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segunda-feira, 16 de junho de 2014

João Carlos Faria

O fascismo nas redes sociais

Nunca vi tantas manifestação de fascismo nesta rede como nestes dias.
Os caras sejam eles quem for. Estão disseminando um ódio de classe.
E todos estamos caindo de bobos.
Falta nos reflexão, falta nos ação.
Falta um olhar um refletir. Um encontro real uma conversa ao
pé do ouvido.
O fascismo é tão contagiante. Acaba fascinante.
A barbárie domina a rede. E as tvs estão ligadas na copa.
Ainda bem que nas ruas o povo é bem educado.
Brasileiro é tão bonzinho. Falava a linda mulher nos anos setenta.
Mesma época de Gérson e o famoso jeitinho brasileiro.
O poder fascina. E a democracia nas mídias televisivas acaba sendo uma mera ilusão.
A vida no Brasil é bem mais bonita que o terror das redes sociais.
Como diria o profeta Gentileza gera Gentileza.
E o fascismo gera guerra civil.



Joka
João Carlos Faria

A guerrilha virtual


Nestes tempos de debates histéricos e quase sem noção no universo virtual.
Alguns poetas estão sacando. Eu estou atônito. Tentando observar os
movimentos. E vejo a sordidez.
Quero saber se no olho a olho esta descortesia se faz real ?
E ai vem tapinhas no ombros falsos elogios e toda nossa falsa cortesia.
As mascaras brasileiras estão caindo.
E quem não for malandro vai se organizando e tentando desfazer esta esfinge?
Seremos todos devorados até três de outubro? E queremos ser um Iraque?
Criar uma guerra civil?
Desmantelar as instituições. Mandar o pacto federativo as favas?
É preciso refletir e preciso muita calma.
O debate se faz necessário mas não é a hora de se fazer no olho a olho.
Longe desta tela de computador?
Já cometi erros graves em reuniões politicas. De fato o lugar onde se aprende até onde podemos ir.
Quem neste nação gosta de barbárie?
Eu não tenho medo do palco chamado ruas.
A civilidade esta nos fazendo falta no universo virtual.
Como diria o profeta Gentileza gera Gentileza.

Joka



domingo, 15 de junho de 2014

S. José cai 218 posições em ranking de desenvolvimento


Na verdade, daqui a alguns anos, se os senhores tiverem um mínimo de isenção em suas percepções, vão ver que ao criar o Parque Tecnológico, os tucanos prepararam SJCampos para a próxima onda de desenvolvimento, em que as "indústrias de apertação de parafuso" não terão mais vez, mas sim a "indústria" do conhecimento. Quanto a associar Lei de Zoneamento com crescimento econômico...meu Deus... tem gente que ainda insiste nisso. Não vou nem perder meu tempo.

Comentado por Arkenstone,

Boa matéria de O jornal O Vale em conversas sobre politica e a cidade com amigos as pessoas tem observado que isto esta acontecendo na cidade. Neste ponto temos que parabenizar a gestão Eduardo Cury pela criação do Parque Tecnológico acho que os comentários do leitor Arkeenstone foram pertinentes.
A cidade vem perdendo suas indústrias. O setor de serviços remunera pouco em comparação a que as industrias pagaram a cidade deve buscar novas saídas.
Porque o atual prefeito Carlinhos de Almeida e a presidente da Câmara Amelia Naomy não abrem este debate de forma permanente através de Fóruns, Seminário e até mesmo do Orçamento Participativo afinal somos todos pertencentes a esta aldeia que se chama São José dos Campos.
E o presente e o futuro de nossa cidade esta em jogo. E todos devemos debater o rumo da cidade.
Sei que o debate politico anda fervendo acompanhamos os sites de relacionamento. E acredito que os cidadãos precisam
começar a se encontrar pessoalmente para travar estes debates de ideias.
Pois a participação politica esta mudando e infelizmente partidos políticos das varias matizes ideológicas não estão conseguindo se fazer liderança nestes debates.
A sociedade esta se transformando e o cidadão esta começando a deixar de ser passivo politicamente para tornar-se
participante da vida politica só votar já não satisfaz mais o cidadão.
O debate dos rumos econômicos e sociais devem deixar os gabinetes e pertencer a todos.
A cidade agradece. E a democracia só tende a se aprimorar.

João Carlos Faria

http://www.ovale.com.br/s-jose-cai-218-posic-es-em-ranking-de-desenvolvimento-1.537148
Ei Tico Santa Cruz

Será que tem algum portal aberto para a lua?
O fascismo aqui no Brasil esta reinando o cérebro e as emoções estão se
perdendo num debate de ódio.
Não estamos vendo proposta. Estamos vendo a guerra de ideias.
Precisamos nos repensar a desumanidade nos contagia.


