é meus caros não mudamos o mundo. E também acho que nenhum sonho acabou a democracia no Brasil esta se consolidando.
E estamos vendo uma geração chegar ai e cada vez mais critica.
Enfim precisamos mudar a forma de ver a politica e de fazer politica.
O que sairá das urnas daqui a uma semana ainda não me arrisco?
Mas a democracia sai fortalecida. Pena que o Brasil não foi debatido a fundo
o ódio prevaleceu sobre a razão.

Precisamos refletir. Boa noite.    

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Sobre a imbecilidade da nação brasilês

O calor da noite afeta meus neurônios leio poemas
em outras línguas.
Como se as línguas fossem a minha.
A mãe Portuguesa.
Afinal os poetas nos falam ao coração.

A vida, a eleição.
E os Reis e Rainhas disputam o ADORAVEL
poder.
Enquanto os vassalos se digladiam.
Almas vazias de fé.

O que é a democracia?
Uma luta entre demônios travestidos de anjos?

Opa estou sendo politicamente incorreto.

Desafiados sobre a Barbarie que reina onde se
acha que ser livre é não se refletir.

Afinal que sociedade somos?

Que não ousamos atravessar o espelho.

Nosso padrão bom burgues nos aliena.
E nos transforma em hienas.

Queremos a desgraça. A guerra.

Nosso coração transborda ódio.

Paladinos de nossa miséria interior.

Joka


João Carlos Faria
Bomba bomba cade a bomba?
Esta faltando água no Sudeste?
E debatemos eleições?
Não vi nenhuma propostas nestes debates?
Vejo é uma guerra fascista de ambos os lados.
Pobre contra pobre e a elite nadando de braçadas.
As senhoras de Nova Yorque agradecem e torcem
por uma guerra civil.
Este consumismo, este analfabetismo politico.
Nos leva a barbárie.
Cade as proposta para sairmos deste inicio de crise
econômica?
Cade uma solução para a crise da água na região Sudeste?
Só na cidade de São Paulo são mais de vinte milhões de pessoas
condenadas a ficarem sem água?
Estamos numa mera disputa de poder.

João Carlos Faria 

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Os braços de quem constrói um pais sempre os braços do povo.

Abraçado com a Lua o Sol se põem.
Em seu rosto o suor do dia vencido.
Como um trabalhador da construção civil.
Que ouve o mesmo ruido o dia todo aquele som.
Aquele velho som da areia,cimento as vezes pedra.
E as casas vão nascendo.
Diante de minhas retinas.
Enquanto isto todos se matam com suas viscerais razoes na
certeza Brancanleonica de defender o certo. Que muitas vezes em linhas retas se fazem duvidosos.
E os reis sempre no poder.

Abraçado com a lua o Sol se põem.
Em seu rosto o suor do dia vencido.

Joka


João Carlos Faria
Alguém me fez uma colocação o que muda em
nossa vida esta eleição?
Se os reais problemas do Brasil não estão sendo
debatidos.
Onde elegemos um congresso ineficiente?
Estamos dando um cheque em branco para o presidente ou presidenta que seja eleita.
Vão fazer o que bem entenderem.
Este nosso conceito de democracia esta ultrapassado.
Estamos cegos, surdos e mudo.

Perfeitos idiotas, joguetes nas mãos de tolos.   
Quando todos as cães atacam devemos nos precaver.
Canto a materialização de Waly Salomão

