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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Cade aquele Jesus Cristo de uma aldeia de Portugal?

Ouvir Creendence.
Meche com as emoções.
Para onde vamos?
Se estamos no mesmo lugar.
De fato estamos aqui mesmo?
Espero que nossas almas não sejam pequena.
Para que realmente vala a pena.
Faz tempo que Fernando Pessoa não vem para
meus olhares.
E aquele menino aquele pequeno Jesus Cristo de uma aldeia
de Portugal.
Aquele declamado por Irael Luziano numa Celebração ao Renascimento da Poesia.
Quando terei a chave dos registros akassicos?
Quando irei aos velhos templos egípcios?
E poderei falar com os Deuses em pé de igualdade.
Sinto por estar adormecido.
Quando fecho os olhos não vejo nada.
Ainda não aprendi a meditar.
E talvez seja como respirar.
Ouvir Creendence.
Nos transporta a infinitos.
A vida é mais que percebemos.
Quantos tombos e não aprendo a me levantar.
Cair, cair, cair.
Preciso voltar dos abismos.

Joka


João Carlos Faria        

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