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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Renato Russo


João Carlos Faria

Porque comemos do fruto proibido? E agora devemos vagar pelo mundo eternamente ?

Dedicado a escritora Beatriz Galvão


Os barcos afundam ?
Sim eles afundam como a vida é passageira.


Por estes dias tive medo dos carros de policia.
Hoje leios cronicas de viagem de Beatriz Galvão busquei uma trilha para ouvir e veio
me um Renato Russo em língua estrangeira.
E as vezes nos sentimos estrangeiro em nossa própria cidade e o que dirá Beatriz ao viajar para
Santarém.
Nem sei onde fica? Não quero olhar o Mapa para mim a Amazônia é mítica assim como a Mantiqueira quantos segredos para desvendar?
Deve ser influencia das leituras da coleção da Atica na adolescência quando lia Maria José Dupré e entre tantos livros A Ilha Perdida sempre li e morrei lendo.
A vida mesmo com seus desafios é bela e as vezes o bolso esta tão vazio que viajamos com
a emoção ontem fui ao Parque da Cidade e no caminho me deparei por acidente de percurso
com o grafite de Vespa.
E a cidade para mim estava vazia não achei um bom papo. Nós caçadores da ultima fruta.
Porque comemos do fruto proibido? E agora devemos vagar pelo mundo eternamente?
E vago com prazer eu vagamundo e me desculpe Edu Planchez não sou Beat nem nada destes estilos esoticos de literatura e sim mero retratista da vida.
Sei que passaremos como esta chuva numa manhã de sexta -feira enquanto aguardamos as poucas horas para um festival de literatura.
Estes festivais são bem marcantes ótimos para amantes das letras. Já fiz de tudo neles ou quase tudo?
A vida é livre deixem os donos do Capital e do Estado descobrirem isto eles mentem o tempo todo
demônios que nos atormentam. Talvez almejamos ser igual a eles. Deus nos livre de nossos próprios
Demônios neste caminho que insisto em seguir ou seremos Deuses ou Demônios.
Sejamos libertários vamos criar uma zona autônoma em nosso dia dia ? Faz tempo que não leio Halim Bey que é Peter Lamborm Wilson nós da Irmandade Neo Filosófica descobrimos este escritor por volta de 2000. E acabamos invadindo a Bienal de Artes Plasticas de 2002.
Mas quero ler as cronicas de viagem de Beatriz e tantas fotos que ela tirou. A chuva esta forte. Quero navegar pelo mundo. Viajar e sinto-me enraizado neste Vale do Paraíba.
Chega vou voar. E me transformar em pássaro. Que o Espirito da Floresta me liberte.
A vida é um pendulo e não carrego relógios em meu pulso.
Relógios para mim de nada servem. Sempre me esqueço dos dias do més. Só lembro os da semana.
Hoje sexta-feira e voar voar em direção a Sagrada Mantiqueira.
Não espero mais nada além do prazer de viver. Estamos no aguardo do livro de Beatriz Galvão.
Pirilampos iluminai o caminho desta escritora.
A vida esta ai para se viver e como diz uma criança numa porta de escola vamos ser felizes.
Beatriz que os Anjos que estão além do bem e do mal te iluminem nesta jornada de escritora.


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