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terça-feira, 8 de abril de 2014

João Carlos Faria


Castelo de areia

Se todas as vanguardas se acabaram se toda a arte não se reinventa para que temer
arriscar?
Porque não amar?
A vida não é acadêmica é real. Nunca foi teoria nem mera ilusão de marqueteiros.
A estética se faz urgente. Recuperemos a infância não devemos temer saltar
os abismo?
Em meio a tantas informações que nos são vomitadas se fazem os jogos.
Vamos brincar de roda?
Se reinventar é uma ousadia afinal estamos sós em nossas angustias.
Em meio as reflexões faz muito tempo que não dançamos cirandas.
Um simples enfarto se desmancha nosso castelo de areia.
Não ter medo é nossa dúvida e nossa ousadia.
Cade a vida? Se lá no piano tem um copo de veneno.
Se na televisão nos enganamos e a internet se transforma em nossa privada de emoções.
Linguagem arte, maus tratos a sensibilidade.
Quantas vezes somos idiotas ? A nos deixar conduzir pelas baixas emoções.
Não devemos ser lobos de homens.
Devemos recuperar a fé na humanidade.
Devemos nos ver no outro.
Almas e corpos que vagam num pequeno planeta.
Não posso tocar sua alma. E porque tiramos sua calma.


Joka

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