Seguidores

domingo, 1 de junho de 2014



A vida me DEVORA,
incessantemente,
permanentemente!!!
Sinceramente???
Eu não tenho nada de razoável!!!
Não sou razoável, não almejo ser razoável!!!
Não sou moderada, tampouco conveniente!!!
A mim soa "medíocre"...não sou razoável!!!
Gosto de vermelho, de pontos de exclamação,
gosto de gargalhadas, águas profundas,
alturas consideráveis, prosas longas,
alimentos saborosos, pimentas,
gosto de gente, gente que É,
de beijos de tirar o fôlego
gosto de choro forte,
membros rijos,
flores exóticas,
gosto de fome,
abraços,
desejo,
AMOR,
FOGO,
MAR...
gosto do TEMPO, eu o desafio a correr comigo...
definitivamente, não tenho nada de razoável!!!
E por que teria???
Entende agora??? O porquê de eu não ser razoável???
Pegue sua relatividade razoável e passe um café,
mas bem forte, por favor!!!
Sou intensa, bato portas com a mesma intensidade que faço amor!!!
Com a guerra não sou razoável, sou indisponível, é diferente!!!
E com licença que vou ali ser
IN
TEN
SA, porque só assim sou FELIZ!!! 

João Carlos Faria

Um poema que nos desequilibra

Depois de alguns séculos lendo o poema de Nana Freitas acho que preciso me desligar, ouvir uma
música que intensidade num poema sem titulo?
O que é a vida sempre repete Abujanra e eu lá sei.
A vida não é Academia, diplomas, títulos, erudição que não nos sirva para nada.
Imposição de fé, dogmas.
A vida é vida e este poema simplesmente retrata a vida.
Por isto me tirou por séculos. Aflorou minha emoção.
Intensidade. Esta é a poesia de Nana.
Raul sempre dizia pare o mundo que eu quero descer.
Será que já não estamos fora desta loucura de transito, politica.
A insensatez quer nos tirar a calma.
A economia e o trabalho que nos roubar o precioso tempo.
E um poema me fala a alma e ao coração.
Por um século redescubro minha humanidade no poema de Nana.
Desculpem precisamos sair deste abismo sombrio em que estamos.
E só o amor pode nos salvar.

Joka    

Nenhum comentário: