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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Poema sobre o nada

Percorro as paginas de Paulo Leminski tem hora que a poesia não nos atinge tem hora que
nada nos atinge. Hoje lendo um livro esotérico e descobri-me nada. Existência, resistência, ciência.
Em tudo nada nos diz. Percorro os poesmas de Leminski e agora me faz sentindo.
E o Sol que não deu as caras. E a vida que não nos mostra as cartas?
Tudo é mistério e insistimos nesta vida pragmática que achamos que esta programada?
Sera que o que nos espera é o choro e o ranger de dentes?
Como do fruto ancestral?
Já escrevi um poema assim. Vida mera ilusão vivida?
Tem hora que ler poetas não faz sentido algum e me vem a duvida dos poetas ele são mesmo poetas
ou sou eu mal leitor?
E agora Leminski tem sentido. E rasgo minhas falsas verdades não sou e sou.
Os fantasmas que atormentam são sempre os mesmos. A eternidade eles me assaltam e não me deixam alcançar a consciência.
Quando os farei partir?
Bebo a taça amarga que me traz a realidade.

Joka

João Carlos Faria


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