Não tenho a mínima ideia do que seja poesia, VIDA , arte.
Mas quando Waly Salomão se materializa diante de mim.
A poesia urge enquanto pessoa humana.
E toda a razão cartesiana jaz morta diante de mim.
Este poeta hoje imagem se faz presente.
Num rio da Amazônia.
Em algum lugar do oriente médio.
Não sei do Waly real conheço mais o personagem de êxtase
que o poeta da escrita.
Mas sua poesia faz nascer a minha, seja prosa poesia ou como cada um queira
classificar.
Porque damos nome ao que não tem nome?
Mera abstração humana, querer dar sentido a vida.
Iremos além do inferno, céu.
Certezas temos de nossa febril existência.
Waly Salomão me joga numa infinita realidade com sua palavra
viva.
Não tenho nada. E não sou.
Ele ou Ela ou a junção É.
Que livros nos passa a realidade metafisica.
A presença de Waly Salomão diante de mim.
Me faz sentir, alma, mutação, corpo.
Não sou e sou.
Mero delírio.
Num tempo inexistente.
O poeta me dá um xeque mate.
Faz ruir minhas incertezas.
Joga-me no abismo.
O poeta muda o estabelecido
O poeta se faz.
A palavra teatralmente refletida no ator poeta.
Waly Salomão eterno. Marcante alma errante.
Num rio Amazonas.

Joka


João Carlos Faria      
Sentu, ekzistas ... vivas.

Tempo havas malĝentilecon ne ekzistas. Sed la maturaj lasas nin kaj vidu miajn cikatroj, reflektita en pasinteco amas.

Poetoj kuŝas senhonte, ke ili estas bufonoj, simple por pravigi la insolvencia de antikva socio.

La urbeto mortigas la soifaj animojn de lumo - ni estas en mallumo.
Kio ĉi tiu aro devus esti ignorita.


Joka

domingo, 12 de outubro de 2014

Sentir, existir … viver.

O tempo tem uma indelicadeza de não existir. Mas a maturidade nos deixa cicatrizes e vejo as minhas refletida nos amores passados.
Existir negar-se a existir. Nestes tempos de originariedades e barbáries que se fazem nos quatro cantos do planeta.
Como nossas barbáries nos fragilizam. Em nome de tudo se morre se mata. Quantas dores.
E a arte nos reflete se reflete. Vejo os desfazer e o incomodar na leitura de Pornopopéia de
Reinaldo Moraes alguns sutilmente saiam da leitura. Fiquei em meu silencio.
A humanidade se escandaliza. Mas sempre descemos as escadas da barbárie e em nome de Deus se mata. E em nome do dinheiro os homens se matam.
E tudo circula numa ácida rapidez leio escritos esotéricos de uma forma rápida que deixa-me marcas em meus sentidos.
Hoje temos acesso a tudo. Até ao apertar de um botão que pode nos fazer chegar a extinção. Cassiano Ricardo já nos contou isto em seu livro OS SOBREVIVENTES.
O tempo tem uma indelicadeza de não existir. Mas a maturidade nos deixa cicatrizes e vejo as minhas refletida nos amores passados.
Samuel Beckett só me chega via o teatro seus escritos ainda não passaram por minhas retinas
já tão fatigadas.
Beckett sempre a nos surpreender. Sinto ali uma presença de Sancho Pança. Talvez mera incerteza minha. Quando criança brincava em circos e parques de diversões. Ficavam perto de minha casa.
A noite chegou na tarde de sábado. Estava na varanda do Vicentina Aranha enquanto belas mulheres passavam em frente a nós para ir a um casamento. E uma voz gritava uma Igreja num Parque Público e outras vozes gritavam silencio.
Temos que nos calar diante do obvio o estado não passa de meros acordos sociais.
Mentiras diante de nossa eterna omissão. Poetas mentem descaradamente não passam de bobos da corte. Para simplesmente justificar a insolvência de uma sociedade ultrapassada.
A Bienal debate o improvável o novo não vem? Pode estar diante de nossos olhos para que afinal as faculdades servem?
Elas criam seres capazes de reproduzir receitas de bolos. E não fazem nascer o novo. Para que tantos títulos de doutores numa sociedade apodrecida que não faz nascer a semente?
O tempo tem uma indelicadeza de não existir. Mas a maturidade nos deixa cicatrizes e vejo as minhas refletida nos amores passados.
Poetas nascem mortos. Afinal poetas seguem as receitas de bolo. Precisamos nos reinventar ainda
estamos mortos.
A cidade mata as almas sedentas de luz estamos em trevas.
O que esta esta estabelecido deve ser ignorado.