Joka  

quarta-feira, 11 de junho de 2014

João Carlos Faria

Para que debatermos politica?

Eu poderia estar assistindo ao jornal nacional.
Vendo jogo de futebol.
Falando mal de governos.
Mas estou lendo poesia.


Joka  
João Carlos Faria

Transformação Social

O Brasil nunca esteve tão vivo como neste período. Ninguém se cala.
O medo de se expressar esta acabado.
Em alguns anos isto trará mudanças para a politica, artes,filosofia.
Já tem muitos frutos.
Devemos seguir em frente.
Sem nenhum medo da felicidade.


Joka  
João Carlos Faria


A concretude de Ferreira Gullar

Eu que tive todas as influencia modernistas, concretistas.  Marcel Duchamp.
E agora Ferreira Gullar nos puxa a orelha.
Tarde já fizemos tantas e tantas experimentações.
Vídeos sem pé e cabeça. Textos desconectados.
Afinal o que é alienação? Nestes tempos sombrios que tudo é válido.
Ferreira nunca foi irregular.
As artes sem elas saberíamos viver?
Lembro -me de meu primeiro filme de arte.
Filme triste.
E o que é arte?
O que é transformação social.
Já fui a uma final no Maracanã e vi a energia do povo.
Sempre fui a jogos no estádio de minha aldeia.
Já fiz performances, declamei poemas.
Assassinei a gramática.
E estou aqui vivo tentando refletir Ferreira.
A vida nos ensina a viver.
E nos prepara para morrer.
Afinal portais existem.
E poetas tiraram fotos nús quando o atravessaram.
A vida é para ser vivida e vamos além do bem e do mal.
Se os jovens querem ousar que ousem e aguentem as devidas consequências.
Que as galinhas estejam em panicos isto sim já acontece desde  Marcel Duchamp.
Vamos a Feira do Balaco Baco.
Vamos debater filosofia nas praças?
Ainda devemos e podemos.
Sucesso devemos publicar livros, fazer filmes.
E refletir tudo.
Nesta geleia geral vou ler as cartas de Paulo Leminki.
Temos a tarde para viver.
Somos da sociedade dos poetas vivos.

Joka



João Carlos Faria

Era uma vez a fé

Estamos perdendo nossa alma para o Deus mercado.
Como as diretrizes estupidas deste sistema alienante esta dominando
todos os setores da sociedade.
Nada mais se faz por amor. Só as famílias que ainda estão fortes?
Estamos desaprendendo os valores sociais.
Só a possibilidade de poder nos engana.


Joka    
João Carlos Faria

Era uma vez a fé

Estamos perdendo nossa alma para o Deus mercado.
Como as diretrizes estupidas deste sistema alienante esta dominando
todos os setores da sociedade.
Nada mais se faz por amor. Só as famílias que ainda estão fortes?
Estamos desaprendendo os valores sociais.
Só a possibilidade de poder nos engana.


Joka    

segunda-feira, 9 de junho de 2014

João Carlos Faria

Um poema a liberdade

Liberdade estranha palavra.
Será que realmente alcançaremos?
Thoureau, Ely Yabeth Brait Alvim, Ilo Krugli.
Fernando Gabeira esta gente nos estimula
a seguir em frente.
Em qualquer sertão nesta aridez de um Brasil sem
utopias.
Que esquece de sonhar e se desfaz em eleições que
nada nos trazem de novo.
Liberdade estranha palavra.
Que se faça verdade em nossas vidas.
Nós meros soldados de um Incrível Exercito de Branca leone.
É difícil não se emocionar. Todas as Utopias não são desveladas.
Só o amor ao próximo nos mantem firmes neste duro combate.
De nós contra nós mesmos.
A vida se faz forte da profissão de fé.
Destes membros da Sociedade dos Poetas Vivos.
Como nos encanta Solfidone.
A vida esta ai e não existe nem passado nem futuro.
Tudo se faz agora.
Sempre nos cantou ao pé do ouvido Ely Yabeth Brait Alvim
sempre pelas brechas.
Sem alarde sempre pelas brechas.
O caminho é difícil e só estamos no pé das três montanhas.
Salve a todos Centuriões do LITTER.
Que o universo nos abra a mente.
Façamos tudo com o coração tranquilo.

Joka


domingo, 8 de junho de 2014

João Carlos Faria

Este velho sou eu?

