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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Uma reflexão num pais que tem uma boca de droga em cada bairro, mas não tem uma livraria as vezes quem sabe uma banca de revista. 
Bibliotecas nem pensar ? 
Querem liberar o que já é liberado sera que é para melhorar a qualidade das drogas?
Condominios fechados se proliferam e a economia decae.
Que pais estamos querendo construir? Se achamos justo pagar uma segurança privada enquanto o
estado se omite e se faz incompetente e com uma policia cada vez mais desumana.
Somos uma nação que bate em mulheres, abusa-se de crianças e mata-se homossexuais.
Levy Fedelix representa a opinião de uma grande maioria.     
Se formos as delegacias fazer boletim de ocorrência será mais um ato burocrático e nada
sera resolvido.
Qual sera o resultado destas eleições não dará em nada.
Cabe a sociedade se reorganizar mas sabemos de fato nos reorganizar?


Joka

João Carlos Faria

domingo, 28 de setembro de 2014

LIBERDADE

Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu de primavera azul.
Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu primavera azul.

Que sentindo tem a vida?

Navegamos pelas estradas.

A vida é o que nos faz.

Estímulos, almas sedentas de vida.

Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu de primavera azul.
Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu primavera azul.

Não ser? Não ter?
Morrer a cada instante.

Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu de primavera azul.
Poesia alma, insanidade, verdade.
Almas que se desfazem na vida.
O céu primavera azul.

Joka

João Carlos Faria



Ontem depois de um sarau deu vontade de ler Bocage o cara hoje causaria estranheza imagina na época dele. Além da ousada poesia erótica esta ali uma bela grafia de nossa mãe língua portuguesa não só dos melhores em gramática
mas vale a pena pesquisar a língua em sua origem o Português arcaico e o latim.
Já que poetas não tem leitores, não são editados.
Temos que pesquisar e inovar ir além de nossos limites. Penso em resolver o problema da edição de livros dar um jeito de baratear o custo de publicação e com qualidade gráfica.
Devemos voltar a publicar em papel. Para difundir a poesia.
Hoje é fecundo as letras mundo afora. E cabe a nós e não governos achar a solução. Os sarais se proliferam Brasil afora. Vamos que vamos. Nossa língua é nossa mãe pátria. E vida.


http://www.elsonfroes.com.br/bocage.htm

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Canção da morte

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
As paixões tomam conta de mim.
Não sou nada. E busco uma morte diária.
E meus demônios tomam conta de mim.
Eu anjo torto em busca de uma fresta de luz.
Nada sou. E meu desejar aflora.
Vida passageira cheia de incertezas.
E utopias inrealizaveis.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
Saboreio minhas caídas.
E a chuva cai. Espero o tempo dobrar a esquina.
Sei que tudo passa.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.
Atravesso minhas trevas sendo dia ou noite.
Dentro de mim meus demônios me aprisionam.
Eu nada. Eu alma errante.

Eu não morri mas morro a cada dia. Estou em silencio.

Joka

João Carlos Faria  

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Que tal um sarau nas ruas ?

Sempre fomos Lemininsky e não sabíamos. Sempre concretos.
A poesia de Paulo nos contaminou a coloquialidade dele me veio através de outros poetas.
A poesia se faz descoberta as vezes ela não se revela. Vem em ondas em frases no dia a dia.
As vezes queremos nos endireitar mas acabamos quebrando e somos arvores.
Hoje maritacas vivem numa arvore numa praça na Vila Industrial.
Enquanto eu cansado as admirava. As vezes elas em silencio.
Eu guarda-chuva, blusa na mão e a esperança no coração.
Nem sei se tem estrelas no céu enquanto leio TODA POESIA de Paulo Leminsky.
E o que nos cabe além da arte?
Nesta sociedade de hiper- consumo?
Onde a poesia nunca tem espaço. E arte sempre utopia.
Somos herdeiros dos poetas marginais, concretistas, tropicalista e da semana de arte de 22.
A internet nos une, divide, separa nos une.
Deixemos a vaidade não a levaremos para o caixão?
Sejamos coletivos, sejamos irmandade.
Em breve seremos pó.
Enquanto isto vamos celebrar ao renascimento da poesia.
Nosso coração é amor e a primavera se faz presente.
Porque não a poesia abstrata indaguei a José Moraes Barbosa?
Na saída do Bola de Meia.
Sejamos coletivista e não individualista.
Viva a poesia.

