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quinta-feira, 15 de maio de 2014




João Carlos Faria

Canção a delicada alma

Mulher areia. Saída de uma duna de nossas
meras ilusões.
Enquanto passeamos pelas vidas de outras
almas errantes.
Nas conecçoes virtuais.
Enquanto o mundo se transforma via mentiras
virtuais.
Quando aprenderemos separar o joio do trigo
de tantas informações que adentram a nossa
retina?
Nada como uma conversa ao pé de ouvido
tomando um café numa cozinha qualquer.
Nossas revoltas estão estampadas no universo
virtual.
Vivemos numa sociedade que se escraviza
pela burocracia de cada dia.
Papeis tantos papeis, carimbos que deveriam
ser rasgados.
Mulher areia. Saída de uma duna de nossas
meras ilusões.
Poderia ser uma duna de papeis e de tantas
leis que tentam aprisionar nossa delicada
alma.
Quem dera ter em mãos uma espada
que cortasse toda esta ilusão.
Cabe nos a reflexão.
Cabe nos a meditação.
Neste mundo de mera ilusão.
Não devemos nos esquecer do agora.
Mulher areia. Saída de uma duna
de nossas meras ilusões.
Por acaso hoje viste o por do Sol?



Joka

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