Eu escritor de cartas de jornais. Derre pente um Leminski no meio do caminho. Poderia ter achado
o livro em meu jardim. Mas como não tenho jardim.Veio como cartas em minhas mãos.
Afinal que revolução queremos se tudo que vivemos é sonho? Nestes dias onde a maturidade se mostra diante de espelhos ou em fotografias mau tiradas. Não gosto de tirar fotos hoje em dia. Só
gosto das de minha juventude. Que coisa um homem ao quarenta e quatro anos fisicamente é velho
mas ainda sou jovem em minhas idéias e ideais antes que a morte se apresse a me ceifar. Não compactuo com todas as ideias dos velhos partidos da cachorra mal tratada chamada esquerda. É que os podres poderes subiu na cabeça de meus velhos companheiros de partido. Sinto-me o personagem do quadro O Grito de Edward Muche.
Eu tentando decifrar o rigor da Academia que se perde em seus rigores e se perde em seus conteúdos assim mantendo-se alienada a realidade do chão da escola.
Um homem se faz livre se sua escrita for livre. Mas nas poucas linhas do livro Envie meu dicionário
Cartas e alguma coisa de Régis Bonvicino e Paulo Leminski descubro que o rigor deve estar junto
com a liberdade.
Que pena Leminki morreu no mesmo ano que Raul Seixas.É a vida. E aqui em minha aldeia tudo se
faz bairrismo. Nada novo se cria tudo se copia. Quem sabe um dia ganho uma passagem só de ida
e vou morar num litoral qualquer ou em algum ponto da Mantiqueira minha aldeia se repete. Não
me traz nada novo. É hora de pegar a estrada. Não há mais o que fazer por minha aldeia.
Mesmo assim gosto de seu centro e das pessoas que passam pelo centro. Gosto das almas errantes que como eu querem algo novo. Mesmo sabendo que o novo nos faz sofrer. Sabemos que no fim das contas a Cachorra da Esquerda faz amor com o Cachorro da direita. E nasce um filhote dos mais
vira-lata. Desculpem o povo não é otário.
O livro só esta começando é como minha vida tenho muito para construir e Fernando Gabeira nos traz uma esperança em seu programa na TV.
Mas as línguas devassas vão dizer que Gabeira é da direita é coxinha, como Tico Santa Cruz.
Que nada esta gente deixou de capitar as luzes das estrelas. E deixam se apagar na mera ilusão
do poder. E como a massa se deleita no mero consumo que nos transforma em meros pagadores
de cartão de crédito quando conseguimos vender nossa inexistente alma por algumas poucas moedas.
Meus caros busquemos a liberdade busquemos valores. A ética é fundamental para se fazer nascer uma nova civilização.
É só o Amor pode nos juntar chega de quebrarmos os elo da corrente. É hora de uma aliança
para construirmos uma nação que se faça justa e livre.
É hora de se buscar criar uma nova economia, uma maneira fraterna de se fazer politica.
Não suportamos mais o velho estilo de raposas.
E afinal que revolução queremos se tudo que vivemos é sonho?

Joka




João Carlos Faria

Movimentos Sociais

É Copa alguns em festas outros não.
E a cidade luta por moradias.
Por trabalho.
E a cidade não se organiza em cooperativas
de trabalho.
A cidade não sabe o que é empreendedorismo?
Esquece as ideias libertárias de gerar renda.
Esquece que os primeiros anarquistas eram sapateiros e outros tinham pequenos comércios. Tinham
sua própria maneira de se sustentar.
Afinal que cidade queremos?
A cidade esquece os primeiros movimentos sociais do inicio do século XX.
Afinal podemos ser donos de nosso nariz na questão econômica.
Mas a cidade quer pensar em outras possibilidades?
A cidade quer se repensar?
Criar cooperativas de trabalho?
Dar banana ao patrão nosso de cada dia.
O Capital esta na nossa cultura. E precisa ser emprodido o consumo
nos ilude. E a educação nos transforma?
Eita sociedade sem rumo.
A cidade esta em festa é Copa do Mundo.
E a cidade luta por moradias.


Joka

sábado, 7 de junho de 2014

João Carlos Faria

Para não dizer que não falei da cidade

Sábado a cidade se enfeita.
Lé Vinícius de Moraes.
E saie a rua em festa.
A cidade debate politica.
Escreve poemas.
A cidade se faz todos nós.
A cidade absurdamente consome,
ama e destrói.
Se reconstoi hoje é sábado.
A cidade se faz todos nós.


 Joka

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A cidade caie ao chão ela não sabia andar de bicicleta.


Joka

segunda-feira, 2 de junho de 2014



João Carlos Faria


Para que nos serve os direitos humanos?