Joka


João Carlos Faria  
Noite

Caem as estrelas

Dia

O sol tirou férias

Noite

Discos voadores não aparecem
Mas estão ai os sentimos

Dia

A chuva não veio e abri o guarda-chuva
na praça e recitei um poema

Noite

Piram lampos acendem suas luzes de natal
Enquanto as maritacas dormem

Dia

Maritacas fazem festa
Enquanto carros passeiam sem percebê-las

Noite

Calor, cachoeiras bem longe
Não sei viajar além da luz ainda sou sombra

Dia

A vida passa rápida

Eu não me apresso sou eternidade  
Desculpe Edu Planchêz mas Tolstoi no século dezenove num belo conto já nos avisava que comeríamos merda. A música vai bem a arte vai bem. Hoje em dia temos acesso ao que de melhor a humanidade produziu e produz. Ontem estava tendo um debate neste sentido no SESC São José dos Campos. Domingo conheci   Rafucko que faz um talk show bem e humorado e reflexivo de combate.
Junto com Dudu Pererê.
O que ainda é difícil é sobreviver de arte sem abrir as pernas, escancarar para governos.
Que é um dinheiro de todos os brasileiros mas a classe politica cobra pedágio. As pessoas tem medo de questionar para não perder as migalhas que eles governantes nos jogam.
Deram ao povo da cultura uma grana através de vários projetos de incentivo a cultura. O dinheiro de governos é do povo.
A música vai bem falta bons canais que façam chegar a quem se interessa. O debate é sempre saudável.
Não seja merda seja luz.
Eles os caras de partido se acham donos do Brasil. Os donos da verdade. E não querem promover uma democracia.
Sempre criam mecanismos na cultura para que sempre precisemos deles. Eu só preciso de uma boa banda larga, computador e estudo e reflexão.
Assim posso aprender a ganhar a minha grana. A esquerda no Brasil já esta saindo dos partidos políticos e se organizando em outras frentes.
A eleição não muda o pais. Nos mudamos o pais.        


nesta falta de água?
Quem nos explica?
Leticia, 13 anos (minha sobrinha)

















Reflexão na questão ambiental Marina perdeu o Ministério do Meio Ambiente ?
O que foi feito no governo Fernando Henrique, Lula e Dilma de efetivo contra o desmatamento?
E o senhor Geraldo governador de São Paulo.
A devastação da Amazônia e falta de preservação da Mata Atlântica esta causando a ceca aqui no Sudeste?
As chuvas não estão vindo é só culpa da natureza ou tem um dedo humano
nesta falta de água.
Quem nos explica?   

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pique esconde com as palavras

Já estou com saudades do inverno, mas precisamos da chuvas da primavera?
Quero brincar de esconde esconde com as estações do ano.
Cada hora que uma conte até dez e as outras se escondam.
Quem me dera entender os doze signos do zodíaco?
Não guardo nem as características de meu signo.
Não sou destes que acham que tudo entende. Ainda não decifrei todos os
segredos da meditação.
Nem sei se a fé que sigo me faz ter mais razão que a fé que outro tem.
Mesmo assim as vezes crente outras descrente.
Já não sei até onde vou?
Não plantei arvore, os livros que publico serão esquecidos?
Tenho dúvida se escrevo, poemas, contos.
As vezes escrevo sobre politica. E perco-me nas palavras.
Comecei falando das estações mudei o rumo da conversa.
Não tenho leitores talvez tenha um só leitor?
Nem sei nada sobre amores.
Tudo fácil e difícil. Neste árduo oficio das palavras.
Escrever é amar. Viver é navegar.

Joka


João Carlos Faria

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Como somos otários

Esta eleição presidencial esta nos dando uma dor de barriga.
Em matéria no Estadão de hoje segunda-feira li o que é obvio
na Congresso não vai ter renovação.
As elites continuarão mandando não há renovação na câmaras
estaduais e federais.
As pessoas estão se digladiando contra Dilma ou contra Marina
e não vão eleger novos parlamentares comprometidos com grandes mudanças
sociais.
Eleição de executivo deveria ser separada do congresso.
E o que define o pais é o congresso.
Se odeiam tanto o PMDB mas mantém estes deputados nada
muda.
Ninguém esta refletindo isto e o Estadão fez uma matéria.
Como somos otários.
Nada muda se não se renovar o congresso Brasileiro.
Enfim esta eleição não dará em nada morreremos na
praia.