Joka



João Carlos Faria
Recordações da eternidade

Dedicado a Josefina Neves Mello

A noite caie sorrateiramente chega ao meu quarto. Como na leitura de um poema de Oswaldo Jr.
O sonho branco de Lilith a poesia se faz percebida. Esqueço-me da vida da politica, vejo a noite adentrar imagino o doce por do sol. E uma lua cheia que nascia em Trancoso numa recordação
de um tempo que não volta.
E o tempo não existe. O canário silencia-se as crianças dançam e cantam.
É hora de desligar-me do mundo e procurar minha alma. Encontrar a calma e me ver andando no calçadão de Copacabana.
Ou em alguma casa de varanda na Mantiqueira. Eu na Vila Industrial e aqui pertinho a vista
da Mantiqueira.
A poesia se faz presente junto com a noite. Os problemas deixam de existir busco silenciar a mente
não a deixo mentir sinto o universo no fim da tarde.
Já estive em tantos lugares abro as paginas de um livro de poesia ou procuro ler Nydia Bonetti no face a vida se esvai e alma prepara-se para a liberdade.
Só os poetas transmitem a vontade de viver a metafisica nos cerca cabe nos sentir.
Viva a poesia senhorita vida. Senhorita música como na Canção de Edu Planchez.
Os poetas nos libertam.

Joka


João Carlos Faria  
Temos que tomar cuidado ao classificar os políticos entre bem e mal.
O que esta em jogo é o pais ? E qual o rumo que ele deve tomar.
Em se tratando de governo Lula, Dilma vemos uma ação correta de participar da
criação de um banco internacional.
De uma politica que junte forças com os países em desenvolvimento a não prioridade
da Europa e Estados Unidos.
De se buscar uma nova economia. Esta eleição põem o Brasil num centro de atenção do mundo.
Dilma não tem uma conotação socialista é um governo que valoriza o mercado. E contribui para
o avanço do livre mercado.
Ajudando a dar as bases para uma economia forte. Vemos nestes anos todos o apoio do SEBRAE, BNDS. Criação de universidades, acesso da população a universidades assim estalando no Brasil a meritocracia.
Agora Bem e Mal e muito baixo para a politica ela é fruto de interesses de cidadãos, empresários.
A corrupção deve ser combatida e esta sendo.
Cabe nos aprender a votar no legislativo.
Enfim cabe ao povo decidir o rumo do pais. Eu acredito que um governo do PSDB seria um imenso
retrocesso.
Mas que a vontade do povo seja soberana. E que o nível de consciência politica seja aumentado.
Só o Brasil tem a ganhar com as eleições.
Eu voto Dilma neste segundo turno é o momento de termos posições.   

João Carlos Faria

sábado, 11 de outubro de 2014

Neutralidade neste momento do pais é uma enorme perversidade contra a democracia.
Temos por dever nos manifestar. O voto é secreto.
Mas a falta de consciência politica não é secreta.
A democracia Brasileira precisa avançar.
Não damos cheque em branco para o poder executivo e o legislativo.

É preciso desenvolver mecanismo de controle e participação do cidadão Brasileiro.


Acho este negocio de tentar impor o ponto de vista uma burrice sem tamanho mas debater acho fundamental.
O voto é secreto o cidadão é livre.
E o cidadão nas eleições decide o rumo da nação gostemos ou não do resultado.
E isto não influencia ninguém.
Parabéns ao Brasil por cada vez mais consolidar a democracia.
Falta chegarmos a democracia participativa não estamos dando cheque em branco
para o executivo e o legislativo.
O Brasil precisa de reformas. Vamos reformar nossas cabeças.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014