Dedicado a Ludmila Saharovsky


O que nos resta fazer quando as coisas da vida parecem desandar.
E vivemos o doce compasso da espera.
A tarde, tensão um livro para ler. Enquanto a TV da sala ligada
nas velhas novelas.
Apenas mais uma maneira de retratar a vida.
Leio Tempo Submerso de Ludmila Saharovsky que me revela uma Rússia
que sempre ouvi falar e nunca tinha lido com profundidade.
Belas paisagens, torturas barbaras em nome de algo que nunca chegaremos
a ver? O chamado Socialismo.
E Utopia e Barbárie se combinam.
Pulamos para as coisa sombrias de nossa atualidade o caso do espião
Edward Snowden.
Tantas atrocidades ainda cometidas em nome das individualidade do homem.
Para que nos serve os direitos humanos?
Se os que governam se baseiam na desumanidade.
E no livro de Ludmila um padre no alto de igreja reza pelos que foram
oprimidos e pelos que oprimiram.
A humanidade só se salva pelo amor.
Eu militante, ativista social quem sabe poeta.
Sempre nas lutas sociais. Muitas vezes arriscando minha pele.
E nós sonhadores sempre sentimos o gostinho do fracasso.
Mas nada como livros como este para manter a chama da vida
acesa.
E Fernando Pessoa nos dizia que tudo vale a pena se a alma
não é pequena.
Quantas almas aflitas neste momento que escrevo estas linhas.
Não me nego ao estar angustiado faz parte da caminhada humana.
União Soviética, China, Estados Unidos, Egito, Africa.
Venezuela.
Em nome de utopias de direita ou de esquerda muitos se julgam no
direito de praticar o mau. Achando se bons.
Quantas vezes nos militantes de qualquer ideologia,crença, fé.
Não cometemos pequenas barbaridades em nome do
que acreditamos.
A vida esta ai para nos transformar.
E a humanidade tem muito por caminhar e um dia virá
que estas ideologias de esquerda e direita.
Serão lembradas de como a humanidade já foi barbara.
E já teremos saído do abismo.

Joka



domingo, 1 de junho de 2014



A vida me DEVORA,
incessantemente,
permanentemente!!!
Sinceramente???
Eu não tenho nada de razoável!!!
Não sou razoável, não almejo ser razoável!!!
Não sou moderada, tampouco conveniente!!!
A mim soa "medíocre"...não sou razoável!!!
Gosto de vermelho, de pontos de exclamação,
gosto de gargalhadas, águas profundas,
alturas consideráveis, prosas longas,
alimentos saborosos, pimentas,
gosto de gente, gente que É,
de beijos de tirar o fôlego
gosto de choro forte,
membros rijos,
flores exóticas,
gosto de fome,
abraços,
desejo,
AMOR,
FOGO,
MAR...
gosto do TEMPO, eu o desafio a correr comigo...
definitivamente, não tenho nada de razoável!!!
E por que teria???
Entende agora??? O porquê de eu não ser razoável???
Pegue sua relatividade razoável e passe um café,
mas bem forte, por favor!!!
Sou intensa, bato portas com a mesma intensidade que faço amor!!!
Com a guerra não sou razoável, sou indisponível, é diferente!!!
E com licença que vou ali ser
IN
TEN
SA, porque só assim sou FELIZ!!! 

João Carlos Faria

Um poema que nos desequilibra

Depois de alguns séculos lendo o poema de Nana Freitas acho que preciso me desligar, ouvir uma
música que intensidade num poema sem titulo?
O que é a vida sempre repete Abujanra e eu lá sei.
A vida não é Academia, diplomas, títulos, erudição que não nos sirva para nada.
Imposição de fé, dogmas.
A vida é vida e este poema simplesmente retrata a vida.
Por isto me tirou por séculos. Aflorou minha emoção.
Intensidade. Esta é a poesia de Nana.
Raul sempre dizia pare o mundo que eu quero descer.
Será que já não estamos fora desta loucura de transito, politica.
A insensatez quer nos tirar a calma.
A economia e o trabalho que nos roubar o precioso tempo.
E um poema me fala a alma e ao coração.
Por um século redescubro minha humanidade no poema de Nana.
Desculpem precisamos sair deste abismo sombrio em que estamos.
E só o amor pode nos salvar.

Joka    

É muita gente Brasil afora fazendo poesia com ou sem código de barras com ou sem qualidade. Tem milhares de blogues. Cada um em seu canto em seu encanto. Parabéns Chacal por gerar a polemica. Espalhando poemas nos ventiladores. Arte é superversão o sistema já faliu a muito tempo e a poesia é resistência. A sociedade esta acordando. E não vai deixar barato. 

Joka