Joka


João Carlos Faria

domingo, 21 de setembro de 2014

Eleições 2014

Tem gente que se preocupa com tal Fórum São Paulo se estudassem a historia recente da América Latina saberiam da operação Condor que matou muita GENTE na América Latina. Os Estados Unidos acham que somos o quintal deles desde a doutrina Monroe no século dezenove.
Minha critica a esquerda é a ausência de investimento em projetos de cooperativas, economia criativa.
Esta no fato de os Sindicatos não darem atenção a novas iniciativas no campo econômico.
No fato de muita gente estar a mais de vinte,trinta anos no poder e perder a noção da realidade. No fato de não deixarem se fazer renovação na esquerda.
Acho que eleições por si só não resolvem um pais. Mas dai uma nação potente e articulada querer
continuar a influenciar no pais é muito estarrecedor. Nunca aceitei a hipótese de que o avião de Eduardo Campos tinha sido sabotado mas a matéria do jornalista Cláudio Tognolli para o Yahoo nos deixa mais atentos. E a investigação do ex delegado e deputado federal Protógenes também nos sugerem reflexão.
O Brasil não é nem a Venezuela nem a Argentina somos uma jovem democracia e o PT dentre todos os partidos é o mais democrático. Tem -se nele disputas internas e uma variante enorme de correntes de esquerda.
O Brasil precisa reformular a justiça, as leis trabalhistas mas desde que se mantenham os direitos trabalhista. Até a estabilidade do funcionário público deve ser debatida para termos um estado mais eficiente. Mas não vejo estes debates nesta esvaziadas eleições. E Marina é o novo em que? Foi uma das fundadoras do PT? Seu partido PSB sempre fez parte da base que manteve Lula e Dilma.
Aécio Neves representa uma elite que não propõem mudanças. E o governo Dilma em relação ao de Lula foi muito mais conservador. Faltou ousadia a Dilma.
Enfim estes lideres em nada agracentam ao anseio de avanços que as ruas gritam desde o ano passado.
Mas estamos numa democracia. E cabe aos Brasileiros participar da vida democrática brasileira e democracia é muito mais que votar. O sindicalismo precisa-se fortalecer novamente.
Cooperativas de trabalhores precisam nascer. Não podemos aceitar as coisas como estão não se tem tanto empregos de qualidade no pais. Estamos numa sociedade ultra liberal. Onde cada um esta por sua própria conta e risco.
Precisamos nos humanizar. Para isto devemos repensar a economia. Estas eleições passaram e estes desafios ficam.
O novo ainda não se faz. Só depende de nós e não deles.

Joka


João Carlos Faria      

sábado, 20 de setembro de 2014

A difícil arte de morrer a cada dia.

É preciso não se suportar para chegar a arte?
A inexistência é uma mentira.
Carregamos em nossas sombras a eternidade.
Antes de descobrirmos o fogo eramos inocentes.
Prometeu se liberta?
Quantos círculos dentro do circulo.
Quantas maneiras de saltar ao abismo?
E crianças jogam amarelinha.
Tudo se faz transitório. Tenho a necessidade de não pedir desculpa.
Caminho por entre as trevas tentando perceber uma fresta de luz.
Esta caverna se faz sombria.
Por fora a felicidade por dentro a escuridão e o ranger de dente.
Tento morrer para me fazer fênix.
Ao olhar o abismo contemplo-me.
Ainda não nasci.
Quando via Diógenes nas praças da Grécia.
Não o compreendia ainda era um cão.

Joka


João Carlos Faria   

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O temível deserto da poesia

Poemas de Ricardo Reis … Fernando Pessoa .. Ricardo Reis.
E a vida não se faz a mesma. Quando o lemos deixamos de pensar. Se como ele canta.
O vento esteve antes de nossa presença. Nem sei porque cismei com a tal poesia hoje.
Ela sempre indomada toma conta de nossa inexistente e sofrida Alma.
Que mensagem se por traz das palavras nada existe.
E o que é o vazio? E Deus por onde anda? Será Deus aquele presente no Evangelho Segundo Jesus Cristo de Saramago.
Ou aquele diabo que chega ao barco a nado. Deus que me encanta. Masculino e Feminino.
Devemos nascer de novo assim Jesus O Cristo nos disse através do Evangelho.
Quantos saberes nestas palavras agora desveladas por Samael Aun Weor.
Existir, resistir não desistir. Viver é morrer a cada dia. Quantos Demônios me escravizam temos a eternidade para nos desvendar?
Qual foi os mistérios revelado a Jesus naquele barco?
Quisera voltar no tempo. E o mar Português em Mensagem de Pessoa. Hoje comecei para desafiar
meu tédio pelo cachorro louco do Paulo Leminski.
E a poesia adentra em mim. Não sou. Ainda não morri. Ontem não me suportava diante da TV e não queria navegar no Facebook hoje adentrei ao temível deserto da poesia.
E o que é poesia?
Não sei. Tem sentindo. E o que é a vida nos interroga Abujanra?
Simplesmente não sabemos, apenas navegamos como canta Camões.
Tentei desesperadamente baixar Os cantos de Esdra Paund. Esqueci de Galaxias Haroldo de Campos.
E Décio Pignatari falou que a arte iria florescer no interior do Brasil e eu ingenuamente acreditei.
Mas a arte floresce em nosso coração. Devemos deixar de ser hipermodernos e passar a cuidar do que é eterno.

