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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Moinhos de vento

Depois de uma recaída por insistir em debater politica cultural, eleições.
Retorno o oficio de leitor de poesia.
Fazedor de concursos e distribuidor de currículos.
Somos o pais em que o padrão é o alto que o QUI enfim quem te indica SEMPRE prevalece.
E só os que sabem guardar silencio enfim se omitir ganham algumas migalhas de pão dada
pelos senhores feudais. A liberdade nos custa mas sem ela a vida não vale a pena. Busco que a vida
realmente tenha sentido. Ter e ser omisso não me consola. O grito deve sair de nossa garganta.
A vida é bem mais leve quando descobrimos que o gigante não passa
de um moinho de vento.
A vida é leve quando apenas abrimos um bom livro. No fim será o fim.

Joka


João Carlos Faria

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