Quando a saudade aperta


Silencio na noite o ar esta parado. O calor nos estimula a viver. Enquanto a vida
acontece.
Como diria Camoês navegar é preciso. Andar pelas estradas da Mantiqueira nestes dias
de primavera é algo muito belo.
Sempre fiz viagens para minha cidade natal Paraisópolis de São Jose'dos Campos a
Paraíso de carro é muito bom os Ipés estão florescendo.
Da Vila Industrial onde se avista a Serra da Mantiqueira já vemos estes belos Ipês.
Viver são imensos desafios. Estou para terminar minha graduação na fase do TCC.
E não é que começo a entender estas linguagem acadêmica tem se a advertência de não se
cometer plágio que é roubar ideias alheias em nossos textos livres sem regra ou com todas as regras que aprendemos nas escolas sempre citamos outros autores.
Escrever não é uma pratica solitária é fruto de muita leitura e reflexão sobre a vida e agora
estou sem a presença de um grande amigo. Daquelas pessoas brilhantes que querem o anonimato.
Quem sabe um dia ele volta retorna. Mas pessoas sábias são raras em nossas vidas e olha que circulo em minha comunidade com as mais variadas inteligencias mas esta pessoa foi sem igual.
Ele me faz uma falta nestes belos dias de efervescência eleitoral onde a DEMOCRACIA se faz forte e as ideias estão sendo debatidas.
É o poder que contagia a humanidade. E Diógenes acharia um homem de verdade neste momento?
Talvez sejam as pessoas anonimas. Os homens de verdade.
A vida é bela. Esta pessoa em sua sabedoria me deu a força necessária para atravessar estes preciosos desafios de vida.
E eu que cheguei dando uma de poeta,escritor militante politico em pouco tempo a vaidade caiu por terra e me descobri homem comum.
E ser comum nesta época de internet e sites de relacionamento é algo raro. Agora todos temos nossos cinco minutos onde a vaidade se exaure.
Mas quando desligamos a internet o mundo é outro se faz real sem aventuras e repleto de cotidiano mas a sabedoria talvez se esconda no cotidiano a um tiro de espingarda na caminhada para chegarmos ao nosso coração. E nos fazermos almas verdadeira. Que o Cristo nasça em nosso coração. Que a ilusória sensação de ter de lugar a vontade de alcançar o SER.
Viver é um imenso desafio.
Saudade de um grande amigo.

Joka


João Carlos Faria   

quinta-feira, 9 de outubro de 2014



or FERREIRA GULLAR

Não há vagas


O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão.

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário
que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras

– porque o poema, senhores,
está fechado: “não há vagas”
Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço

O poema, senhores,
não fede
nem cheira.











Ainda bem que todo este conflito só existe nas redes sociais nas ruas o povo toca a vida.
Enquanto vê as noticias nos jornais.
A fome, miséria, desemprego não tem vez na internet não cabe aqui segundo um poema de
Ferreira Gullar.
Somos irregulares em nossas dores é cada um por si e os bancos, empreiteiras, políticos
sempre nadando de braçadas.
A corrupção, burocracia maus salários na educação. A desconstrução do funcionalismo publico sempre igual.
E assim somos eternos idiotas desarticulados. Enquanto eles mandam e desmandam.
O povo Paulista mantém a mais de vinte anos o PSDB no governo sem nenhum distribuição de bons serviços.
E o PT é enfrentado a ferro e fogo. Quem foi pego cumpre pena. Mas quando o crime é da tradicional elite Brasileira tudo passa em branco.
Somos negros, nordestinos, pobres.
Quem não tem grana  é pobre e conhece a dura realidade do pais.
Voto Dilma 13.

Joka

João Carlos Faria   

A corrupção deve ser tolerada?
Somos o pais do rouba mas faz?
Podemos acreditar que tudo pode mudar não confio no PSDB.
Estes escândalos não passam de marketing?
A corrupção no Brasil é institucionalizada. Este pais é uma vergonha.
O PT, PMDB devem se explicar?
O PSDB com o escândalo do metro deve se explicar?
O Brasil virou um grande ventilador merda para todos os lados.
Votar resolve?
Viva a democracia onde temos o direito de nos posicionar.
O silencio neste momento não passa de omissão.

Joka


João Carlos Faria