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segunda-feira, 10 de março de 2014



João Carlos Faria

A liberdade das ruas

Quem lé o livro?
Um leitor?
Um escritor ?
Não sei me lembrou vários poetas.
Daqueles essenciais.
Quantos livros lidos fazem um escritor?
Não tenho ideia sei que tem uma odisseia entre
o leitor e o escritor.
Quantos caminhos para a revolta das palavras?
Ou a calma delas as palavras.
Quantos são os estilos? Nos livros sagrados quantos poetas
anônimos a nos inspirar.
Escrever versos. Poemas. Contos. Romances.
Hoje alguém lia em minha frente uma biografia Jack Londom.
E o interroguei como se nasce um escritor?
Segundo ele duas horas árduas de escrita por dia.
E Jack ali descrevia no começo do século vinte nas Ilhas Polinésias
como surgia o SURF.
É num texto majestoso.
Mas uma foto lembra-me o velho Walt Whitmam?
Que passou por uma infinidades de jornais na América do século dezenove.
Enfim lemos e escrevemos.
Hoje me prendi a um projeto de estágio.
Sem a liberdade da escrita livre.
Que em anos e com uma infinitude de amigos aprendi sejam os grandes mestres
aos aprendizes que como eu circulam nas Praças e saloes de arte e cultura.
Se bem que amo a liberdade das ruas.
Nada como as ruas na cidade ou no campo para vermos a vida escorrer pela
ampulheta do tempo.
De resto nos resta a pena ou um velho teclado de computador para escrever.
Para ler quem ousa criar e recriar.
É algo novo neste Sol de Verão?
Não sei não digo só nos resta a escrita.
E a boa leitura.
Afinal será ali no homem que lê um retrato de nossa alma?
Quem me dera ler em baixo desta arvore frondosa?


Joka

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