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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Canção da morte

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
As paixões tomam conta de mim.
Não sou nada. E busco uma morte diária.
E meus demônios tomam conta de mim.
Eu anjo torto em busca de uma fresta de luz.
Nada sou. E meu desejar aflora.
Vida passageira cheia de incertezas.
E utopias inrealizaveis.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
Saboreio minhas caídas.
E a chuva cai. Espero o tempo dobrar a esquina.
Sei que tudo passa.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
Atravesso minhas trevas sendo dia ou noite.
Dentro de mim meus demônios me aprisionam.
Eu nada. Eu alma errante.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.

Joka

João Carlos Faria  

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