Joka


João Carlos Faria 
Pau no gato

Estava caminhando. Tropecei e cai.
Um gato preto passou correndo perto de mim.
Uma criança tinha atirado o pau no gato.
Era sexta-feira treze.
E lembrava-me da perseguição aos templários.

Joka



João Carlos Faria
Preciso de uma moeda de ouro


Em cima do piano tinha um copo de veneno. E deste copo eu tomei.
E neste momento a morte com sua foice chegou.
E eu falei não.
Podemos negociar?
Foi uma mera distração.
Eu já joguei com alguém e ele perdeu por acaso não assististe ao filme.
Mas eu disse era um filme? O sétimo selo.
Pura ficção. E ela disse que nada.
Eu disse já te vi numa madrugada tão bela e não me levou.
Vamos brincar de amarelinha? Pique esconde?
E a morte sorridente. Não quer visitar Caronte?
Eu disse não tenho moeda.
E a morte eu te empresto uma.

Joka


João Carlos Faria

Manuais de sobrevivência no nada

O sol traz nos a lembrança.
A vida insiste. A tempestade não vem.
E a chuva. Carreguei inutilmente um guarda-chuva.
A cidade toda tinha esperança.
O homem quer a chuva.
E as ruas estavam em festa.
O homem quer a chuva.
E a chuva ainda não veio.
Dentro de mim a indecisão.
E as tempestades acontecendo.
E fora um sol de inverno.
Afinal chegará a primavera?
Leio manuais de sobrevivência no nada.
Dentro de mim Caronte faz festa.
Me mostra seu barco.
Pede-me sua moeda.
Ainda não morri deve morrer todos os dias.
E estes demônios insistem em se mostrarem vivos.

Joka


João Carlos Faria  

O doce desejo de transmutar

A existência se faz nos existimos.
E talvez nos doa existir.
Estou cansado dos mesmos demônios que me atormentam.
Eles precisam se findar. Eu serei carregado para o abismo num grande
funeral.
E de novo estarei diante de Caronte.
Não quero levar nenhuma moeda para atravessar.
Quero dar um jeito de escapar.
O Sol nos ilumina é necessário fazer a primavera nascer dentro do coração.
Chega de trevas. Não tenho prazer em navegar e me afundar nas águas malditas do inferno.
Preciso ao menos de um fresta de luz.
Preciso morrer neste exato momento para que o novo nasça dentro de mim.
Quero deixar de ser sombra e passar a ser luz.

Joka


João Carlos Faria
Poema sobre o nada

Percorro as paginas de Paulo Leminski tem hora que a poesia não nos atinge tem hora que
nada nos atinge. Hoje lendo um livro esotérico e descobri-me nada. Existência, resistência, ciência.
Em tudo nada nos diz. Percorro os poesmas de Leminski e agora me faz sentindo.
E o Sol que não deu as caras. E a vida que não nos mostra as cartas?
Tudo é mistério e insistimos nesta vida pragmática que achamos que esta programada?
Sera que o que nos espera é o choro e o ranger de dentes?
Como do fruto ancestral?
Já escrevi um poema assim. Vida mera ilusão vivida?
Tem hora que ler poetas não faz sentido algum e me vem a duvida dos poetas ele são mesmo poetas
ou sou eu mal leitor?
E agora Leminski tem sentido. E rasgo minhas falsas verdades não sou e sou.
Os fantasmas que atormentam são sempre os mesmos. A eternidade eles me assaltam e não me deixam alcançar a consciência.
Quando os farei partir?
Bebo a taça amarga que me traz a realidade.

