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sábado, 1 de março de 2014

João Carlos Faria


A dor do parto das palavras


Parecia covardia não realizava mais poemas só nascia prosa.
E agora eles saem de minha cabeça. De meu sexo.
De meus desejos.
De minhas dores.
A vida é assim tempestades passam.
Quem sabe novas prosas. Quem sabe o parto de escrever romances.
Criar peças de teatro.
Roteiros de cinema.
A POESIA nos encanta.
Enquanto enfrentamos os medos as dores e amores da vida.
Só precisamos do silencio de nossos quartos.
Para se fazer o parto.
Ai como dói.
Ver o que todos veem e não se apercebem.
Triste a sina de poetas.
Vagabundos redesenhando as cidades.
Sem serem percebidos.
Almas errantes sem pátria.



Joka
 

há ± 1 hora 

Performance Urbana : "Cegos", ontem (28/02/2014), Rodoviária de Campinas.

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