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sábado, 15 de março de 2014


João Carlos Faria

O parto da Fênix

O que faz os artistas abandonarem as ruas?
O que acontece para não se nascer mais movimentos?
Ou a tentativa deles?
Quantos manifestos lançamos?
As praças estão ai e carecem de arte.
Que se nasça a poesia, rompa o asfalto.
Que venha como Fênix de nossas entranhas.
Temos tempo para o AMOR?
Temos tempo para o próximo?
Gritemos contra nossa entropia.
Não deixemos a vida cair no esquecimento.
E as cidades vazias de arte. Arte que se faça nova.
E não mera representação do passado.
Quando faremos renascer a poesia?
Gritemos. Cantemos façamos justiça com nossas
amorfas consciências.
Devemos renascer das cinzas.
A juventude esta ai.
Cadáveres na sombria noite entre bares e ruas.
Marchando Zumbis.
Enquanto no outono não se faz primavera.
Celebremos o renascimento da poesia.
Enquanto ainda temos tempo.
As cidades carecem de almas sedentas de mudanças.




Joka

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