Joka

João Carlos Faria


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Movimento dos sem trabalho
Não sei se foi usado como boato contra a candidata Marina mas a mão de obra esta cada vez mais precária retirar estes direitos seria o máximo de uma sociedade, cada vez mais liberal.
O sindicalismo já não tem tanta força. E a mão de obra no Brasil esta cada vez mais precária.
O trabalhador precisa se organizar com tantos movimentos sociais nascendo porque não Os sem trabalhos?
Não vejo um movimento social forte contra a cada vez mais precarização da mão de obras.
Não tem mais emprego em larga escala na industria como foi até os anos oitenta.
E o trabalhador esta cada vez mais prejudicado sem uma politica efetiva de valorização do trabalho.
Este sim deveria ser o tom do debate eleitoral.
Governos devem criar leis que favoreçam a criação de cooperativas e desenvolver
o que chamam de economia criativa.
Retirar os poucos direitos dos trabalhadores seria uma injustiça social o chamado custo Brasil deve ser combatido em outras frentes.
Mesmo com o PT a liberalização toma conta do pais. E o PT faz muitas resistências.
Imaginem com presidentes mais frágeis? Enfim que pais estamos querendo construir.
Um pais precisa de movimentos sociais cada vez mais forte. E o MTST de São Paulo tem posta na ordem do dia a questão de moradia.
Mas na questão de geração de renda os movimentos sociais deixam a desejar. Afinal Sindicatos virarão meras estruturas burocráticas sem nenhum vinculo com o Brasil que nas ruas clamam por grandes mudanças sociais.
Por isto muitos não querem ver bandeiras nas ruas?
A sociedade esta em uma grande e fecunda transformação.
JOKA
João Carlos Faria

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/09/1518175-marina-nao-vai-mudar-clt-para-tirar-beneficios-diz-economista-do-psb.shtml

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Arte e educação

Estou em aquecimento para escrever algo. Sem a escrita não vivemos. Sem a arte nada somos. Arte é vida.
Hoje estive na Casa de dona Lili Figureira uma artista já com noventa e seis anos.
E foi uma vivencia lá estavam diversos agentes culturais de São José dos Campos ela nos contou varias historia vividas deste Brasil. Falou da crise do café em 1929. De Getúlio Vargas cercada de crianças de uma oficina da Casa de Cultura Chico Triste.
Nos anos noventa sempre via as figureiras na Praça central da cidade numa feira de artesanato.
Tive o prazer de ganhar seu livro escrito pelos seus filhos José Donizetti dos Santos e Fátima Aparecida dos Santos.
A cultura em São José é sempre trabalhada por diversos artistas das mais variadas vivencias que vai da cultura popular as mais ousadas experimentações.
E hoje bebi na fonte de nossa cultura popular e felizmente no bairro em que moro. A gente sempre reflete se deve ou não conhecer outros lugares mas como num conto um rapaz tem uma visão e que precisa atravessar o mundo por causa de um tesouro e assim o faz quando chega descobre que o tesouro estava em baixo da arvore de sua casa. Quem leu o Alquimista de Paulo Coelho conhece esta historia que li também a original numa biblioteca.
Precisamos da cultura mas de todas a sistematizada, cientifica a cultura popular.
O ser humano é fruto destes saberes. E a educação e a cultura devem andar juntas. Talvez ai esteja o caminho para melhorarmos nossos índices escolares sempre tão baixos.
Recentemente fiz um concurso para professor. E não tinha a opção de arte educador, músicos, teatro?
Falta esta presença nas escolas. Acho as oficinas culturais um grande exercício de liberdade em relação a uma sala de aula convencional.
Hoje vi seis crianças numa grande liberdade de perguntar o que de fato lhes interessava. Talvez seja isto o aprender?
Cabe nos a nos educadores, produtores de cultura sempre repensar nossas ações.
Que geração estamos formando temos no curso de Pedagogia o desafio de formar o ser humano em sua plenitude e Lili é uma pessoa plena com sua sabedoria que numa vivencia nós é transmitida.
Cabe aos gestores de politica educacional e cultural repensar e buscar esta forma de ajuntamento da escola com os espaços de cultura.
E cabe a mim enquanto agente de cultural e em breve Pedagogo contribuir para a criação desta ponte entre a arte e a educação.
Enfim foi um grande aprendizado ainda mais para mim. E para todos que estavam naquele café.


Joka


João Carlos Faria        

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

E Raul Seixas dizia: Quando acabar o maluco sou eu?

Minha atitude politica no momento é não escrever sobre politica.
Não sei até que ponto resisto?
Bom seria se fosse pelo resto da vida.
Enquanto nos digladiamos eles calculam como irão dividir o bolo.
E nesta festa não terá lugar nenhum para nós.
Deveríamos ter ouvido Cazuza teríamos perdido menos tempo.
Que mundo é este em que vivemos?
A um mundo real e este imaginário. Virtual?
Eles mentem confortavelmente. Enquanto preparam suas maldades.
E nós aqui nas redes sociais eternos bobos da corte. 
Cabe a nós ler Norberto Keppe que tem uma originariedade.
Sempre vejo seus programas na TV. 
Precisamos aprender a não pensar. Deixemos de ser gado. Temos que aprender
a nos conduzir. Mas não pensar sempre dói.

