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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O temível deserto da poesia

Poemas de Ricardo Reis … Fernando Pessoa .. Ricardo Reis.
E a vida não se faz a mesma. Quando o lemos deixamos de pensar. Se como ele canta.
O vento esteve antes de nossa presença. Nem sei porque cismei com a tal poesia hoje.
Ela sempre indomada toma conta de nossa inexistente e sofrida Alma.
Que mensagem se por traz das palavras nada existe.
E o que é o vazio? E Deus por onde anda? Será Deus aquele presente no Evangelho Segundo Jesus Cristo de Saramago.
Ou aquele diabo que chega ao barco a nado. Deus que me encanta. Masculino e Feminino.
Devemos nascer de novo assim Jesus O Cristo nos disse através do Evangelho.
Quantos saberes nestas palavras agora desveladas por Samael Aun Weor.
Existir, resistir não desistir. Viver é morrer a cada dia. Quantos Demônios me escravizam temos a eternidade para nos desvendar?
Qual foi os mistérios revelado a Jesus naquele barco?
Quisera voltar no tempo. E o mar Português em Mensagem de Pessoa. Hoje comecei para desafiar
meu tédio pelo cachorro louco do Paulo Leminski.
E a poesia adentra em mim. Não sou. Ainda não morri. Ontem não me suportava diante da TV e não queria navegar no Facebook hoje adentrei ao temível deserto da poesia.
E o que é poesia?
Não sei. Tem sentindo. E o que é a vida nos interroga Abujanra?
Simplesmente não sabemos, apenas navegamos como canta Camões.
Tentei desesperadamente baixar Os cantos de Esdra Paund. Esqueci de Galaxias Haroldo de Campos.
E Décio Pignatari falou que a arte iria florescer no interior do Brasil e eu ingenuamente acreditei.
Mas a arte floresce em nosso coração. Devemos deixar de ser hipermodernos e passar a cuidar do que é eterno.

Joka


João Carlos Faria 

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