Joka
João Carlos Faria

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Estamos num trapézio diante do abismo

Quase pronto para escrever um poema ? Um ensaio ? Um canto a vida e a morte?
Estamos aqui e agora e daqui a pouco não mais. Amigos se vão a vida se esvazia?
Que nada a vida se faz esperança.

Viver enquanto a chuva não caie e as represas estão vazias.

Eu vivo, tu vives.

Quantas jornadas. A cidade.
O parque e o Jabuti que atravessa rapidamente a grama verde.

Na pochete algum dinheiro o suficiente para uma broa de milho de um real.

Bolinho caipira e esfiha no mercado. Um caldo de cana.

Na biblioteca leitura de jornais do dia.

E a cidade sem Edu Gair. Sem o suco de laranja com Harley Campos.

E aquela idéia de comprar um terreno na periferia da zona leste da cidade.
Harley dizia que não seria seguro.
Mas estamos num trapézio diante do abismo.

Eu vi num video de Sérgio Ponti – Harley, Edu Gair, Nélio Fernando
E os jovens Marcus Groza, Selmer.

A vida no trapézio recheada de surpresas.

Espero que a chuva caia que não seja ácida e nem de açúcar.

Vamos fazer poemas, escrever, fazer teatro, cinema e tudo que nossa imaginação
quiser e as técnicas nos permitir.

Deixei a bateria de minha câmera carregada.

A vida vale sempre a pena estamos entre a finita distancia entre o nascer e o morrer.

Eles Harley Campos, Edu Gair, Reginaldo Poeta Gomes.

Estão de portas abertas e um grande palco a nos esperar.

Enfim o espetáculo nunca acaba.

Abra-se os portais e atravessemos a vida
se faz bela.

Como nos canta Léo Mandi.

Abra-se os portais e atravessemos a vida se faz bela

Poesia poesia poesia

Como gritei naquela ponte de Paraty.



Joka

João Carlos Faria



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Moinhos de vento

Depois de uma recaída por insistir em debater politica cultural, eleições.
Retorno o oficio de leitor de poesia.
Fazedor de concursos e distribuidor de currículos.
Somos o pais em que o padrão é o alto que o QUI enfim quem te indica SEMPRE prevalece.
E só os que sabem guardar silencio enfim se omitir ganham algumas migalhas de pão dada
pelos senhores feudais. A liberdade nos custa mas sem ela a vida não vale a pena. Busco que a vida
realmente tenha sentido. Ter e ser omisso não me consola. O grito deve sair de nossa garganta.
A vida é bem mais leve quando descobrimos que o gigante não passa
de um moinho de vento.
A vida é leve quando apenas abrimos um bom livro. No fim será o fim.

Joka


João Carlos Faria

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Esvaziar-se diante do nada

A cidade se enche de palavras.
O sol a luz.
E as pessoas brincam de viver.
E o que é viver?
Quando a pressa de voltar para casa nos faz ficar
presos em trânsitos.
A cidade se enche de palavras.
A vida sempre se esvai na ampulheta de Cronos o Deus tempo.
Não realizamos todos nossos desejos.
Mas caminhar se faz necessário.
Imagino um imenso barco de papel num lago de um parque.
O mesmo parque onde um peixe pos fogo no lago.
Mas isto são outros tempos.
A cidade se enche de palavras.
Poetas se calam.
As vozes da eleição se fazem ouvir.
E nos esquecemos que a vida se faz poema.
Neste momento o Sol se põem e a Lua nasce.
Quando se encontrarão para se amarem?
A cidade se enche de palavras.
Esvazio-me diante da possibilidade do abismo.
Quantos passos ainda devemos caminhar?

Joka

João Carlos Faria

Após a leitura de um texto de minha autoria de 2009.
Reenviado por Edu Planchez.
Devemos carregar tempestades nas mãos?
A vida mera ilusão entre o nascer e o morrer.





07/01/2009
À áura Rosa de Edu Planchêz
--------- ( Por Joca Faria )---------------------
(A vida nos encanta com
estes fim de chuvas. Numa tarde de verão aqui no sudeste em
Sampa curtimos num mesmo dia as quatro estações do
ano...E eu adoro...Saio de guardachuva será que é da
nova ortografia ? - Vou perguntar a Josie? - Guardachuva junto fica
ai a duvida? ...Mas voltando saio de guardachuva sem medo de
ser careta...Pois sou um pouco de cada...Deixo o carisma para Edu
Planchêz nosso pop star do coração. Se fosse eu mulher
faria amor com ele ... O cara tem uma aure-a rosa e até a mãe
de seu filho e Icaro Odin chama-se Rosa..
Um homem-menino de festa por onde anda espalha a alegria de adolescente único
defeito gosta de parar nas padarias para ver jogos do
Flamengo...Este cara foi nos anos oitenta no Rio de Janeiro o profeta
Silattian...Mas voltou do Rio como EDU PLANCHÊZ ...Seu irmão
foi buscá-lo num inverno num lugar estranho, onde Edu andava nú
e cantava para os pássaros...Ele retornou para fazer uma
Revolução Cultural na conservadora e militarista São
José dos Campos; imaginem um homem luz
no meio das trevas na cidade mais militar deste pais.
Aqui comeu o pau que o diabo pregava...
E trouxe a poesia através da Celebração
do Renascimento da Poesia que durou por dois belos anos...
Junto com a Ursa Maior, Edu Pane, Cíntia sua mulher e guerreira Marilza
Francisco que sempre tá junto com ele segurando as pontas.
Ele conheceu-me na Praça Afonso PENA este DEUS poeta empurrava um carrinho de sorvetes...Já briguei muito com Edu as vezes ele saia com cinco litros de pinga
distribuindo na Fundação Cultural Cassiano Ricardo uma
Woodstook joseênse sobre o comando de André Freire e Gervásio
Diniz logo a elite politica caiu de pau em cima dos artistas e alguns
se juntaram aos políticos e traíram a cena de malucos
que existia na cidade.
Se bem que vi funcionários fumando algo dentro dos carros, gente sendo
presa pela guarda municipal..E algumas pessoas andando nuas no Parque
da Cidade e fazendo sexo com as capivaras.
Mas tudo passa e hoje
São José segue sua caretice com vide-os a Altino
Bodesan...Uma cidade que já teve a Beth Brait Alvim como
diretora da cultura com toda sua lucidez anárquica...
Uma cidade que merece
um projeto de cinema e uma editora e que por ser reacionária e
conservadora gera vários artistas de varias áreas com um número grande de
poetas. Com destaque para Paulo Rafael de Aguiar Godo que seguindo
ARTHUR RIMBAUD deixou a poesia aos vinte e sete anos e
já tentou vários suicídios poéticos...Quase foi preso tentando queimar
livros em frente ao Paço Municipal com Nélio Fernando.
Os cara tentaram invadir o gabinete do prefeito para distribuir
flores feito alguns filósofos.
Eles são discípulos pós a morte de Solfidone ...
NÃO o conheceram mas seguem seus ensinamentos.
E não gostam do grupo da antiga Irmandade Neo Filosófica o grupo mais
reacionário da artes locais tendo seus ex membros sendo
xingando por todos. Temem os caras queriam mudar o nome da
cidade, fechar a fundação e criar uma revolução
anárquica e pregavam o fim das igrejas.
Usaram o famigerado LITTER para difundirem suas ideias tentando usar Edu Planchêz como bode
expiatório de suas revoluções.
Hoje os cara sumiram não tiveram peito de prosseguir e aderiram ao sistema virando gente normal agora são simples pais de família. E não
querem saber de poesia.
Edu penou na mão desta gente maléfica demônios feito homens embora a
dúvida paire sobre estes malditos eram homens? Ou demônios?
Não se sabem dizem que alguns ainda planejam tomar conta do pais usando da
política. Será que serão bem sucedidos e agora são
defensores da moral e dos bons costumes e então Edu não
aguentou a pressão e foi morar em Sampa e não deu
certo e agora começa a decolar compondo com Tico Santa Cruz da
Banda Detonautas.Mas dizem que ele também foi membro desta seita e espalha suas ideias através da poesia e musica pois é. É Tudo
verdade ou uma viagem deste escritor. Só o tempo dirá? .

domingo, 7 de setembro de 2014

Jornada em busca das três montanhas

Os rinocerontes passeiam pela rua. Caminham pelas estradas.
É chegada a hora. E as estrelas dançam um grande bailado em
nossa frente.
E as portas e janelas que atravessamos nos trazem a lugares nunca
imaginados.
O silencio se alcança de que maneira?
Temos nosso coração tranquilo?
A mente se desvanece em imagens.
É noite é dia aqui.
Os rinocerontes passeiam pela rua. Caminham pelas estradas.
Quantas estradas e será que realmente vemos os rinocerontes?
Quantas existências, inúmeras desistências?
Tres montanhas bem distante nas estradas.
Transformemos nos em pássaros e voemos.
Animais tricerebados? Desprovidos de intuição, imaginação.
Devemos caminhar sem medo, não olhe para trás talvez medusa
esteja bem atrás.
Os rinocerontes passeiam pela rua. Caminham pelas estradas.
O medo é um invenção só nos resta o amor. Devemos trilhar o caminho.

Joka


João Carlos Faria

sábado, 6 de setembro de 2014

Uma vez por ano temos acesso a boas peças de teatro em São José dos Campos hoje vi A farsa da boa preguiça no Festivale.
Acho que se deve repensar a politica cultural de São José dos Campos?
Mas estou bem sozinho e ninguém faz movimento sozinho.
O Festivale é de uma qualidade que não se vê durante o ano.
Porque não teatro com este nível todo fim de semana?
Parabéns ao Alcemir Palma mas a cidade carece de debate parece que as pessoas se esqueceram que a Fundação Cassiano Ricardo surgiu de um movimento nos anos 80 pela redemocratização do pais.
Na época segundo já me contaram juntava-se 3000 pessoas na Praça Afonso Pena.
Com a Ley Jorley acabou-se a Democracia na instituição e fechou-se as comissões setoriais.
Mas não se vence guerra lutando sozinho dizia Raul Seixas.
Os sem trabalho?

Como diria Lula nunca na vida vi uma eleição assim tão emocionante.
Ontem conversando com uma pessoa amiga sobre politica e a pessoa me colocou que
um banco central autônomo não é bom para economia. Se elegemos o presidente damos
um voto de confiança para governar?
Então porque o banco deve ser autônomo?
Precisamos debater as propostas de desenvolvimento, economia.
Pois sem uma economia forte e que funcione não terá dinheiro para se investir no social?
Sei que estes assuntos são complexos. Precisamos ler muito e debater -se muito.
Mas debater politica com emoção funciona? Ainda bem que eleição tem prazo determinado.
E vamos que vamos que a democracia esta cada vez mais forte.
Não caberia aos movimentos sociais debater as alternativas econômicas, como criação de cooperativas, economia criativa?
Por exemplo o povo do Pinheiro em São José dos Campos conseguiu suas casas. Mas e uma alternativa profissional para aquelas famílias?
Os movimentos sociais não criam O Movimento dos Sem Trabalho?
Pena que o debate politico não alcança estes temas?
Transformar uma sociedade leva-se muito tempo. Mas chegaremos lá.

João Carlos Faria

Joka  
  

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

E o que é a poesia hoje?

Tenho o feliz desafio de falar de poesia num programa de rádio do sindicato de ciência e tecnologia
em São José dos Campos SP.
Fui catado a laço estava tentando dar um jeito de fugir. Estou acostumado a escrita e ainda mais ao vivo durante um processo eleitoral tenso e divertido em nosso pais.
A poesia esta presente na vida de todo mundo descobri a cantora Cristina Amaral no yotube quando ouvia uma ciranda. Mais poesia que sua música não se acha.
Já preparei um material dos anos 90 até hoje sei que tem gente com um belo arquivo e mais organizado.
E o que é a poesia hoje? Ela tem espaço cativo na internet muitos sites e no facebook.
Ela anda bem Alceu Valença vai lançar um livro de poemas no ano que vem.
Tem muita gente tirando os poemas da gaveta e lançando livros.
Eu meio prosa, poemas e sempre escrevendo.
Acho que falta umas editoras que descubram uma maneira barata de lançar livros e que ajude a popularizar esta arte das palavras.
Para mim poesia é arte é vida e esta em todas as manifestações humanas mas o poema e tentativa retratar o sentimento a alma.
Andei lendo as Cartas de Paulo Leminski belas idéias.
Sou meio cronista dos dias atuais acho que tenho pouca coisa que realmente sirva para um livro.
Ando escrevendo sem nenhuma pretensão, editoras, ousadia, novo estilo. Já não me preocupo com
isto. Gosto de escrever e mais nada,seja tentativas de poemas, cartas para jornais e cronicas e ensaios. Ainda não sou ficcionista.
Quem sabe ainda chegue lá. Comecei fazendo letras de música com um amigo já falecido e elas
estão em minha cabeça até hoje.
Deve-se a influencia da industria cultural. Tudo sempre se mistura. Mas conheci a Cena Cultural de São José dos Campos e a politica tudo se mistura sempre.
E ai o aprendizado de vida é grande e a troca se faz intensa até hoje.
Acabamos conhecendo muita gente que nos influencia e nos acabamos influenciando muita gente.
Até hoje nunca deixei O VALE DO PARAIBA e precisa?
Aqui a uma riqueza de almas sedentas de vida. Gente que busca se desvendar. E agora o universo virtual traz um mundo de gente para dentro de nossas vidas.
Enfim poesia é vida, além de estilo, língua e linguagem.
O universal esta aqui. Dentro de nossas cabeças dentro de nossa alma.
E o que é poesia hoje, decifremos ?

João Carlos Faria

Joka